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PAUTA
Informação e música em harmonia

Girl Power: a música brasileira como ferramenta do empoderamento feminino

Bia Ferreira durante apresentação no Estúdio Showlivre. (Foto: Aline Oliveira)

Levantamento desenvolvido pela Folha de SP revela que mulheres estão cada vez mais assumindo o protagonismo do cenário musical brasileiro.

Postado em 8 de March de 2019 por

“O principal papel da mulher, em qualquer área, é ser a protagonista de sua própria história”. A afirmação de Tchella, cantora de 29 anos que lançou no ano passado seu primeiro disco, evidencia um sentimento (e movimento) que passou a ganhar força no Brasil dos últimos anos: mulheres estão assumindo lugares de protagonismo em um cenário que parecia já estar dominado por nomes masculinos – a música.

Depois de uma série de anos serem dominados por Wesley SafadãoLuan Santana, Marcos & Belutti e outros dos principais nomes masculinos mais populares do país, a Folha de São Paulo revelou – através de uma intensa análise de dados de consumo musical – que, em 2017, a cantora Marília Mendonça, aos 22 anos, foi o nome mais tocado das rádios e plataformas de streaming no Brasil. 

O resultado, embora não seja tão significativo para milhões de pessoas que usam a Música apenas como a trilha sonora de suas vidas, tem um peso considerável na construção de uma nova realidade de novos nomes da música. “É uma porta de entrada que ela está abrindo para que outras mulheres possam crescer na música também”, conta Tai Cernicchiaro, vocalista da Ramona Rox, durante uma entrevista concedida em maio do ano passado ano.

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Tai Chiaro, ex-participante do The Voice Brasil, é a única mulher na banda Ramona Rox. (Foto: Divulgação)

Aos 27, a fluminense é a única mulher na formação da banda Ramona Rox. Notados por Katy Perry por conta de um cover do sucesso “I Kissed a Girl”, o grupo ganhou visibilidade internacional e, atualmente, acumula números significativos em suas contas oficiais na internet.

Tai, embora tenha ganhado mais visibilidade na frente da Ramona, não é um rosto inexperiente no mercado. A jovem toca violão desde os 12 anos de idade e apresentou seu primeiro show, ao lado de uma banda, quando tinha apenas 17 anos. Por ter crescido sendo alimentada de acordes e notas musicais, a cantora enxerga com clareza as mudanças do cenário. “Agora, as mulheres tem conseguido um espaço merecidíssimo na musica”, analisa.

Exemplo vivo dessa conquista de espaço é Luísa Manzin. Hoje com 21 anos, a produtora musical e líder da banda LUZIA nasceu e cresceu rodeada de bons exemplos musicais, já que seu pai – maestro – sempre alimentou a veia artística da filha frequentando ensaios, recitais, concertos, shows e etc. A jovem sabe muito bem o que é ser protagonista e dona de suas escolhas e projetos. “Eu percebi que era possível gerenciar a própria carreira e fui bem autodidata nesse aspecto”, conta.

31092060_10216236965220283_3851183924625539072_n-300x300 Girl Power: a música brasileira como ferramenta do empoderamento feminino

Luísa Manzin é produtora musical, cantora e líder da banda Luzia. (Foto: Reprodução / Facebook)

Bia Ferreira, outro nome importante, é uma cantora negra e lésbica e – desde o começo – busca ser a peça principal de sua música e ideias. Com composições fortes, como “Cota Não é Esmola”, a cantora é exemplo de posicionamento político e força feminina na produção de conteúdo musical.

Embora ainda não esteja entre os nomes mais conhecidos do país, Bia coleciona milhões de visualizações em seus vídeos – comandados por ela mesma – no YouTube.

Embora estejam cada uma em um gênero, estilo, lugar e realidade diferente, Tchella, Tai, Luísa e Bia têm muito mais em comum do que imaginam. As quatro artistas, além de serem empoderadas, antenadas e super talentosas, são exemplos de liderança e a cara do futuro da música brasileira.

Uma pesquisa desenvolvida pela revista Gloria com o público do festival Skuta, evento sertanejo que aconteceu no Allianz Parque, em maio deste ano, revelou que – contrário à pesquisa feita pela Folha de São Paulo – 65% das pessoas acreditam que artistas masculinos são mais completos e capazes de segurar um show ao vivo por mais tempo, evidenciando um perfil ainda machista dos consumidores brasileiros.

Mercado machista: o talento basta?

Embora as pesquisas mostrem que o número de mulheres em posição de destaque e protagonismo na música cresceu, o mercado ainda se apresenta como uma entidade machista que desvaloriza a mulher. Assim como em todos os outros setores da sociedade, a mulher artista ainda tem o retorno financeiro inferior em relação aos homens, mesmo que o trabalho seja o mesmo ou produzam conteúdo parecido.

Luísa Manzin, por atuar como produtora musical e estar inserida num ambiente em que o “trabalho pesado” é feito, conhece bem o mercado musical e seus obstáculos para as mulheres. Segundo a jovem, o mercado é extremamente machista e a maior prova disso é que o número de mulheres que trabalham na produção de artistas grandes é notoriamente inferior. Essa diferença é resultado do olhar preconceituoso e objetificado que é lançado à mulher e da dificuldade de inserção do gênero na área. “Ninguém te enxerga como profissional, mas como uma possível foda, acima de tudo”, conta.

Tchella, dona do Transmutante (2018), está lançando seu primeiro disco e, apesar de ter pouco tempo no mercado, também sente o efeito colateral do machismo no setor. “Existem sempre menos mulheres do que homens nas escolas de música, começando pelo corpo docente”, afirma. Para a cantora, o machismo é tão forte que pode ser contabilizado em números. Um exemplo disso é o quadro de atrações do festival Lollapalooza deste ano. “Das 72 atrações, apenas 16 eram mulheres. Isso é 1/4, é muito pouco! Como não dizer que não é machista?”,exemplifica. Para a mulher, é extremamente difícil encontrar um ambiente no qual o artista consegue realmente exercer sua arte e expressar ideias e sentimentos sem se preocupar com o julgamento, longe do machismo e da rotulação da sociedade. E é exatamente isso que o Transmutante, o primeiro álbum da cantora, se tornou para Tchella: Um lugar livre!

Um ambiente ainda mais cruel para a mulher, as redes sociais – por conta do sentimento de segurança e impunidade – acabam se tornando um meio para a propagação do preconceito. Os comentários construtivos de fãs são muitos, mas o número de registros negativos e abusivos também é significante.“Sou constantemente assediada por homens que não respeitam minhas publicações como trabalho artístico. Me chamam em conversinhas paralelas e logo perguntam ‘você é casada?’. Quero morrer com isso”, completa Tchella.

Confirmando as ideias de Luísa, Tai Cernicchiaro conta que a valorização do trabalho da mulher acontece, mas apenas quando existe uma segunda intenção. “É sempre mais complicado pra mulher, principalmente se não tiver apelo sexual”, desabafa. A líder da Ramona Rox, embora nunca tenha se sentido discriminada entre os membros do grupo, revela que entre os diversos comentários dos fãs, sempre aparece alguém que quer atingir a vocalista de forma machista. O segredo para lidar com tudo isso,segundo a cantora, é bem simples: não dar importância. “Essas pessoas a gente tem que ignorar”, conta.

Bia Ferreira – por ser mulher, lésbica e negra – sente ainda mais todo esse preconceito para cima da mulher artista. A cantora coleciona situações nas quais foi desmerecida, seja por seu gênero, sexualidade ou cor. Bia se apresenta apenas acompanhada de um violão e, de acordo com seus relatos, a falta da presença masculina gera estranhamento de alguns contratantes. “Muitas vezes eu vou vender meu show e as pessoas perguntam “você não tem um baterista, um baixista”…eu falo “gato, se tiver um, vai ser uma””, conta. Além de tudo, o racismo – somado ao machismo – obriga que a cantora, assim como outras mulheres negras, acumulem diversas tarefas. “A gente tem que ser competente porque sou mulher negra, eu não posso saber só tocar o violão, eu não posso só saber cantar… eu tenho que saber tocar, cantar, falar o arranjo para o baixista, costurar, lavar uma roupa e ainda fazer produção”, desabafa. “Eu estou na base da pirâmide social”, completa.

O papel da mulher na música

Tchella-Divulgação-1 Girl Power: a música brasileira como ferramenta do empoderamento feminino

Tchella lança neste ano o Transmutante, o primeiro álbum de sua carreira. (Foto: Divulgação)

Por conta de todo o valor sexual e machista, as quatro cantoras desenvolveram – mesmo que não conhecendo uma a outra – um comportamento e ideal similares: uma noção social e aprofundada da importância de seus trabalhos. O primeiro objetivo listado por todas elas é o empoderamento de meninas e mulheres que acompanham seu trabalho.

A representatividade, segundo Bia Ferreira, é um dos pontos principais quando assume um lugar de destaque e que pode virar exemplo para outras pessoas. Para ela, sua principal função é “mostrar para mulher e meninas negras que elas podem chegar e falar o que quiserem”. Tchella, por sua vez, defende a ideia de que o principal papel da mulher, em qualquer área, é bem simples: assumir o protagonismo de sua própria história. Para ela, a mulher tem que ser livre e consciente para escolher seus próprios caminhos. “A mulher é a força da criação!”, afirma.

 

 

Projeto Uma Banda Por Dia #32 Ted Marengos / #29G2 Jardim Soma

Projeto Uma Banda Por Dia #32 Ted Marengos / #29G2 Jardim Soma (Foto: Caio Vasques e Divulgação)

Projeto colaborativo reúne bandas independentes em divulgação mútua

Postado em 04/06/2020 por

PROJETO UMA BANDA POR DIA

A banda Vir GO decidiu juntar uns amigos e criar um projeto colaborativo entre bandas com o intuito de unir a cena de bandas autorais independentes de todo o país que, neste momento de quarentena, não podem mais fazer shows e divulgar seus trabalhos. O projeto reúne 30 bandas que se divulgam mutuamente durante um mês, e foram tantas bandas legais querendo participar que agora são 2 grupos diferentes com 30 bandas cada. As bandas de hoje são TED MARENGOS JARDIM SOMA.

TED MARENGOS – Projeto UMA BANDA POR DIA #32

Ted Marengos lança o clipe de “Savage Rock N Roll” com direção de Chico Cobra. Clipe reforça o estilo rock and roll da banda e a conexão da natureza com a música.

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JARDIM SOMA – Projeto UMA BANDA POR DIA #29 G2

Jardim Soma é um projeto idealizado pelo artista baiano Luca Bori, baixista e vocalista do Vivendo do Ócio, que une música e artes visuais com elementos do rock, música brasileira e indie psicodélico. Iniciado em 2016, o projeto lançou a poucos meses o seu 1º álbum ‘Antena’​, que conta com a participação de grandes músicos como, Curumin, Levi Siqueira, Dieguito Reis e Thiago Guerra, entre outros.

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Projeto Uma Banda Por Dia #31 Tales From The Porn / #28G2 Bando do Fritz

Projeto Uma Banda Por Dia #31 Tales From The Porn / #28G2 Bando do Fritz (Foto: Divulgação)

Projeto colaborativo reúne bandas independentes em divulgação mútua

Postado em 03/06/2020 por

PROJETO UMA BANDA POR DIA

A banda Vir GO decidiu juntar uns amigos e criar um projeto colaborativo entre bandas com o intuito de unir a cena de bandas autorais independentes de todo o país que, neste momento de quarentena, não podem mais fazer shows e divulgar seus trabalhos. O projeto reúne 30 bandas que se divulgam mutuamente durante um mês, e foram tantas bandas legais querendo participar que agora são 2 grupos diferentes com 30 bandas cada. As bandas de hoje são TALES FROM THE PORN BANDO DO FRITZ.

TALES FROM THE PORN – Projeto UMA BANDA POR DIA #31

Projeto iniciado por Andy Sun e Bento Mello, o Tales From The Porn também conta com Bruno Marx, Ed Avian, Igor Godoi e o vocalista americano Stevie Rachelle, também da banda de hard rock TUFF.
Com seu primeiro álbum lançado no final de 2017 a banda apareceu muito bem na cena Hard/Heavy pela Europa e Japão, saindo em diversas matérias sobre o estilo, ficando como disco do ano em vários sites de música! A banda prepara seu segundo álbum que deve começar a ser gravado ainda em 2020, sempre fiel ao estilo 80’s com influências em bandas como Ratt, Motley Crue entre outras do gênero.

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BANDO DO FRITZ – Projeto UMA BANDA POR DIA #28 G2

O Bando do Fritz começou como um power trio, registrado no primeiro videoclipe de 2013 que teve mais de meio milhão de views no YouTube, interpretando o hit da Oktoberfest no Brasil. Hoje, o Bando tem 7 músicos comandados pelo Maestro Caixote (ex-Faustão) e acaba de lançar seu primeiro disco com 10 músicas, 9 inéditas e a famosa “Marreca” numa versão que parece ter saído dos seriados de TV dos anos 60! Em 2020 lançou o primeiro clipe do disco novo, chamado “Blues do Alemão”.

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Black Pantera lança música e clipe em protesto ao racismo

Black Pantera lança música e clipe em protesto ao racismo (Foto: Reprodução/YouTube)

Vídeo faz referência ao assassinato de George Floyd

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Impactado pelo racismo recorrente na sociedade e inflamado pelo assassinato de George Floyd, o Black Pantera transmite sua mensagem de indignação através de uma música e clipe inéditos. Desse modo, “I Can’t Breathe” já está disponível no canal oficial da banda no YouTube. O lançamento — marcado por um crossover de punk, hardcore, thrash e groove metal — chegará em breve aos aplicativos de música, pela Deck.

A ideia surgiu na última quarta-feira (27), quando Chaene da Gama (baixo) assistiu ao vídeo no qual um policial americano asfixia até a morte um cidadão negro durante uma abordagem. A força das imagens serviu como combustível para que ele escrevesse, o mais rápido possível, seus versos de protesto. “Tudo isso veio do impacto do vídeo, assim como de outras coisas que vêm acontecendo não só nos EUA mas como no mundo inteiro. Aqui no Brasil, inclusive, não é muito diferente”, explicou Chaene, que já na sexta-feira se juntou a Charles Gama (vocal e guitarra) e Rodrigo Augusto (bateria) para gravar a música. O trio criou em conjunto os arranjos e assina a autoria da faixa, produzida por Ricardo Barbosa.

O clipe foi dirigido por Leonardo Ramalho, da Pajé Filmes. Sua simbologia é evidente e incisiva ao retratar Charles sendo enforcado por uma única mão branca, representando que, mesmo sendo minoria frente a negros e pardos na população mundial, os racistas brancos ainda conseguem impor sua violência.

Há seis anos na estrada, o Black Pantera tem seu nome inspirado no revolucionário Partido dos Panteras Negras norte-americano. “Sabemos da importância de dar voz àqueles que não conseguem ser ouvidos, além de cantar — mesmo que de modo mais duro — sobre igualdade, respeito e união e contra qualquer preconceito; principalmente o racial”, completou Chaene, sem ceder um centímetro sequer a qualquer intolerância.

A banda mineira segue trabalhando, em regime de isolamento social, no seu novo álbum.

Projeto Uma Banda Por Dia #30 The Secret Society / #27G2 Estranhos Românticos

Projeto Uma Banda Por Dia #30 The Secret Society / #27G2 Estranhos Românticos (Foto: Reprodução/Facebook e Ana Paula Moniz)

Projeto colaborativo reúne bandas independentes em divulgação mútua

Postado em 02/06/2020 por

PROJETO UMA BANDA POR DIA

A banda Vir GO decidiu juntar uns amigos e criar um projeto colaborativo entre bandas com o intuito de unir a cena de bandas autorais independentes de todo o país que, neste momento de quarentena, não podem mais fazer shows e divulgar seus trabalhos. O projeto reúne 30 bandas que se divulgam mutuamente durante um mês, e foram tantas bandas legais querendo participar que agora são 2 grupos diferentes com 30 bandas cada. As bandas de hoje são THE SECRET SOCIETY ESTRANHOS ROMÂNTICOS.

THE SECRET SOCIETY – Projeto MA BANDA POR DIA #30

The Secret Society foi formada em 2017 por Guto Diaz (baixo e voz), Orlandinho Custódio (bateria) e Fabiano Cavassin (guitarra). Músicas pesadas e vibrações góticas unem o espírito do álbum de estreia, “Rites Of Fire”, trazendo a escuridão do death rock, as guitarras brilhantes do hard rock clássico e referências notáveis ​​à música gótica e ao metal em uma unidade coesa. O álbum, lançado em outubro de 2019, recebeu excelentes críticas da mídia, acompanhado de uma extensa agenda de shows no Brasil, Bolívia, Chile e México, dividindo o palco com artistas como Dee Snider, Deathstars e Europe e culminando com a The Sisters Of Mercy, quando a The Secret Society desempenhou o papel de ato de abertura durante toda a turnê latino-americana. Você pode ouvir o álbum “Rites Of Fire”, bem como os singles “The Architecture Of Melancholy” e “A New Day” em todas as plataformas de streaming.

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ESTRANHOS ROMÂNTICOS – Projeto UMA BANDA POR DIA #27 G2

Formada em 2014, a banda carioca Estranhos Românticos acaba de lançar seu 2º disco ‘Só’ misturando indie-rock, tropicália, new wave, jovem guarda, pós-punk e surf, com participações dos guitarristas Tostoi , Gilber T, João Pedro Bonfá e do argentino Dom Horacio, em todas as plataformas digitais. A Banda é Mauricio Mauk, Luciano Cian, Pedro Sera e Marcos Muller.

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Projeto Uma Banda Por Dia #29 Autoramas / #26G2 Balara

Projeto Uma Banda Por Dia #29 Autoramas / #26G2 Balara (Foto: Reprodução/Facebook)

Projeto colaborativo reúne bandas independentes em divulgação mútua

Postado em 01/06/2020 por

PROJETO UMA BANDA POR DIA

A banda Vir GO decidiu juntar uns amigos e criar um projeto colaborativo entre bandas com o intuito de unir a cena de bandas autorais independentes de todo o país que, neste momento de quarentena, não podem mais fazer shows e divulgar seus trabalhos. O projeto reúne 30 bandas que se divulgam mutuamente durante um mês, e foram tantas bandas legais querendo participar que agora são 2 grupos diferentes com 30 bandas cada. As bandas de hoje são AUTORAMAS BALARA.

AUTORAMAS – Projeto UMA BANDA POR DIA #29

Os Autoramas estão na estrada desde 1998, sendo umas das mais relevantes bandas do cenário independente. Rock and roll, garage, new wave, bubblegum, punk rock, jovem guarda entre outros fazem parte do universo sonoro. Referência no DIY com 8 álbuns lançados, 2 DVDs, 46 tours internacionais (Américas, Europa e Japão) e shows registrados em todos os estados brasileiros. Em 2020 parece que o ritmo deu uma segurada, mas engana-se quem assim pensa. A banda está lançando muitos Bsides e vídeos no canal do Youtube de variados temas, inclusive videoclipes e também na criação de novas músicas para novos projetos da banda. Dizem que tem 3 projetos prontos pra por rodar. Fiquem ligados! A banda é Erika Martins, Fábio Lima, Jairo Fajer e Gabriel Thomaz.

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BALARA – Projeto UMA BANDA POR DIA #26 G2
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Balara surgiu em 2018 após de ser descoberta por um produtor vencedor de 5 Latin Grammys. De lá pra cá ganhou 2 prêmios na Europa, lançou 2 álbuns e já alcançou mais de 5 milhões de views/plays. A banda é formada por Luccas Trevisani, Danilo Almeida, Daniel Debski e Danilo Finno. Ouça agora!

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Projeto Uma Banda Por Dia #28 Doris Encrenqueira / #25G2 Luíza Audaz

Projeto Uma Banda Por Dia #28 Doris Encrenqueira / #25G2 Luíza Audaz (Foto: Divulgação)

Projeto colaborativo reúne bandas independentes em divulgação mútua

Postado em 31/05/2020 por

PROJETO UMA BANDA POR DIA

A banda Vir GO decidiu juntar uns amigos e criar um projeto colaborativo entre bandas com o intuito de unir a cena de bandas autorais independentes de todo o país que, neste momento de quarentena, não podem mais fazer shows e divulgar seus trabalhos. O projeto reúne 30 bandas que se divulgam mutuamente durante um mês, e foram tantas bandas legais querendo participar que agora são 2 grupos diferentes com 30 bandas cada. As bandas de hoje são DORIS ENCRENQUEIRA LUÍZA AUDAZ.

DORIS ENCRENQUEIRA – Projeto UMA BANDA POR DIA #28

A Doris Encrenqueira nasceu em Porto Alegre, trazendo canções em português e influenciados por uma variedade de artistas desde o rock clássico dos anos 70 até a música brasileira, a Doris hoje faz um som mais maduro e universal. A banda atualmente reside em São Paulo, onde lançou uma série de singles em parceria com o selo Forever Vacation Records e Estúdio Costella. No momento, a banda está produzindo em parceria com Esteban Tavares o material para o próximo álbum. Em fevereiro de 2020 lançou seu single mais recente: “Férias”.

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LUÍZA AUDAZ – Projeto UMA BANDA POR DIA #25 G2

Luíza Audaz é cantora, compositora e cineasta baiana e estréia como cantora solo, na gravadora Deck Disc, após uma indicação de ninguém menos que Pitty. O single “Bahia-Flor” está e todos os aplicativos de música. Em ritmo vibrante, que alinha percussões a batidas eletrônicas, Luíza homenageia suas raízes e a miscigenação afro-indígena, ovacionando em poesia a busca por libertação que atravessa gerações e se manifesta através da arte que resiste no caminhar do tempo. A faixa, marcada por influências que vão de ritmos africanos a artistas como Thievery Corporation, foi produzida pelo duo Deep Leaks, que já havia trabalhado anteriormente com a cantora e compositora no single “Berimba Areia”. O clipe da música é carregado de simbologia e, através de uma sofisticada produção e cortes precisos, faz referência ao legado e à força ancestral trazendo a presença dos quadros do seu pai, o artista J. Marcos Oliveira. Envolvida também com cinema e artes plásticas, Luíza Audaz vem para reforçar a memória e a diversidade brasileira.

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Projeto Uma Banda Por Dia #27 Der Baum / #24G2 Peu Queiroga

Projeto Uma Banda Por Dia #27 Der Baum / #24G2 Peu Queiroga (Foto: Isabelle Andrade e Divulgação)

Projeto colaborativo reúne bandas independentes em divulgação mútua

Postado em 30/05/2020 por

PROJETO UMA BANDA POR DIA

A banda Vir GO decidiu juntar uns amigos e criar um projeto colaborativo entre bandas com o intuito de unir a cena de bandas autorais independentes de todo o país que, neste momento de quarentena, não podem mais fazer shows e divulgar seus trabalhos. O projeto reúne 30 bandas que se divulgam mutuamente durante um mês, e foram tantas bandas legais querendo participar que agora são 2 grupos diferentes com 30 bandas cada. As bandas de hoje são DER BAUM PEU QUEIROGA.

DER BAUM – Projeto UMA BANDA POR DIA #27

Der Baum é uma banda de rock new wave/post-punk do ABC Paulista, com 3 EPs e um 1 álbum já lançados estão preparando seu próximo álbum “D.B. 93”!

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PEU QUEIROGA – Projeto UMA BANDA POR DIA #24 G2

Peu Queiroga começou aos 8 anos. Teve banda de pop rock, samba de raiz e foi backing de Nena Queiroga. Até que assumiu o cabelo rosa, começou a compor e lançou seu primeiro trabalho autoral, o ‘EPEU’: 4 musicas com estilos variados em bregafunk e Reggaeton marcados com seu sotaque recifense. Foi convidado para o Galo da Madrugada onde cantou com Gaby Amarantos e lançou mais 3 musicas no carnaval, inclusive a Pabllo Vittar postou uma. Hoje, as 17h Peu lança o clipe “Ardendo” botando todo mundo pra dançar e suar!

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Projeto Uma Banda Por Dia #26 Dinossaurus / #23G2 Dieguito Reis

Projeto Uma Banda Por Dia #26 Dinossaurus / #23G2 Dieguito Reis (Foto: Divulgação e Caru Leão)

Projeto colaborativo reúne bandas independentes em divulgação mútua

Postado em 29/05/2020 por

PROJETO UMA BANDA POR DIA

A banda Vir GO decidiu juntar uns amigos e criar um projeto colaborativo entre bandas com o intuito de unir a cena de bandas autorais independentes de todo o país que, neste momento de quarentena, não podem mais fazer shows e divulgar seus trabalhos. O projeto reúne 30 bandas que se divulgam mutuamente durante um mês, e foram tantas bandas legais querendo participar que agora são 2 grupos diferentes com 30 bandas cada. As bandas de hoje são DINOSSAURUS DIEGUITO REIS.

DINOSSAURUS – Projeto UMA BANDA POR DIA #26

Dinossaurus é uma banda de rock paulistana formada em 2014 e atualmente é composta por Japinha (CPM 22), Eder Brito, Felipe Aranha e Filipe Costa. Nos últimos anos lançou algumas músicas nas principais plataformas digitais, além do clipe “Dia De Fúria” no YouTube. A banda vem trabalhando em novas músicas e pretende lançar um álbum em breve. As influências vão do rock clássico ao grunge, passando pelo punk-rock, metal e indie rock.

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DIEGUITO REIS – Projeto UMA BANDA POR DIA #23 G2

Rap, indie e soul music. É assim que o baterista da Vivendo do Ócio, Dieguito Reis, divulga seu novo single. Com participação especial de Alfaia, “Planeta Soul” valoriza a força coletiva enquanto aborda a conexão do ser humano com a natureza. A música tem beats de AquaHertz e antecipa o primeiro álbum de estúdio de Dieguito, intitulado “Verão na Cidade Sem Mar” e previsto para o segundo semestre deste ano.

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Projeto Uma Banda Por Dia #25 Jupta / #22G2 Tomada

Projeto Uma Banda Por Dia #25 Jupta / #22G2 Tomada (Foto: Divulgação)

Projeto colaborativo reúne bandas independentes em divulgação mútua

Postado em 28/05/2020 por

PROJETO UMA BANDA POR DIA

A banda Vir GO decidiu juntar uns amigos e criar um projeto colaborativo entre bandas com o intuito de unir a cena de bandas autorais independentes de todo o país que, neste momento de quarentena, não podem mais fazer shows e divulgar seus trabalhos. O projeto reúne 30 bandas que se divulgam mutuamente durante um mês, e foram tantas bandas legais querendo participar que agora são 2 grupos diferentes com 30 bandas cada. As bandas de hoje são JUPTA TOMADA.

JUPTA – Projeto UMA BANDA POR DIA #25

Formada em Jundiaí SP, o som da Jupta flerta com o garage, stoner e indie rock. Em abril lançou um clipe e remixes inéditos para “Tarja Preta”, faixa eleita Hit do Ano em premiação durante a Semana Internacional da Música de São Paulo 2019.

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TOMADA – Projeto UMA BANDA POR DIA #22 G2

“Billy, o Esquisito”, a canção gravada pela banda Tomada, é o lançamento do selo Estação Discos dessa semana! A composição do guitarrista e cantor Denny Caldeira foi gravada em 2009 no estúdio “Na Cena” e contou com a produção de Rodrigo “Funai” Costa. O single “Billy, O Esquisito” já está disponível em todas as plataformas digitais.

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Projeto Uma Banda Por Dia #24 Avalina / #21G2 Polako

Projeto Uma Banda Por Dia #24 Avalina / #21G2 Polako (Foto: Divulgação e Alex @ Estúdio Chuva)

Projeto colaborativo reúne bandas independentes em divulgação mútua

Postado em 27/05/2020 por

PROJETO UMA BANDA POR DIA

A banda Vir GO decidiu juntar uns amigos e criar um projeto colaborativo entre bandas com o intuito de unir a cena de bandas autorais independentes de todo o país que, neste momento de quarentena, não podem mais fazer shows e divulgar seus trabalhos. O projeto reúne 30 bandas que se divulgam mutuamente durante um mês, e foram tantas bandas legais querendo participar que agora são 2 grupos diferentes com 30 bandas cada. As bandas de hoje são AVALINA POLAKO.

AVALINA – Projeto UMA BANDA POR DIA #24

Avalina é uma banda sólida de rock formada em torno de 2014 com várias influencias, desde estilos da década de 90 até o tempo atual. Tem o seu próprio estilo de som, indo contra o que a indústria da música e a mídia força a todo mundo goela abaixo. Com melodias pesadas e letras fortes, passam a sua essência através da sua música, que se transborda em seus shows. Produzindo um material bom, tentam mudar o cenário do rock e, acima de tudo, realmente aproveitar o que fazem. Por enquanto a banda tem o álbum “Heavy Something” lançado no Spotify e nas demais plataformas, gravado por eles mesmos no estúdio High Five Studio e produzido por Mauricio Pastori, e estão aproveitando a quarentena pra terminar a produção de um segundo EP que foi gravado antes dessa loucura toda começar e que deve sair logo mais.

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POLAKO – Projeto UMA BANDA POR DIA #21 G2

“Eu Sozinho”, uma música bem introspectiva, mas cheia de energia é o terceiro single da carreira solo do cantor e compositor Polako.
A música vem sendo executada nas principais rádios de rock do país. A canção é uma reflexão visceral sobre conflitos internos e externos que todos vivemos. Uma pegada de indie rock ao estilo brasileiro com refrão pegajoso e vibrante. A música é uma co-produção de Miro Vaz e Tadeu Patolla com direção artística de Marcos Maynard.

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