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PAUTA
Informação e música em harmonia

Girl Power: a música brasileira como ferramenta do empoderamento feminino

Bia Ferreira durante apresentação no Estúdio Showlivre. (Foto: Aline Oliveira)

Levantamento desenvolvido pela Folha de SP revela que mulheres estão cada vez mais assumindo o protagonismo do cenário musical brasileiro.

Postado em 8 de março de 2019 por

“O principal papel da mulher, em qualquer área, é ser a protagonista de sua própria história”. A afirmação de Tchella, cantora de 29 anos que lançou no ano passado seu primeiro disco, evidencia um sentimento (e movimento) que passou a ganhar força no Brasil dos últimos anos: mulheres estão assumindo lugares de protagonismo em um cenário que parecia já estar dominado por nomes masculinos – a música.

Depois de uma série de anos serem dominados por Wesley SafadãoLuan Santana, Marcos & Belutti e outros dos principais nomes masculinos mais populares do país, a Folha de São Paulo revelou – através de uma intensa análise de dados de consumo musical – que, em 2017, a cantora Marília Mendonça, aos 22 anos, foi o nome mais tocado das rádios e plataformas de streaming no Brasil. 

O resultado, embora não seja tão significativo para milhões de pessoas que usam a Música apenas como a trilha sonora de suas vidas, tem um peso considerável na construção de uma nova realidade de novos nomes da música. “É uma porta de entrada que ela está abrindo para que outras mulheres possam crescer na música também”, conta Tai Cernicchiaro, vocalista da Ramona Rox, durante uma entrevista concedida em maio do ano passado ano.

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Tai Chiaro, ex-participante do The Voice Brasil, é a única mulher na banda Ramona Rox. (Foto: Divulgação)

Aos 27, a fluminense é a única mulher na formação da banda Ramona Rox. Notados por Katy Perry por conta de um cover do sucesso “I Kissed a Girl”, o grupo ganhou visibilidade internacional e, atualmente, acumula números significativos em suas contas oficiais na internet.

Tai, embora tenha ganhado mais visibilidade na frente da Ramona, não é um rosto inexperiente no mercado. A jovem toca violão desde os 12 anos de idade e apresentou seu primeiro show, ao lado de uma banda, quando tinha apenas 17 anos. Por ter crescido sendo alimentada de acordes e notas musicais, a cantora enxerga com clareza as mudanças do cenário. “Agora, as mulheres tem conseguido um espaço merecidíssimo na musica”, analisa.

Exemplo vivo dessa conquista de espaço é Luísa Manzin. Hoje com 21 anos, a produtora musical e líder da banda LUZIA nasceu e cresceu rodeada de bons exemplos musicais, já que seu pai – maestro – sempre alimentou a veia artística da filha frequentando ensaios, recitais, concertos, shows e etc. A jovem sabe muito bem o que é ser protagonista e dona de suas escolhas e projetos. “Eu percebi que era possível gerenciar a própria carreira e fui bem autodidata nesse aspecto”, conta.

31092060_10216236965220283_3851183924625539072_n-300x300 Girl Power: a música brasileira como ferramenta do empoderamento feminino

Luísa Manzin é produtora musical, cantora e líder da banda Luzia. (Foto: Reprodução / Facebook)

Bia Ferreira, outro nome importante, é uma cantora negra e lésbica e – desde o começo – busca ser a peça principal de sua música e ideias. Com composições fortes, como “Cota Não é Esmola”, a cantora é exemplo de posicionamento político e força feminina na produção de conteúdo musical.

Embora ainda não esteja entre os nomes mais conhecidos do país, Bia coleciona milhões de visualizações em seus vídeos – comandados por ela mesma – no YouTube.

Embora estejam cada uma em um gênero, estilo, lugar e realidade diferente, Tchella, Tai, Luísa e Bia têm muito mais em comum do que imaginam. As quatro artistas, além de serem empoderadas, antenadas e super talentosas, são exemplos de liderança e a cara do futuro da música brasileira.

Uma pesquisa desenvolvida pela revista Gloria com o público do festival Skuta, evento sertanejo que aconteceu no Allianz Parque, em maio deste ano, revelou que – contrário à pesquisa feita pela Folha de São Paulo – 65% das pessoas acreditam que artistas masculinos são mais completos e capazes de segurar um show ao vivo por mais tempo, evidenciando um perfil ainda machista dos consumidores brasileiros.

Mercado machista: o talento basta?

Embora as pesquisas mostrem que o número de mulheres em posição de destaque e protagonismo na música cresceu, o mercado ainda se apresenta como uma entidade machista que desvaloriza a mulher. Assim como em todos os outros setores da sociedade, a mulher artista ainda tem o retorno financeiro inferior em relação aos homens, mesmo que o trabalho seja o mesmo ou produzam conteúdo parecido.

Luísa Manzin, por atuar como produtora musical e estar inserida num ambiente em que o “trabalho pesado” é feito, conhece bem o mercado musical e seus obstáculos para as mulheres. Segundo a jovem, o mercado é extremamente machista e a maior prova disso é que o número de mulheres que trabalham na produção de artistas grandes é notoriamente inferior. Essa diferença é resultado do olhar preconceituoso e objetificado que é lançado à mulher e da dificuldade de inserção do gênero na área. “Ninguém te enxerga como profissional, mas como uma possível foda, acima de tudo”, conta.

Tchella, dona do Transmutante (2018), está lançando seu primeiro disco e, apesar de ter pouco tempo no mercado, também sente o efeito colateral do machismo no setor. “Existem sempre menos mulheres do que homens nas escolas de música, começando pelo corpo docente”, afirma. Para a cantora, o machismo é tão forte que pode ser contabilizado em números. Um exemplo disso é o quadro de atrações do festival Lollapalooza deste ano. “Das 72 atrações, apenas 16 eram mulheres. Isso é 1/4, é muito pouco! Como não dizer que não é machista?”,exemplifica. Para a mulher, é extremamente difícil encontrar um ambiente no qual o artista consegue realmente exercer sua arte e expressar ideias e sentimentos sem se preocupar com o julgamento, longe do machismo e da rotulação da sociedade. E é exatamente isso que o Transmutante, o primeiro álbum da cantora, se tornou para Tchella: Um lugar livre!

Um ambiente ainda mais cruel para a mulher, as redes sociais – por conta do sentimento de segurança e impunidade – acabam se tornando um meio para a propagação do preconceito. Os comentários construtivos de fãs são muitos, mas o número de registros negativos e abusivos também é significante.“Sou constantemente assediada por homens que não respeitam minhas publicações como trabalho artístico. Me chamam em conversinhas paralelas e logo perguntam ‘você é casada?’. Quero morrer com isso”, completa Tchella.

Confirmando as ideias de Luísa, Tai Cernicchiaro conta que a valorização do trabalho da mulher acontece, mas apenas quando existe uma segunda intenção. “É sempre mais complicado pra mulher, principalmente se não tiver apelo sexual”, desabafa. A líder da Ramona Rox, embora nunca tenha se sentido discriminada entre os membros do grupo, revela que entre os diversos comentários dos fãs, sempre aparece alguém que quer atingir a vocalista de forma machista. O segredo para lidar com tudo isso,segundo a cantora, é bem simples: não dar importância. “Essas pessoas a gente tem que ignorar”, conta.

Bia Ferreira – por ser mulher, lésbica e negra – sente ainda mais todo esse preconceito para cima da mulher artista. A cantora coleciona situações nas quais foi desmerecida, seja por seu gênero, sexualidade ou cor. Bia se apresenta apenas acompanhada de um violão e, de acordo com seus relatos, a falta da presença masculina gera estranhamento de alguns contratantes. “Muitas vezes eu vou vender meu show e as pessoas perguntam “você não tem um baterista, um baixista”…eu falo “gato, se tiver um, vai ser uma””, conta. Além de tudo, o racismo – somado ao machismo – obriga que a cantora, assim como outras mulheres negras, acumulem diversas tarefas. “A gente tem que ser competente porque sou mulher negra, eu não posso saber só tocar o violão, eu não posso só saber cantar… eu tenho que saber tocar, cantar, falar o arranjo para o baixista, costurar, lavar uma roupa e ainda fazer produção”, desabafa. “Eu estou na base da pirâmide social”, completa.

O papel da mulher na música

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Tchella lança neste ano o Transmutante, o primeiro álbum de sua carreira. (Foto: Divulgação)

Por conta de todo o valor sexual e machista, as quatro cantoras desenvolveram – mesmo que não conhecendo uma a outra – um comportamento e ideal similares: uma noção social e aprofundada da importância de seus trabalhos. O primeiro objetivo listado por todas elas é o empoderamento de meninas e mulheres que acompanham seu trabalho.

A representatividade, segundo Bia Ferreira, é um dos pontos principais quando assume um lugar de destaque e que pode virar exemplo para outras pessoas. Para ela, sua principal função é “mostrar para mulher e meninas negras que elas podem chegar e falar o que quiserem”. Tchella, por sua vez, defende a ideia de que o principal papel da mulher, em qualquer área, é bem simples: assumir o protagonismo de sua própria história. Para ela, a mulher tem que ser livre e consciente para escolher seus próprios caminhos. “A mulher é a força da criação!”, afirma.

 

 

Muse faz show marcante em SP e transforma Ginásio do Ibirapuera em Arena

Muse faz show marcante em SP e transforma Ginásio do Ibirapuera em Arena (Foto: Maria Ramos)

Após encerrar o Rock in Rio, banda britânica fez show para 8 mil pessoas na capital paulista, com abertura da Kaiser Chiefs

Postado em 11/10/2019 por

A banda britânica Muse encerrou mais uma passagem marcante pelo Brasil. Após encerrar o Rock in Rio 2019 com direito a ingressos esgotados, a banda de apresentou em São Paulo, em show que havia sido anunciado para o Allianz Parque inicialmente e teve local alterado para o Ginásio do Ibirapuera.

A abertura da noite foi por conta da banda Kaiser Chiefs. A banda, que também é britânica, esteve pela quinta vez no Brasil. Com um show curto e menos grandioso, a banda tocou grandes hits, como “Ruby”“I Predict a Riot”, Oh My God” e “Everyday I Love You Less and Less” fazendo o público cantar junto, e também tocou músicas do seu mais recente álbum Duck, momentos em que o público mostrava ainda não estar por dentro do trabalho mais recente da banda. Como de costume, a entrega da banda, em especial do vocalista Ricky Wilson, foi total, fazendo uma grande apresentação, mesmo que reduzida.

Agora vamos ao show mais esperado da noite! Se houve certa preocupação por parte do público com a possibilidade de um show reduzido e não tão grandioso quanto o apresentado no Rock in Rio, ou nos estádios e arenas que a banda costuma tocar pelo mundo, ela logo se foi. Assim que o Muse subiu ao palco transformou o tradicional Ginásio do Ibirapuera em uma verdadeira arena, para o delírio dos (aproximadamente) 8 mil fãs presentes.

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Muse

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Foi o primeiro show da tour Simulation Theory em São Paulo, álbum lançado no final de 2018. A tour começou no dia 22 de fevereiro em Houston, no Texas, e seguiu em lugares por todo os EUA, Canadá, Reino Unido e Europa.

A banda fez questão de trazer a estrutura completa de palco que vem usando em sua turnê pelo mundo, tanto para o Rock In Rio quanto para o Ginásio do Ibirapuera, estrutura essa que inclui dançarinos, coreografias, luzes, estrutura de palco… um verdadeiro espetáculo.

Outra marca registrada os show do Muse é a passarela, tradicional em grandes shows, que atravessa a pista e aumenta o espaço para a performance da banda. No show de São Paulo, a passarela usada por Matt Bellamy (voz e guitarra) e em certos trechos do show por toda a banda, atravessava o setor da pista, deixando todos presente no Ginásio perto da banda e interagindo com os integrantes.

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@muse

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Outro destaque foi o monstro Murph, boneco gigante que surgiu no palco quando a banda começou a tocar o clássico “Stockholm Syndrome” e dominou o palco até o fim do show.

Essa foi minha segunda oportunidade de assistir ao show do Muse, e a primeira vez que pude ver um show completo, fora de festivais. Pelo delírio dos 8 mil presentes no Ginásio do Ibirapuera (e de quem aqui escreve) arrisco dizer que foi um dos melhores, senão o melhor show do Muse no país.

SETLIST DOS SHOWS

KAISER CHIEFS

  1. People Know How to Love One Another
  2. Everyday I Love You Less and Less
  3. The Factory Gates
  4. Ruby
  5. Hole in My Soul
  6. Record Collection
  7. Never Miss a Beat
  8. I Predict a Riot
  9. The Angry Mob
  10. Oh My God

MUSE

  1. Algorithm
  2. Pressure
  3. Psycho
  4. Break It to Me
  5. Uprising
  6. Propaganda
  7. Plug In Baby
  8. Pray
  9. The Dark Side
  10. Supermassive Black Hole
  11. Thought Contagion
  12. Interlude
  13. Hysteria
  14. Showbiz
  15. The 2nd Law: Unsustainable
  16. Dig Down
  17. Madness
  18. Mercy
  19. Time Is Running Out
  20. Houston Jam
  21. Prelude
  22. Starlight
  23. Algorithm
  24. Stockholm Syndrome / Assassin / Reapers / The Handler / New Born
  25. Knights of Cydonia

Lollapalooza Brasil anuncia o line up para 2020 com Guns N’ Roses, The Strokes, Travis Scott, Lana Del Rey e muito mais

Lollapalooza Brasil anuncia o line up para 2020 com Guns N’ Roses, The Strokes, Travis Scott, Lana Del Rey e muito mais (Foto: Divulgação)

Evento acontece nos dias 3, 4 e 5 de abril de 2020 no Autódromo de Interlagos, em São Paulo

Postado em 10/10/2019 por

Dias após o término do Rock in Rio 2019, um dos maiores festivais de música do país, outro dos mais importantes eventos de música no Brasil anunciou o line up para 2020. Acabou a espera dos fãs, saiu o line up do Lollapalooza Brasil 2020.

O festival mais uma vez terá três dias de shows, nos dias 3, 4 e 5 de abril de 2020. O local será o mesmo das últimas edições, o Autódromo de Interlagos, em São Paulo, e conta como headliners Guns N’ RosesThe Strokes Travis Scott.

Também estão no line up: Charlie XCXGwen StefaniLana Del ReyVampire WeekendCage The ElephantJames BlakeFresnoMartin GarrixLauvArmin van BuurenPabllo VittarEmicidaLudmillaKevin O Chris, entre outros. Confira a lista completa abaixo:

unnamed Lollapalooza Brasil anuncia o line up para 2020 com Guns N' Roses, The Strokes, Travis Scott, Lana Del Rey e muito mais

Dentre as atrações nacionais, destaque para diversos nomes como já passaram pelo Showlivre, são eles: Emicida, Silva, Rashid, Fresno, Terno Rei, menores atos e Haikaiss. Rashid, que estava no line up do festival deste ano mas teve show cancelado devido a problemas com o mau tempo, já havia sido anunciado anteriormente.

Lembrando que você pode encontrar todas as apresentações no em nosso canal no YouTube ou no Showlivre.com, além de poder ouvir em todas as plataformas digitais.

As vendas já estão disponível no site oficial do evento.

Festival em SP, com Inocentes, Autoramas e Marcelo Gross, reúne música, ação social e gastronomia

Festival em SP, com Inocentes, Autoramas e Marcelo Gross, reúne música, ação social e gastronomia (Foto: Murilo Amancio)

Com programação gratuita, SP Music Ação Rua acontece dia 23 de novembro no Largo da Batata

Postado em 09/10/2019 por

A pluralidade da cidade de São Paulo é a inspiração para o SP Music Ação Rua, um inédito projeto que chega à capital com intensa programação cultural e social, totalmente gratuita. No dia 23 de novembro, o Largo da Batata, em Pinheiros, será palco – das 12 às 19 horas – de oito atrações musicais, espaço para food trucks, feira de vinil e graffiti ao vivo, além de oferecer corte de cabelo gratuito e ter ponto da CAT (Centro de Apoio ao Trabalhador) com oportunidades de emprego.

Na parte musical, o SP Music Ação Rua promove o encontro de nomes consagrados do rock nacional com promessas do estilo na cena paulista. Como representantes da experiência e exemplo de perseverança, além de profissionalismo ao longo de décadas, estão o Inocentes com seu pujante punk rock, a máquina de hits roqueiros Autoramas, o ex-Cachorro Grande Marcelo Gross com sua ousada banda solo, além de Alex Valenzi, Cabeça Pilhada e Anjo dos Becos.

Já as duas primeiras atrações do evento serão apenas relevadas por meio de concurso no Showlivre.com. As bandas vencedoras, além de subir ao palco do SP Music Ação Rua, terão o perfil em destaque no site Showlivre.com. O concurso é aberto a qualquer banda autoral do estado de São Paulo, que pode fazer a inscrição por meio da página oficial do evento. As vencedoras ainda ganharão a distribuição digital do atual material de divulgação pela CD Baby, uma das maiores plataformas de música online do mundo (http://www.cdbaby.com).

De acordo com a produção, o objetivo do projeto é fomentar um ambiente musical democrático e autoral, para que novas bandas e artistas desenvolvam trabalhos com personalidade e diversificados.

A entrada ao SP Music Ação Rua é gratuita, mas lembre-se que se solidário custo muito pouco e salva vidas: no dia do evento serão arrecadadas doações, que serão direcionadas para diferentes projetos sociais da nossa cidade. Pode ser um quilo de alimento não perecível, brinquedo em bom estado, agasalho ou ração (gato ou cachorro).

A realização é da Luartti Produções, Orangeira Music e Positive Foundation, com apoio da Prefeitura de São Paulo por meio da vereadora Noemi Nonato, da Polícia Militar do Estado de São Paulo e da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo.

Confira a programação completa:

● PROGRAMAÇÃO MUSICAL ●
12h – atração escolhida pelo concurso no Showlivre.com
13h – atração escolhida pelo concurso no Showlivre.com
14h – Anjos dos Becos
15h – Cabeça Pilhada
16h – Alex Valenzi
17h – Marcelo Gross Band
18h – Autoramas
19h – Inocentes Oficial

● LIVE PAINT ●
O artista Binho Ribeiro estará das 13 as 18h fazendo seus graffitis ao vivo, mostrando o talento que o coloca como um dos destaques nacionais de seu segmento.

● MAIS ATRAÇÕES ●
Feira gastronômica
Bar
Festival de cervejas artesanais
Espaço rolimã
Airsoft com Go To War
Feira de Vinil
Corte de cabelo gratuito
Posto do CAT oferecendo oportunidades de emprego

Serviço
SP Music Ação Rua
Evento: https://www.facebook.com/events/2369890883249226/
Data: 23 de novembro de 2019 (sábado)
Horário: a partir das 12 horas
Local: Largo da Batata (avenida Brigadeiro Faria Lima, 48 – SP)
Entrada gratuita

Muse e Kaiser Chiefs se apresentam nesta quarta (09/10) em São Paulo

Muse e Kaiser Chiefs se apresentam nesta quarta (09/10) em São Paulo (Foto: Jeff Forney)

Show será no Ginásio do Ibirapuera, confira os horários e detalhes sobre o evento

Postado em por

O Muse irá se apresentar hoje (09/10) em São Paulo, no Ginásio do Ibirapuera, com um show parte da turnê Simulation Theory World Tour 2019. O show ainda contará com a abertura do Kaiser Chiefs. A banda é mais uma atração e um dos destaques do Rock in Rio que estenderá a passagem pelo Brasil para outra capital do País.

O show faz parte da Simulation Theory World Tour 2019 começou no dia 22 de fevereiro em Houston, no Texas, e seguiu em lugares por todo os EUA, Canadá, Reino Unido e Europa. A apresentação em São Paulo será realizada dias depois do show do Muse no Rock in Rio. A banda britânica foi headliner dia 6 de outubro no Palco Mundo do festival, com direito a ingressos esgotados.

Kaiser Chiefs, outro destaque do estilo, será a banda responsável para a abertura do show. Donos de hits como “Ruby”, “I Predict a Riot” e “Everyday I Love You Less and Less”, eles irão apresentar os sucessos que colecionam nos 15 anos de carreira, entre os sete discos já lançados, incluindo as novidades do último disco, “Duck”, lançado neste ano.

O Showlivre.com estará presente nesse grande evento e traremos para nosso leitores uma resenha de tudo o que rolou nos shows de Muse e Kaiser Chiefs no Ginásio do Ibirapuera.

Para um maior conforto e tranquilidade, a produção recomenda que o público chegue com antecedência e use transporte público ou táxi/motoristas de aplicativos para uma chegada mais fácil, por conta do intenso trânsito local esperado em todo o dia da apresentação. 

CONFIRA OS DETALHES 

HORÁRIOS:
Abertura da casa – 17h
Horário do Kaiser Chiefs – 19h45
Horário do Muse – 21h

CONFIRA OS PORTÕES DE ACESSO:
Portão 1 – CADEIRA SUPERIOR LATERAL A (antiga Cadeira Superior)
Portão 2 – CADEIRA INFERIOR LATERAL A (antiga Pista)
Portão 8 – CADEIRA SUPERIOR LATERAL B (antiga Cadeira Superior)
Portão 9 – CADEIRA INFERIOR CENTRAL (antiga Cadeira Inferior) e CADEIRA LATERAL B (antiga Pista)
Portão 11 – CADEIRA SUPERIOR CENTRAL A
Portão 12 – PISTA PREMIUM e TRIBUNA DE HONRA
Portão 13 – CADEIRA ESPECIAL
Portão 14 – CADEIRA SUPERIOR CENTRAL CENTRAL B (antiga Pista)
Portão 15 – PISTA PREMIUM 

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA
Classificação etária: 15 anos desacompanhados.

Menores a partir de 08 até 14 anos, apenas acompanhados dos pais/responsáveis legais.

ITENS/OBJETOS PROIBIDOS

– Câmeras fotográficas ou filmadoras profissionais ou com lente destacável;
– Go-Pro (Ou similares);
– Tablets;
– Cartazes de qualquer tipo;
– Guarda-chuvas;
– Bebidas alcoólicas;
– Materiais ou objetos que possam causar ferimentos;
– Armas de fogo ou brancas de qualquer espécie;
– Copos ou qualquer outro tipo de embalagem de vidro;
– Fogos de artifício;
– Papel em rolo, jornais e revistas;
– Bandeiras e faixas com mastro;
– Capacetes de motos ou similares;
– Correntes, cinturões e pingentes;
– Roupas ou acessórios com partes pontiagudas que possam machucar;
– Drogas ilegais, substâncias tóxicas, medicamentos sem receita médica ou produtos compartilhados com outras pessoas por motivos médicos. Quem precisar levar os medicamentos, deve apresentar receita médica em seu nome;
– Desodorante, cosmético ou perfume em recipientes com volume superior a 90 ml;
– Materiais destinados à fabricação de bombas ou que possam causar incêndios;
– Lasers, walkie-talkie e drones;
– Pistolas de água, cadeiras, panfletos e adesivos;
– Animais – exceto cães guias identificados e acompanhados de portadores de deficiência visual;
– Utensílios de armazenagem;
– Cadeiras ou bancos;
– Bastão para tirar foto;
– Buzinas de ar;
– Mochilas ou bolsas maiores do que 20x30cm;
– Outros objetos que possam causar riscos, dano ou importunação, sujeitos ao critério da produção, segurança e policiamento no local.

*O portador do ingresso será submetido a inspeções e revistas corporais.
**Os objetos não autorizados serão descartados. 
***O evento não possui guarda-volumes.

A turnê no Brasil é apresentada pela Elo e produzida pela Live Nation. Budweiser é a cerveja oficial da turnê no Brasil. Hospital Sancta Maggiore é fornecedor oficial. Para mais informações, visite www.livenation.lat.

Lançamentos! Selvagens à Procura de Lei, Vitao part. Anitta, Bemvirá, Jardim Soma e Lau e Eu

Lançamentos! Selvagens à Procura de Lei, Vitao ft. Anitta, Bemvirá, Jardim Soma e Lau e Eu (Foto/Selvagens à Procura de Lei: Igor de Melo)

Se liga! Lançamentos nacionais para diversos gostos, confira!

Postado em 04/10/2019 por

SELVAGENS À PROCURA DE LEI | O quarteto cearense se prepara para um grande show no Rock in Rio, no dia 06 de outubro. Não por acaso, no mesmo dia das bandas de rock alternativo: Imagine Dragons (com a qual os Selvagens já dividiram o palco, em 2014, quando abriram para os americanos no Rio de Janeiro) e Muse (trio britânico bastante admirado pelos Selvagens). Antes disso, a banda lança o clipe do novo  single “Sem Você Eu Não Presto”, com direção de Carol Shimeji e Droo Droo, do Shimeji Studio. Assista ao clipe:

VITAO part. ANITTA | O cantor e compositor paulistano Vitão apresenta seu novo single, “Complicado”, com a participação especial de Anitta. Disponível em todos os aplicativos de música, a canção foi composta por Vitão em parceria com Day Lins, Diogo Piçarra, Carol Biazin, Dan, Marcelinho Ferraz e Pedro Dash. E fala em sua letra trechos como: “A vida é curta demais pra ficar pensando / Se eu quero e você quer porque perder mais tempo”. Assista ao clipe de “Complicado”:

BEMVIRÁ | A banda Bemvirá lançou o álbum “Eu Acho que Preciso de Um Pouco de Espaço”, com diversas participações especiais. Ainda no ano passado, a banda lançou o single “Astronauta”, confira aqui o clipe:

JARDIM SOMA | Luca Bori, conhecido pelo trabalho na banda Vivendo do Ócio, está com um novo projeto musical chamado Jardim Soma, que acaba de lançar o álbum “Antena”, que traz 9 faixas. Antes do álbum, foram lançado alguns singles e clipes, o último deles o “Dois Mil e Qual?“:

LAU E EU | A banda Lau e Eu lançou o single e clipe “Motorista”. É o primeiro single lançado no ano, o último havia sido em 2018, ano em que a banda gravou a apresentação ao vivo no Estúdio Showlivre, e você pode conferir nas plataformas digitais. “Motorista” é a descrição sonora/imagética de um atropelamento. A faixa gravada em 2018 na Toca do Raposo (São Paulo). A canção narra os movimentos de um ciclista em seus últimos momentos. A narração implica o olhar “deseurocentrizado” do “ciclista”. Este suburbano das Américas, com a pele queimada de sol e a bicicleta como primordial forma de deslocamento. Assista:

Estefane Bragga lança “Saudade do Seu Ex”, seu primeiro EP

Estefane Bragga lança “Saudade do Seu Ex”, seu primeiro EP (Foto: Aline Oliveira)

Clipe produzido pelo Showlivre já está disponível no YouTube

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A cantora sertaneja Estefane Bragga lançou “Saudade do Seu Ex”, seu primeiro EP. Um clipe, com produção do Showlivre.com acompanhar o primeiro lançamento da carreira de Estefane.

Assista ao clipe “Saudade do Seu Ex”:

O talento sertanejo da cantora despertou ainda na infância, enquanto morava com seus pais na Bahia. Em meio a tantas influências do axé & forró, Estefane Bragga logo aos 7 anos já aproveitava o eco do banheiro para cantar as modas que tanto escutava nos programas sertanejos da telinha, sua verdadeira paixão. Apoiada pelo avô desde cedo, aos 9 anos ganha seu primeiro violão e logo os acordes começam a sair de suas mãos. Os ensaios eram na sacada de casa e a timidez era tamanha que a voz saía baixinha, baixinha.

Mas o amor pela música sertaneja venceu as barreiras, e hoje Estefane Bragga se apresenta nas mais diversas cidades do interior paulista.
Dona de uma voz incomum, a cantora e compositora Estefane Bragga chegou para mostrar que o sertanejo se reinventa sempre, encantando seu público fiel com letras e melodias que falam de amores, paixões e sonhos, e tudo isso você pode conhecer no EP, disponível nas principais plataformas digitais e YouTube.

Plebe Rude lança “Evolução”, single que anuncia seu novo álbum

Plebe Rude lança “Evolução”, single que anuncia seu novo disco (Foto: Caru Leão)

Faixa tem trecho narrado pelo comentarista e ex-jogador de futebol Walter Casagrande

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Nesta sexta-feira (4), a Plebe Rude divulgou a primeira faixa do álbum duplo “Evolução”, que terá o lançamento dividido em dois volumes, um deles previsto para 6 de dezembro e o outro para o primeiro semestre de 2020. A música, que leva o mesmo nome do disco, pode ser considerada uma espécie de “sinopse” deste novo trabalho temático da banda, que narra em 28 faixas a trajetória do ser humano na terra e faz uma ampla análise do homem, do seu desenvolvimento e de sua vivência em sociedade.

“‘Evolução’ é a música tema que resume essa saga, esse arco do homem desde que começou a andar nas duas pernas e despertou a consciência, até sua total destruição na Quarta Guerra Mundial. Einstein dizia que não sabia como a Terceira Guerra Mundial seria lutada, mas que a quarta seria com pedras e paus. No meio da canção, duas vezes o Walter Casagrande [comentarista e ex-jogador de futebol] aparece narrando, como se fosse um observador onipresente, os mandos e desmando da humanidade”, revela o vocalista Philippe Seabra. Assista ao lyric video de “Evolução”:

Foi a partir da faixa “Evolução” que vieram todas as outras canções do disco. Curiosamente, a música responsável pelo projeto ambicioso, que também se transformará em um musical dirigido por Jarbas Homem de Mello no próximo ano, foi composta em 1989, depois que Philippe e o baixista André X ouviram “It’s the End of the World as We Know It (And I Feel Fine)”do REM e foram inspirados por aquele formato, que apresentava uma cascata de palavras. “Mas, na época, também queríamos um baixo presente igual ao do Rusty Cage do Soundgarden, cujo clipe passava direto na MTV. E um groove pós-punk, tipo Talking Heads ou Clash, que já estava embutido no nosso DNA. O resultado foi Evolução”, diz André X.

Enquanto escrevia sua biografia, Seabra reviveu esse período da banda e encontrou a letra original de “Evolução”, que depois de 30 anos voltou à tona e inspirou as outras 27 músicas do novo álbum. 

Além de estar disponível nas principais plataformas digitais, a faixa “Evolução” ganhou o lyric vídeo dirigido por Fernando Dalvi“Ficou lindo. As letras sempre foram importantes para as bandas de Brasília”, conta o vocalista.

Formada em 1981, a Plebe Rude atualmente é composta por Philippe Seabra (Voz, Violão e Guitarra), Clemente Nascimento (Voz e Guitarra), André X (Baixo e Backing Vocals) e Marcelo Capucci (Bateria e Backing Vocals). 

A Plebe Rude apresentou – no final de 2017 – em São Paulo, um show com canções inéditas, compostas entre 1981 e 1983 (últimos anos da Ditadura Militar, que influenciou diretamente o trabalho do grupo). Produzido pelo showlivre.com, o show, que também resultou num álbum ao vivo, contou com 17 faixas na setlist – dentre elas, nove inéditas. Com a ideia de resgatar a memória e a realidade da formação original quando compôs o repertório, o cenário foi todo adaptado para reproduzir o ambiente das antigas casas noturnas onde a Plebe costumava tocar. Batizado de Primórdios, o álbum está disponível em todas as plataformas de streaming com uma novidade: a versão estúdio de “Disco em Moscou”. Assista ao show completo:

Lançamentos! menores atos, The Mönic, Black Bell Tone, Gabriel Gonti, Yannick Hara e Giovanni Brum

menores atos, The Mönic, Black Bell Tone, Gabriel Gonti, Yannick Hara e Giovanni Brum (Foto/menores atos: Rodrigo Gianesi)

Listamos algumas novidades da música brasileira, confira!

Postado em 03/10/2019 por

MENORES ATOS | Uma das atrações do palco Supernova no Rock in Rio, a banda carioca menores atos lançou o single e clipe “Além do Caos”. O novo clipe foi dirigido por Giovanna Zambianchi.

A faixa foi gravada, produzida, mixada e masterizada por Gabriel Zander no Estúdio Costella e mostra as suas bases aliadas a novos timbres e elementos. Assista ao clipe:

THE MÖNIC | Convidada para participar do “Escuta as Minas” do Spotify — projeto que seleciona musicistas para gravar em uma casa-estúdio feita por e para mulheres — a The Mönic lança hoje (20) seu novo single, “Frágil”. A faixa foi criada especialmente para o projeto, produzida por Mônica Agena e, nas palavras da guitarrista e vocalista Dani Buarque, “representa algo bem diferente do que já fizemos”. Confira:

BLACK BELL TONE | Formada em Porto Alegre no ano de 2017, a Black Bell Tone é uma banda de rock and roll a moda antiga. A banda lançou seu terceiro clipe, “Amor, Ordem e Progresso”, para divulgar o lançamento do disco de estreia, batizado como “Engenho Que Fabrica Opinião.” Confira o clipe:

GABRIEL GONTI | “Se esse avião pousasse nas nuvens a gente andaria por estrelas à noite”. Os versos que abrem o novo álbum de Gabriel Gonti já começam do alto, numa reflexão surgida enquanto o artista viajava e escrevia — inspirado pela paisagem que se tem desde o céu — as frases que viriam se tornar o primeiro single de “Gonti” (Deck). O novo registro, segundo de sua carreira, já está disponível nos aplicativos de música e mostra um Gabriel que coletou influências ao redor do Brasil para entregar uma legítima representação da nova MPB. Assista ao clipe de “Nuvens”:

YANNICK HARA | Yannick Hara lançou a inédita “Caótico/Distópico”. Faixa integra uma série de lançamentos que antecedem o próximo disco do rapper. Intitulado “O Caçador de Androides”, registro tem lançamento agendado para novembro. Nessa track, movimentada pelo caos rumo à distopia que é o cotidiano atual, artista reflete sobre a vida dos personagens Deckard (Blade Runner-1982) e K. (Blade Runner-2049). Na primeira parte, “Caótico” é, então, o desejo de anarquizar, sair da lógica de trabalho e consumo. Já na segunda, Distópico atinge o limiar da existência. Confira:

GIOVANNI BRUM | O tom confessional é a métrica escolhida pelo multi-instrumentista Giovanni Brum no EP de estreia, “Durante as Luas de Abril”, que externa paixões, conflitos internos, alegrias, frustrações e sonhos. O registro de estreia do músico de Limeira, interior de São Paulo, contém cinco faixas e já está disponível nas principais plataformas de streaming. “Durante as Luas de Abril” abraça a sutileza do pop, o intimismo do folk e traz pitadas de euforia da Nova MPB. A pluralidade das referências, no entanto, estão devidamente em cada lugar e o que Brum apresenta neste EP é um compilado bastante homogêneo. O EP foi gravado em 2019 no estúdio limeirense Nock Studio Alive. Confira:

Lançamentos! Plutão Já Foi Planeta, Pato Fu, Rodrigo San, Trindade e Dieguito Reis, Pedro Beydoun e Bloco do Caos

Lançamentos! Plutão Já Foi Planeta, Pato Fu, Rodrigo San, Dieguito Reis ft. Trindade, Pedro Beydoun e Bloco do Caos (Foto/Plutão Já Foi Planeta: Lucas Silvestre)

Separamos algumas das novidades brasileiras dos últimos dias, confira!

Postado em 27/09/2019 por

PLUTÃO JÁ FOI PLANETA | A banda Plutão Já Foi Planeta lançou o single da inédita “Lua em Rita Lee”. A música é de autoria da vocalista e instrumentista Natália Noronha, que forma o quarteto potiguar com Gustavo Arruda (voz, guitarra, baixo), Sapulha Campos (voz, guitarra, ukulele, escaleta) e Renato Lellis (bateria).

A composição foi gravada com produção musical de Mahmundi, o que explica a textura que remete ao pop dos anos 1980, influência marcante no som da artista. A intenção é que “Lua em Rita Lee” gravite na rede como mix dessa textura oitentista com a pegada pop de Plutão Já Foi Planeta. Terceiro de uma sequência de singles inéditos apresentados pelo quarteto após o lançamento do segundo álbum do grupo, “A última palavra feche a porta” (2017), Lua em Rita Lee gerou lyric video filmado sob direção de Lucas Furtado, da banda Scalene. Confira:

PATO FU | Lançado em 2017, “Música de Brinquedo 2” deu continuidade ao projeto do Pato Fu de gravar clássicos da música nacional e internacional com instrumentos de brinquedo e miniatura. O álbum agora recebe uma versão ao vivo, incluindo todo o repertório de estúdio mais outros sucessos. Dentre essa seleção, “I Saw You Saying (That You Say That You Saw)” é o primeiro single do registro ser liberado nos aplicativos de música.

Eternizado no rock nacional pelos Raimundos e composto por Gabriel Thomaz e Rodolfo Abrantes, o hit foi lançado no álbum “Lavô Tá Novo”, de 1995. Gravado em março deste ano, o show completo chegará aos aplicativos de música no dia 11 de outubro. Na mesma semana chega às lojas o DVD, que, além do Pato Fu e músicos convidados, conta com a interpretação em palco do teatro de bonecos Giramundo. Assista ao clipe:

RODRIGO SAN | O experiente músico alagoano Rodrigo San, que ajudou a fundar a banda Vibrações na década de 1990 e rodou a cena local como guitarrista de outros artistas, enfim lançou o seu primeiro disco também como cantor e compositor. Agora o clipe de “Se a Canoa Virar”, gravado onde ele vive, foi lançado. A música faz parte do álbum “Sutil”, lançado recentemente pelo selo Orangeira Music. Assista ao clipe:

TRINDADE e DIEGUITO REIS| Preparados para o temporal vivido em praticamente todas as esferas da sociedade atual, Trindade e Dieguito Reis lançam no dia 27 de setembro, em todas as plataformas digitais, a primeira parceria entre eles: o single “Tipovandal”.

A faixa traz uma conexão do funk e do pagodão baiano com um beat pesado de trap desenhado sob medida por AquaHertz para Dieguito, Afolabi, Ramón Velásquez e Lázaro Erê deitarem com linhas ácidas e cheias de referências. Confira:

PEDRO BEYDOUN | O cantor Pedro Beydoun liberou mais um single do seu primeiro álbum solo. Depois de emplacar “Os Meus Sonhos”, o também vocalista da Tribo de Jah lança “Juntos Chegar”, com referências reggae e ritmos jamaicanos como o dancehall. A faixa ainda tem a participação da dupla de música eletrônica Rakka. “É uma faixa bem diferente do usual”, afirma Pedro. “Juntos Chegar” fala sobre os desafios que o brasileiro em geral enfrenta na hora de se dedicar a sua profissão e aos seus sonhos. Nas palavras de Pedro Beydoun, é “especialmente dedicada aos artistas do nosso país”. O clipe em animação é assinado pela Samp Media assista:

BLOCO DO CAOS | A banda “Bloco do Caos” lançou “Palma para Louco”. A banda postou em uma de suas páginas oficiais a seguinte mensagem sobre o novo lançamento:
“Pedaço por pedaço, as várias facetas da hipocrisia se juntaram para construir o Brazil. Racista, homofóbico, misógino, classista, corrupto, entregue aos interesses externos e ao fascismo. Mesmo assim, o nosso Brasil ainda existe. Nosso samba não vai ser entregue pra gringo sambar. Se você bate palma pra louco, prepare-se: essa história está longe de acabar. Nossa roda de samba colorida, tão querida, não para!”
Confira abaixo o single:

Abbey Road faz 50 anos e ganha versão comemorativa remasterizada e estendida

Abbey Road faz 50 anos e ganha versão comemorativa remasterizada e estendida (Foto: Divulgação)

Novo clipe de “Here Comes The Sun” acompanha o lançamento comemorativo

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Se os 50 são os novos 30, “Abbey Road”, álbum icônico dos Beatles que completa sua marca de meio século de lançamento no dia 26 de setembro, segue no topo da vitalidade. Prova disso é que três de seus vários hits estão entre as 10 músicas mais ouvidas dos Beatles no último ano na Deezer. O disco virou um dos mais famosos da história não só pela trilha – mas também pela imagem dos quatro membros em uma faixa de pedestres na rua homônima, atualmente considerado como o templo da banda e atração turística imperdível em Londres.

Em comemoração ao cinquentenário do álbum, que tem 17 faixas, a obra ganhou uma versão estendida e remasterizada, disponível nas principais plataformas de streaming. A novidade traz diferentes takes de músicas do álbum e versões ainda não terminadas de alguns dos maiores sucessos os garotos de Liverpool. Confira a música “Oh! Darling” em versão remasterizada:

Curiosamente, o Brasil é o país que mais ouve este álbum, seguido por Estados Unidos, Irlanda, Reino Unido e Portugal. Já quando se observa em quais lugares do mundo Os Beatles são mais escutados, o cenário muda: a sequência fica com França na liderança, seguida por Brasil, Reino Unido, Alemanha e México.

Dentre as Top 10 músicas da banda mais tocadas no streaming da Deezer e que pertencem a Abbey Road, “Something”, composição de George Harrison, figura na 8º posição. “Come together”, faixa de abertura do disco, e escrita por John Lennon com influência de Chuck Berry, ficou a um passo do pódio e está na quarta posição entre as mais ouvidas. Fun fact: A influência de Berry na música foi tão grande que Lennon foi acusado pela gravadora do artista de plagiar “You Can’t Catch Me”. A questão foi resolvida num acordo extrajudicial sigiloso.

Confira a versão demo de “Something”, presente no lançamento comemorativo:

Para fechar a lista, “Here comes the Sun” é a terceira música mais ouvida dos Beatles na Deezer mundialmente. De acordo com o autor George Harrison, ela foi composta numa manhã ensolarada na mansão de Eric Clapton. Curiosamente, John Lennon não pode participar da gravação pois se recuperava de um acidente de carro sofrido nas férias, quando dirigia em estradas escocesas. Foi lançado também um novo clipe. O clássico “Here Comes The Sun” ganhou uma obra em vídeo para acompanhar a sua versão remasterizada, confira:

Quem ouve Abbey Road?

Jovens. A maioria dos plays neste icônico álbum é de pessoas de 26 a 35 anos, correspondente a 34% do total; seguido por quem tem entre 18 e 25 anos (25%) e entre 36 a 45 anos (23%). Ouvintes com 46 a 55 anos correspondem a 8% do total, enquanto aqueles que têm mais de 55 são 6% e, os menores de 18 anos, 3%. Detalhe: homens representam 74% do público.