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PAUTA
Informação e música em harmonia

Girl Power: a música brasileira como ferramenta do empoderamento feminino

Bia Ferreira durante apresentação no Estúdio Showlivre. (Foto: Aline Oliveira)

Levantamento desenvolvido pela Folha de SP revela que mulheres estão cada vez mais assumindo o protagonismo do cenário musical brasileiro.

Postado em 8 de March de 2019 por

“O principal papel da mulher, em qualquer área, é ser a protagonista de sua própria história”. A afirmação de Tchella, cantora de 29 anos que lançou no ano passado seu primeiro disco, evidencia um sentimento (e movimento) que passou a ganhar força no Brasil dos últimos anos: mulheres estão assumindo lugares de protagonismo em um cenário que parecia já estar dominado por nomes masculinos – a música.

Depois de uma série de anos serem dominados por Wesley SafadãoLuan Santana, Marcos & Belutti e outros dos principais nomes masculinos mais populares do país, a Folha de São Paulo revelou – através de uma intensa análise de dados de consumo musical – que, em 2017, a cantora Marília Mendonça, aos 22 anos, foi o nome mais tocado das rádios e plataformas de streaming no Brasil. 

O resultado, embora não seja tão significativo para milhões de pessoas que usam a Música apenas como a trilha sonora de suas vidas, tem um peso considerável na construção de uma nova realidade de novos nomes da música. “É uma porta de entrada que ela está abrindo para que outras mulheres possam crescer na música também”, conta Tai Cernicchiaro, vocalista da Ramona Rox, durante uma entrevista concedida em maio do ano passado ano.

Ramona-Rox-Promo-7 Girl Power: a música brasileira como ferramenta do empoderamento feminino

Tai Chiaro, ex-participante do The Voice Brasil, é a única mulher na banda Ramona Rox. (Foto: Divulgação)

Aos 27, a fluminense é a única mulher na formação da banda Ramona Rox. Notados por Katy Perry por conta de um cover do sucesso “I Kissed a Girl”, o grupo ganhou visibilidade internacional e, atualmente, acumula números significativos em suas contas oficiais na internet.

Tai, embora tenha ganhado mais visibilidade na frente da Ramona, não é um rosto inexperiente no mercado. A jovem toca violão desde os 12 anos de idade e apresentou seu primeiro show, ao lado de uma banda, quando tinha apenas 17 anos. Por ter crescido sendo alimentada de acordes e notas musicais, a cantora enxerga com clareza as mudanças do cenário. “Agora, as mulheres tem conseguido um espaço merecidíssimo na musica”, analisa.

Exemplo vivo dessa conquista de espaço é Luísa Manzin. Hoje com 21 anos, a produtora musical e líder da banda LUZIA nasceu e cresceu rodeada de bons exemplos musicais, já que seu pai – maestro – sempre alimentou a veia artística da filha frequentando ensaios, recitais, concertos, shows e etc. A jovem sabe muito bem o que é ser protagonista e dona de suas escolhas e projetos. “Eu percebi que era possível gerenciar a própria carreira e fui bem autodidata nesse aspecto”, conta.

31092060_10216236965220283_3851183924625539072_n-300x300 Girl Power: a música brasileira como ferramenta do empoderamento feminino

Luísa Manzin é produtora musical, cantora e líder da banda Luzia. (Foto: Reprodução / Facebook)

Bia Ferreira, outro nome importante, é uma cantora negra e lésbica e – desde o começo – busca ser a peça principal de sua música e ideias. Com composições fortes, como “Cota Não é Esmola”, a cantora é exemplo de posicionamento político e força feminina na produção de conteúdo musical.

Embora ainda não esteja entre os nomes mais conhecidos do país, Bia coleciona milhões de visualizações em seus vídeos – comandados por ela mesma – no YouTube.

Embora estejam cada uma em um gênero, estilo, lugar e realidade diferente, Tchella, Tai, Luísa e Bia têm muito mais em comum do que imaginam. As quatro artistas, além de serem empoderadas, antenadas e super talentosas, são exemplos de liderança e a cara do futuro da música brasileira.

Uma pesquisa desenvolvida pela revista Gloria com o público do festival Skuta, evento sertanejo que aconteceu no Allianz Parque, em maio deste ano, revelou que – contrário à pesquisa feita pela Folha de São Paulo – 65% das pessoas acreditam que artistas masculinos são mais completos e capazes de segurar um show ao vivo por mais tempo, evidenciando um perfil ainda machista dos consumidores brasileiros.

Mercado machista: o talento basta?

Embora as pesquisas mostrem que o número de mulheres em posição de destaque e protagonismo na música cresceu, o mercado ainda se apresenta como uma entidade machista que desvaloriza a mulher. Assim como em todos os outros setores da sociedade, a mulher artista ainda tem o retorno financeiro inferior em relação aos homens, mesmo que o trabalho seja o mesmo ou produzam conteúdo parecido.

Luísa Manzin, por atuar como produtora musical e estar inserida num ambiente em que o “trabalho pesado” é feito, conhece bem o mercado musical e seus obstáculos para as mulheres. Segundo a jovem, o mercado é extremamente machista e a maior prova disso é que o número de mulheres que trabalham na produção de artistas grandes é notoriamente inferior. Essa diferença é resultado do olhar preconceituoso e objetificado que é lançado à mulher e da dificuldade de inserção do gênero na área. “Ninguém te enxerga como profissional, mas como uma possível foda, acima de tudo”, conta.

Tchella, dona do Transmutante (2018), está lançando seu primeiro disco e, apesar de ter pouco tempo no mercado, também sente o efeito colateral do machismo no setor. “Existem sempre menos mulheres do que homens nas escolas de música, começando pelo corpo docente”, afirma. Para a cantora, o machismo é tão forte que pode ser contabilizado em números. Um exemplo disso é o quadro de atrações do festival Lollapalooza deste ano. “Das 72 atrações, apenas 16 eram mulheres. Isso é 1/4, é muito pouco! Como não dizer que não é machista?”,exemplifica. Para a mulher, é extremamente difícil encontrar um ambiente no qual o artista consegue realmente exercer sua arte e expressar ideias e sentimentos sem se preocupar com o julgamento, longe do machismo e da rotulação da sociedade. E é exatamente isso que o Transmutante, o primeiro álbum da cantora, se tornou para Tchella: Um lugar livre!

Um ambiente ainda mais cruel para a mulher, as redes sociais – por conta do sentimento de segurança e impunidade – acabam se tornando um meio para a propagação do preconceito. Os comentários construtivos de fãs são muitos, mas o número de registros negativos e abusivos também é significante.“Sou constantemente assediada por homens que não respeitam minhas publicações como trabalho artístico. Me chamam em conversinhas paralelas e logo perguntam ‘você é casada?’. Quero morrer com isso”, completa Tchella.

Confirmando as ideias de Luísa, Tai Cernicchiaro conta que a valorização do trabalho da mulher acontece, mas apenas quando existe uma segunda intenção. “É sempre mais complicado pra mulher, principalmente se não tiver apelo sexual”, desabafa. A líder da Ramona Rox, embora nunca tenha se sentido discriminada entre os membros do grupo, revela que entre os diversos comentários dos fãs, sempre aparece alguém que quer atingir a vocalista de forma machista. O segredo para lidar com tudo isso,segundo a cantora, é bem simples: não dar importância. “Essas pessoas a gente tem que ignorar”, conta.

Bia Ferreira – por ser mulher, lésbica e negra – sente ainda mais todo esse preconceito para cima da mulher artista. A cantora coleciona situações nas quais foi desmerecida, seja por seu gênero, sexualidade ou cor. Bia se apresenta apenas acompanhada de um violão e, de acordo com seus relatos, a falta da presença masculina gera estranhamento de alguns contratantes. “Muitas vezes eu vou vender meu show e as pessoas perguntam “você não tem um baterista, um baixista”…eu falo “gato, se tiver um, vai ser uma””, conta. Além de tudo, o racismo – somado ao machismo – obriga que a cantora, assim como outras mulheres negras, acumulem diversas tarefas. “A gente tem que ser competente porque sou mulher negra, eu não posso saber só tocar o violão, eu não posso só saber cantar… eu tenho que saber tocar, cantar, falar o arranjo para o baixista, costurar, lavar uma roupa e ainda fazer produção”, desabafa. “Eu estou na base da pirâmide social”, completa.

O papel da mulher na música

Tchella-Divulgação-1 Girl Power: a música brasileira como ferramenta do empoderamento feminino

Tchella lança neste ano o Transmutante, o primeiro álbum de sua carreira. (Foto: Divulgação)

Por conta de todo o valor sexual e machista, as quatro cantoras desenvolveram – mesmo que não conhecendo uma a outra – um comportamento e ideal similares: uma noção social e aprofundada da importância de seus trabalhos. O primeiro objetivo listado por todas elas é o empoderamento de meninas e mulheres que acompanham seu trabalho.

A representatividade, segundo Bia Ferreira, é um dos pontos principais quando assume um lugar de destaque e que pode virar exemplo para outras pessoas. Para ela, sua principal função é “mostrar para mulher e meninas negras que elas podem chegar e falar o que quiserem”. Tchella, por sua vez, defende a ideia de que o principal papel da mulher, em qualquer área, é bem simples: assumir o protagonismo de sua própria história. Para ela, a mulher tem que ser livre e consciente para escolher seus próprios caminhos. “A mulher é a força da criação!”, afirma.

 

 

Bruna Viola e Everton Neguinho falam em primeira mão sobre o filme Sistema Bruto

Bruna Viola e Everton Neguinho falam em primeira mão sobre o filme Sistema Bruto (Foto: Acervo Showlivre)

Filme reunirá atores, sertanejos, direção de Gui Pereira e trilha sonora por Lucas Lima

Postado em 19/10/2021 por

Bruna Viola foi atração da primeira edição do Estúdio Showlivre Sertanejo e no papo com o apresentador Everton Neguinho revelou novidades em primeira mão do filme Sistema Bruto, que reunirá grande elenco, vários sertanejos e contará com direção de Gui Pereira e trilha sonora composta por Lucas Lima. Confira:

Após o trabalho de sucesso realizado no longa ‘Coração de Cowboy’, que recebeu 5 prêmios no Desert Rocks Film and Music Event, como melhor filme de ficção, melhor roteiro, melhor filme estrangeiro, melhor do festival e prêmio do público, o cineasta brasileiro Gui Pereira, que está cada vez mais investindo em sua carreira em terras norte-americanas, já está em pré produção do novo filme da produtora Dodô Filmes, aberta por Gui em 2016.

O longa ‘Sistema Bruto’ conta a história de duas inseparáveis amigas que vivem a vida em alta velocidade. No elenco, além de Bruna Viola e Everton Neguinho, terão ainda nomes como Bia Arantes, Giulia Massa, Marisa Orth, Oscar Magrini, Thais Pacholek, Marcus Cirilo e Jackson Antunes.

Inspirado na vida country, o cineasta reúne grandes participações especiais da música sertanejo, entre eles Chitãozinho e Xororó, Rionegro e Solimões, César Menotti e Fabiano, Guilherme e Santiago e Lauana Prado são alguns nomes já confirmados no elenco.

Antes da estreia do filme, no dia 12 de novembro teremos a estreia da apresentação ao vivo de Bruna Viola no Estúdio Showlivre Sertanejo, junto com o lançamento do álbum nas plataformas digitais, com um repertório que traz, além de sucessos da artista, alguns clássicos da música sertaneja.

Banda de reggae Raíz Vital será atração do Aposta Showlivre desta sexta

Banda de reggae Raíz Vital será atração do Aposta Showlivre desta sexta (Foto: Acervo Showlivre)

Postado em 18/10/2021 por

O Aposta Showlivre desta sexta-feira vai apresentar a banda Raíz Vital, uma banda do sul do país que está há mais de 14 anos na estrada e tem o objetivo de transmitir alegria, harmonia, mensagens de paz e positividade embaladas por suas melodias animadas.

Aposta Showlivre é resultado da parceria entre o Woohoo e o Showlivre, produtora e distribuidora de conteúdo digital especializada em música ao vivo há mais de 20 anos no mercado. Mais de mil artistas diferentes já passaram pela produtora em apresentações realizadas em seus próprios estúdios ou de parceiros, casas de shows e até mesmo direto de suas casas.

O programa Aposta Showlivre com a banda Raíz Vital vai ao ar dia 22 de outubro, às 21h30, no Woohoo.

Sobre o Woohoo
O Woohoo é um canal de variedades focado em transformação e cultura para todos. Uma programação recheada de música, arte, gastronomia, viagens, comportamento, esportes, estilo de vida e muito mais para um público plural e vibrante, acompanhando o ritmo de um mundo que não se permite ficar parado.

ASSISTA: Woohoo está disponível na Claro (565 – HD e 65 – SD), SKY (191 – SD), Vivo TV (76 – SD), Oi TV (165 – SD) e operadoras independentes de todo o Brasil.

Sobre o Showlivre
Showlivre.com é, desde sua fundação, em 2000, um dos principais divulgadores da música brasileira. Sem se prender a rótulos, produz apresentações ao vivo de artistas de todos os estilos musicais. Do samba ao rock, passando pelo funk, pop, indie e heavy metal. Registrando todas as tendências do século XXI e resgatando tesouros do século passado.

Simple Lo-Fi é atração desta sexta no Aposta Showlivre

Simple Lo-Fi é atração desta sexta no Aposta Showlivre (Foto: Acervo Showlivre)

Programa vai ao ar 21h30 no Canal Woohoo

Postado em 15/10/2021 por

O Aposta Showlivre desta sexta vai trazer o Simple Lo-Fi e convidados, um projeto brasileiro com olhos para o mundo e que reúne as produtoras FLAUTIN e MVR, empresas que atuam há mais de três décadas tanto no mercado publicitário como  no mercado musical produzindo áudio e vídeo.

Os produtores Maiscelinho e Ney Marques formam a base artística do projeto e são responsáveis musicais por todas as canções lançadas. Eles também se lançam como artistas no momento em que trazem suas composições e interpretações de uma forma que unem suas individualidades a uma sonoridade que o Simple Lo-Fi procura ter como padrão.

Aposta Showlivre é resultado da parceria entre o Woohoo e o Showlivre, produtora e distribuidora de conteúdo digital especializada em música ao vivo há mais de 20 anos no mercado. Mais de mil artistas diferentes já passaram pela produtora em apresentações realizadas em seus próprios estúdios ou de parceiros, casas de shows e até mesmo direto de suas casas.

O programa Aposta Showlivre com a banda Naguetta vai ao ar dia 01 de outubro, às 21h30, no Woohoo.

Sobre o Woohoo
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Aposta Showlivre no Woohoo desta sexta traz a banda Teorias do Amor Moderno

Aposta Showlivre no Woohoo desta sexta traz a banda Teorias do Amor Moderno (Foto: Acervo Showlivre)

Power trio liderado por Larissa Alves foi atração do CarnaRock Oz no Showlivre

Postado em 08/10/2021 por

SEXTOU! E sexta é dia de Aposta Showlivre no Woohoo às 21h30! A próxima atração do programa apresentado por Marcelo Luccas será a banda Teorias do Amor Moderno.

A Teorias do Amor Moderno, originária de Santo André, SP e atualmente formada por Larissa Alves (vocal e guitarra), William Sales (baixo e backing vocal) e Maurício Rios (bateria). O trio apresenta um rock alternativo com uma roupagem simples, clareza na sonoridade e nas mensagens que busca trazer momentos bons e de reflexão. Sobretudo, resgata a figura feminina dentro do rock. A banda foi atração do festival CarnaRock Oz no Showlivre em um show que teve participação de Madame Mim e da banda Continue.

Aposta Showlivre é resultado da parceria entre o Woohoo e o Showlivre, produtora e distribuidora de conteúdo digital especializada em música ao vivo há mais de 20 anos no mercado. Mais de mil artistas diferentes já passaram pela produtora em apresentações realizadas em seus próprios estúdios ou de parceiros, casas de shows e até mesmo direto de suas casas.

O programa Aposta Showlivre com a banda Naguetta vai ao ar dia 01 de outubro, às 21h30, no Woohoo.

Sobre o Woohoo
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Sobre o Showlivre
Showlivre.com é, desde sua fundação, em 2000, um dos principais divulgadores da música brasileira. Sem se prender a rótulos, produz apresentações ao vivo de artistas de todos os estilos musicais. Do samba ao rock, passando pelo funk, pop, indie e heavy metal. Registrando todas as tendências do século XXI e resgatando tesouros do século passado.

Estreia! Bruna Viola será a convidada da primeira edição do Showlivre Sertanejo

Estreia! Bruna Viola será a convidada da primeira edição do Showlivre Sertanejo (Foto: Divulgação)

Programa será apresentado por Everton Neguinho e estreia nesta quinta (7/10)

Postado em 06/10/2021 por

Vem aí o Showlivre Sertanejo, um programa especial para celebrar um dos gêneros musicais mais populares do Brasil. O programa vai receber artistas para um bate-papo e muita música, e a entrevista e apresentação fica por conta de Everton Neguinho.

A primeira convidada do programa será Bruna Viola. Após lançar seu primeiro DVD ‘Melodias do Sertão’, Bruna Viola se prepara para conquistar o público. A artista segue cumprindo uma agitada agenda de shows e de divulgação por todo o país. Nada mau para a jovem cuiabana, nascida em 1993 e que aos 11 anos de idade, quando já ouvia os ídolos na música caipira Tião Carreiro e Inezita Barroso, empunhou a viola caipira, que hoje traz como sobrenome artístico.

Com 1 milhão de seguidores no Facebook e mais de 1,5 milhões de visualizações apenas do clipe ‘Se você voltar’, que tem a participação especial da dupla César Menotti & Fabiano, Bruna Viola viu sua carreira artística ganhar novos horizontes a partir do lançamento do álbum ‘Sem Fronteiras’, em agosto de 2015, seu primeiro trabalho na gravadora Universal Music e que rendeu os hits ‘Se Você Voltar’ e ‘Espero Mais’, que entraram na programação musical de várias rádios em todo o país, e teve ótima repercussão do público e da crítica especializada.

Exímia violeira, excelente performer e carismática, Bruna conquistou espaços importantes na mídia nacional. Sua bela figura estampou as capas de jornais em todo o Brasil e só recebeu elogios. A revista Veja dedicou duas páginas à violeira em sua edição nacional e uma entrevista em vídeo no seu canal digital de musica.

Acompanhe ao vivo a estreia do Showlivre Sertanejo em nosso canal no YouTube clicando aqui.

Estreia Showlivre Sertanejo
Convidada: Bruna Viola
Data: 07/10/2021
Horário: 19:00

Grammy Latino 2021: Zeca Baleiro, Tales De Polli (Maneva) e Gustavo Bertoni (Scalene) comentam indicação

Grammy Latino 2021: Zeca Baleiro, Tales De Polli (Maneva) e Gustavo Bertoni (Scalene) comentam indicação (Foto: Divulgação)

Saiba mais sobre os indicados brasileiros e confira a lista dos que já passaram pelo Showlivre

Postado em 01/10/2021 por

A Latin American Recording Academy anunciou nesta terça (28) os indicados ao Grammy Latino 2021. Entre os artistas que concorrem em diferentes categorias que vão do pop ao sertanejo, incluindo premiações a álbuns e músicas específicas, há vários nomes que já passaram aqui pelo Showlivre. São eles: Zeca Baleiro, Maneva, Scalene, Anavitória, Lenine, Tuyo, Luedji Luna e Zé Manoel.

Nós falamos com Zeca Baleiro, Tales De Polli (Maneva) e Gustavo Bertoni (Scalene) sobre a indicação. Confira abaixo:

SHOWLIVRE: Indicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de MPB, ‘Canções d’Além-mar’ é seu 14.º álbum de estúdio. Como foi lançar um álbum durante a quarentena, sem a possibilidade de fazer os shows ou até mesmo turnê que geralmente acompanham um lançamento?

ZECA BALEIRO: O lançamento já estava programado e o álbum estava praticamente todo pronto. Só a mixagem que foi finalizada durante a pandemia, mas aí foi mais simples, pude acompanhar online. Antes da pandemia, planejávamos lançá-lo em CD e vinil, e eu tinha planos de ir a Portugal fazer o trabalho de divulgação pessoalmente. Com esse quadro, resolvemos lançar nas plataformas digitais e, assim que for possível, irei até lá para fazer o show do álbum.

SHOWLIVRE: Muitos artistas e produtores encaram essa indicação como uma validação de um trabalho sucesso. É a sua nona indicação ao Grammy Latino. O que essas indicações representaram para você?

ZECA BALEIRO: Nunca ganhei (risos), mas fico feliz e lisonjeado com as indicações, elas já são um prêmio de certo modo. É o reconhecimento do trabalho em alguma medida, mas, sem querer parecer demagogo, o prêmio maior de fato é a adesão do público. É charmoso ser premiado, claro, mas não superestimo os prêmios, nunca superestimei.

SHOWLIVRE: Em 2014 você passou pelo Estúdio Showlivre em uma apresentação que virou uma das maiores audiências do nosso canal. Com mais de 4 milhões de visualizações, o clipe de ‘Telegrama’ se tornou o vídeo mais popular dessa canção no YouTube. Como foi gravar no Showlivre e fazer o registro ao vivo desse grande sucesso da MPB?

ZECA BALEIRO: Lembro que foi uma apresentação bastante vigorosa, nos divertimos muito, eu e banda. O clima no estúdio era bem bom. Fico feliz de ter esse clipe com tantas visualizações, mais uma forma de expandir o trabalho.

SHOWLIVRE: ‘Lágrimas de Alegria’ traz uma mensagem positiva em uma história de amor, que são características muito encontradas nas músicas do Maneva. Como foi o processo criativo dessa canção e o que acredita que a levou a se destacar das demais nesse sentido?

TALES DE POLLI: ‘Lágrimas de Alegria’ é mais um encontro ‘encantado’ com esse grande amigo e parceiro, Deko. Não é segredo pra ninguém o quanto gostamos dele. Ela nasceu como nascem as músicas do Maneva, cenas do cotidiano, insights… Uma história que precisava ser contada. Além da produção musical incrível do Daniel Ganjaman, ela teve a participação do Natiruts, que somou demais mesmo, era um encontro que aguardávamos desde sempre, fato que muito nos honrou. Ela se destacou pela verdade, pela simplicidade e pelo amor intenso. É assim, desta forma, que o Maneva pensa nas composições escolhidas.

SHOWLIVRE: Nesse momento de tanta dor e incerteza que vivemos devido a crise da Covid19, como foi para vocês se adaptarem ao tão falado “novo normal” e quais as expectativas para a gradual vota a normalidade?

TALES DE POLLI: Tudo o que vivemos foi surreal! Nosso mercado despencou, foi impactado diretamente e hoje vemos um crescimento da retomada que, dentro dos protocolos, faz todo sentido. Estamos com muitas saudades da rotina, dos fãs, da troca de energia nos shows. A pandemia também nos trouxe um grande aprendizado, do quanto o simples é o mais valioso… abraçar os pais, os amigos… Não poder tocar o outro foi extremamente triste.

SHOWLIVRE: O Maneva foi destaque do ShowlivreDay 2011. Qual foi a importância dessa apresentação para o Maneva e o que você considera que mais mudou na hora de subir no palco nesses 10 anos passado de muitas conquistas e sucessos para a banda?

TALES DE POLLI: Muita gratidão por este momento. E que momento! Especial demais pra gente. E foi legal porque busquei o ShowlivreDay 2011 aqui e pude reviver cada cena. Em nome de todos da banda, agradeço pelo convite, por estarem conosco nessa história linda que estamos escrevendo.
Nos 15 anos de estrada, o Maneva mantém a mesma vontade. Muitas coisas mudaram, mas a nossa essência permanece a mesma. A amizade e cumplicidade que existe entre nós e o grande prazer (que é o significado da palavra Maneva) de tocar para os nossos fãs, levar a nossa verdade através das músicas, permanece intacta. E isso, sem dúvida, é motivo de muita felicidade!

SHOWLIVRE: Vocês já concorreram e venceram o Grammy Latino em 2016, com o álbum ‘Éter’ (2015), e ganharam o prêmio de Melhor Álbum de Rock em Língua Portuguesa. O que está sendo diferente com a indicação do EP ‘Fôlego’ (2020)?

GUSTAVO BERTONI: Supõe-se que uma segunda vez seria menos surpreendente mas a real é que foi como a primeira. Não esperávamos isso deste álbum por termos composto e produzido ele todo em nossas casas com equipamentos questionáveis (risos). Foi um processo bem despretensioso e singelo. É uma coleção de canções bem intimistas que foram até interessantes de revisitar porque estamos em uma outra fase já. Mas tem muita verdade e esmero ali, ficamos felizes demais que isso prevaleceu. Uma diferença dessa vez é que, pessoalmente, vou valorizar ainda mais e curtir em dobro a viagem pra Vegas. Da última vez estávamos no meio do furacão que foi se acostumar com a mudança repentina depois de “estourarmos”.

SHOWLIVRE: Como foi o processo de absorver os acontecimentos caóticos causados pela pandemia e transformar isso em canções?

GUSTAVO BERTONI: Ainda está sendo um processo desafiador mas muitíssimo rico. Fomos todos forçados a encarar muita coisa. Lidar com o medo do desconhecido, estar confinado com a própria companhia, repensar os caminhos que estamos tomando como sociedade. Compor pra mim sempre foi uma terapia, uma catarse. Me sinto privilegiado de poder me expressar via música e me conectar profundamente com pessoas em tempos tão febris.

SHOWLIVRE: Em 2013 vocês lançaram o álbum ‘Real/Surreal’ e se apresentaram no Estúdio Showlivre. Como foi a experiência de apresentar o álbum ao vivo no Showlivre e como vê a importância do registro ao vivo para artistas que estão em ascensão, como era o caso de vocês em 2013.

GUSTAVO BERTONI: Foi massa. Na época, representou mais um pequeno e importante passo dado. A gente assistia as bandas que a gente curtia ali e queria participar também. Registros ao vivo são talvez o material audiovisual mais importante de uma banda. Gravações em estúdio te dão mil possibilidades de edição e produção. Ao vivo que a gente realmente saca a alma e a competência do artista. Em 2013 eu tinha 19 anos e faziam nem dois anos que era cantor lead, então a imaturidade transparece ali. Mas outro dia escutei e dada as circunstâncias achei bem ok. É massa ter esses registros que marcam uma época.

Veja a seguir a lista completa com os brasileiros que concorrem à premiação e a lista geral de indicados no site, clicando aqui.

MELHOR ÁLBUM DE POP CONTEMPORÂNEO EM LÍNGUA PORTUGUESA
‘Cor’
– Anavitória (F/Simas)
‘A Bolha’ – Vitor Kley (Midas Music)
‘Duda Beat & Nando Reis’ – Nando Reis e Duda Beat (Relicário/ONErpm)
‘Será Que Você Vai Acreditar?’ – Fernanda Takai (Deck)
‘Chegamos Sozinhos em Casa Vol. 1’ – Tuyo (Tuyo)

MELHOR ÁLBUM DE ROCK OU ALTERNATIVO EM LÍNGUA PORTUGUESA
‘Álbum Rosa’ – A Cor Do Som (Boogie Woogie)
‘Emidoinã – A Alma de Fogo’ – André Abujamra (André Abujamra/Tratore)
‘OXEAXEEXU’ – BaianaSystem (Máquina De Louco)
‘Assim Tocam os MEUS Tambores’ – Marcelo D2 (Altafonte)
‘Fôlego’ – Scalene (Slap)
‘O Bar Me Chama’ – Velhas Virgens (Gabaju Records)

MELHOR ÁLBUM DE SAMBA/PAGODE
‘Rio: Só Vendo a Vista’ – Martinho Da Vila (Sony Music Brasil Entertainment Brasil Ltda.)
‘Sempre Se Pode Sonhar’ – Paulinho Da Viola (Sony Music Entertainment Brasil Ltda.)
‘Nei Lopes, Projeto Coisa Fina e Guga Stroeter no Pagode Black Tie’ – Nei Lopes, Projeto Coisa Fina e Guga Stroeter (Tratore)
‘Samba de Verão’ – Diogo Nogueira (Altafonte)
‘Onze (Músicas Inéditas de Adoniran Barbosa)’ – Vários Artistas Lucas Mayer, produtor (Dorsal Musik)

MELHOR ÁLBUM DE MPB (MÚSICA POPULAR BRASILEIRA)
‘Canções d’Além Mar’ – Zeca Baleiro (Saravá Discos)
‘Hoje’ – Delia Fischer (Labidad Music)
‘Tempo de Viver’ – Thiago Holanda (DMusic)
‘Bom Mesmo É Estar Debaixo D’Água’ – Luedji Luna (Luedji Luna)
‘Do Meu Coração Nu’ – Zé Manoel (Zé Manoel)

MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA SERTANEJA

‘Tempo de Romance’ – Chitãozinho e Xororó (Onda Musical)
‘Daniel em Casa’ – Daniel (Daniel Promções Artísticas Ltda)
‘Patroas’ – Marília Mendonça, Maiara & Maraísa (Som Livre)
‘Conquistas’ – Os Barões da Pisadinha (Sony Music Entertainment Brasil Ltda.)
‘Pra Ouvir no Fone’ – Michel Teló (Som Livre)

MELHOR ÁLBUM EM LÍNGUA DE RAÍZES PORTUGUESAS
‘Do Coração’ – Sara Correia (Universal Music Portugal, S.A.)
‘Orin a Língua dos Anjos’ – Orquestra Afrosinfônica – André Magalhães & Ubiratan Marques, produtores (Máquina De Louco Edições Musicais)
‘Eu e Vocês’ – Elba Ramalho (Acauã Produtora Ltda.)
‘Arraiá da Veveta’ – Ivete Sangalo (Universal Music Ltda)

MELHOR MÚSICA EM LÍNGUA PORTUGUESA
‘A Cidade’ – Jõão Pedro de Araújo Silva, Pedro Fonseca da Costa Silva, Marcos Mesmo, Francisco Ribeiro Eller, Luiz Ungarelli e Lucas Videla, compositores; Chico Chico e João Mantuano (Toca Discos)
‘Amores e Flores’ – Diogo Melim e Rodrigo Melim, compositores; Melim (Universal Music International)
‘Espera a Primavera’ – Nando Reis, compositor; Nando Reis (Relicário)
‘Lágrimas de Alegria’ – Tales De Polli e Deko, compositores; Maneva & Natiruts (Universal Music Ltda)
‘Lisboa’ – Ana Caetano e Paulo Novaes, compositores; Anavitória e Lenine (F/Simas)
‘Mulheres Não Têm Que Chorar’ – Tiê Castro, Emicida e Guga Fernandes, compositores; Ivete Sangalo e Emicida (Universal Music Ltda)

Naguetta é atração do Aposta Showlivre desta sexta no canal Woohoo

Programa dá espaço para novidades do cenário musical brasileiro e internacional dos mais variados gêneros

Postado em 28/09/2021 por

Toda sexta é dia de Aposta Showlivre no Woohoo às 21h30, e nessa sexta o programa apresentado por Marcelo Luccas traz o show da banda Naguetta.

O Naguetta surgiu em Osasco no final de 2005, a ideia principal do projeto era criar composições que misturavam a atitude do rock com a positividade do reggae e o swing da soul music acompanhadas por letras fortes e provocativas. A banda já de apresentou ao lado de grandes nomes da música brasileira e já fez centenas de apresentações pelo país, e até mesmo no exterior.

O Aposta Showlivre é resultado da parceria entre o Woohoo e o Showlivre, produtora e distribuidora de conteúdo digital especializada em música ao vivo há mais de 20 anos no mercado. Mais de mil artistas diferentes já passaram pela produtora em apresentações realizadas em seus próprios estúdios ou de parceiros, casas de shows e até mesmo direto de suas casas.

O programa Aposta Showlivre com a banda Naguetta vai ao ar dia 01 de outubro, às 21h30, no Woohoo.

Sobre o Woohoo
O Woohoo é um canal de variedades focado em transformação e cultura para todos. Uma programação recheada de música, arte, gastronomia, viagens, comportamento, esportes, estilo de vida e muito mais para um público plural e vibrante, acompanhando o ritmo de um mundo que não se permite ficar parado.

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Sobre o Showlivre
Showlivre.com é, desde sua fundação, em 2000, um dos principais divulgadores da música brasileira. Sem se prender a rótulos, produz apresentações ao vivo de artistas de todos os estilos musicais. Do samba ao rock, passando pelo funk, pop, indie e heavy metal. Registrando todas as tendências do século XXI e resgatando tesouros do século passado.

Rubia Divino fala de coragem e ancestralidade em ‘Áries’, primeiro single de seu primeiro álbum

Rubia Divino fala de coragem e ancestralidade em ‘Áries’, primeiro single de seu primeiro álbum (Foto: Yasmin Victorino)

A música já está disponível em todas as plataformas, o lançamento do álbum é previsto para outubro

Postado em 18/09/2021 por

Rubia Divino lança música e clipe ‘Áries’, que fará parte do seu primeiro álbum de estúdio, ‘Transborda’. A faixa já pode ser ouvida em todas as plataformas de streaming e também ganhou um clipe.

A música escolhida como primeiro single para desbravar os caminhos do álbum remete a ancestralidade, traz simbologias astrológicas e religiosas para falar de coragem, descoberta e memória.

“Áries tem uma energia que se relaciona a Exu em muitos aspectos, que pode transitar nessa abertura ou fechamento de um ciclo. O disco todo fala sobre processos de cura, de reconhecimento e descoberta… e ‘Áries’ carrega todos esses elementos. Acho que ela merecia destaque por ser uma canção de muita força”, explica Rubia.

TRANSBORDA: disco completo e álbum visual serão lançados em outubro

‘Transborda’ é o primeiro álbum de estúdio da Rubia Divino, que já lançou o EP ‘(AFRO)ntamento’, em 2015, além de um álbum ao vivo pelo Showlivre em 2019. O disco conta com 10 faixas, das quais três serão lançadas também como álbum visual, em narrativa única de três atos. A produção foi viabilizada pelo Prêmio Aniceto Matti, iniciativa da Secretaria Municipal de Cultura (Semuc), de Maringá-PR. 

O álbum ‘Transborda’ nasceu do reconhecimento da artista em sua própria ancestralidade, a partir do momento em que reuniu códigos relacionados à percepção de seu pertencimento e subjetividade no mundo. 

“A inspiração do disco veio da ligação com as minhas raízes. Tudo que envolve a concepção deste trabalho vem dessa minha investigação sobre a cura, através da construção de uma narrativa sobre como entender e dimensionar o que é um legado, ancorado ao sagrado e à memória”, reflete a cantora.

Na gravação, acompanharam a cantora os músicos Caio Emílio (percussão), Lilian Nakahodo (piano/teclado), Luca Ramos (guitarra), Lucas Trabuco (contrabaixo), Rhuan Rodrigues (bateria). A produção é de Erica Silva e Coprodução de Lilian Nakahodo.

“Entendo que é necessário não apenas ocupar espaços, mas também abrir caminhos para as gerações que vem depois de nós. O objetivo desse lançamento é celebrar a música preta brasileira com essa obra que marca meus 12 anos de carreira”, celebra a artista.

Em 2019 Rubia Divino se apresentou no Release Showlivre com uma grande apresentação ao vivo, disponível em todas as plataformas de streaming e também em nosso canal no YouTube. Confira a música ‘Amenidades’ ao vivo no Showlivre:

Além do lançamento em todas as plataformas de streaming, o álbum terá 300 cópias em CD que serão distribuídas gratuitamente para o público, personalidades pretas, imprensa especializada e festivais de música. Com 12 anos de estrada, a cantora,  compositora e produtora cultural Rubia Divino é referência no meio artístico e musical no Paraná, se destacando por sua força de interpretação, potência vocal e militância. Em ‘Transborda’, produz a muitas mãos um trabalho genuinamente brasileiro, que por meio do seu olhar e vivências, não abre mão de ter como base as influências de sua raiz.

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Novidades nacionais! Guantas, Cigana, Anjo dos Becos, Mirrors Room e SubRock

Novidades nacionais! Guantas, Cigana, Anjo dos Becos, Mirrors Room e SubRock (Foto: Acervo Showlivre)

Confira algumas novidades da cena!

Postado em 10/09/2021 por

GUANTAS | Há mais de um ano sem fazer shows, a banda Guantas  lançou nas plataformas de streaming a performance ao vivo gravada no Estúdio Showlivre. O grupo passeou pelo seu repertório e aproveitou a oportunidade para destacar a faixa ‘All Night’, que tem uma história muito significativa para o vocalista Nacho Martin.

“Já faz mais de um ano que não fazemos um show presencial. Então, a banda chegou com uma sintonia indescritível, todos felizes por podermos tocar com uma estrutura dessas. O repertório foi composto de músicas presentes nos dois álbuns da banda e dos singles lançados no período de quarentena”, conta o vocalista Nacho Martin

CIGANA | Desconstruir para se reconstruir tem sido o mote da banda Cigana nos últimos anos. Seja repensando seu som com um olhar eletrônico no EP ‘Tudo Que Há de Novo’ (2020) ou no clima pop da recente ‘robabrisa’, o grupo paulista busca outras sonoridades explorando uma nova versão do trabalho lançado no ano passado com um viés de artistas e produtores expoentes da cena indie (Cosmo Curiz, Rafouza, Salvegod e Joe Irente). O projeto já está disponível nas principais plataformas digitais de música e ganha uma uma reinvenção visual assinada por Rafael Souza (Lavanderia Estúdio).

ANJO DOS BECOS | Conhecido por misturar ska, rock, groove e ritmos latinos, o Anjo dos Becos sempre trouxe para o universo da música influências da cultura hip hop, do skate, do grafite e do circo. Nos anos 90, o grupo criou o festival Funny Fluxo Fest, que aconteceu na tenda do Circo Escola Picadeiro. Já circularam pelo evento nomes que hoje são personalidades do skate e do grafite, como Digo Menezes, Bob Burnquist, Álvaro Porque, Os Gêmeos, Tinho e Markone. Nesta sexta-feira (10), o grupo lançou o álbum ‘Overallrockdelic’, que celebra os mais de 25 anos de estrada em 11 faixas.

Com as participações de Joe Klenner (Corazones Muertos), Apollo 9 (ex-Planet Hemp), Kiko Bonato, Black Mantra Band e Paulo Monteiro, “Overallrockdelic” traz ainda uma versão do clássico “Até Quando Esperar” da Plebe Rude e a releitura de ‘Na Noite Somos Todos Iguais’, lançada em 95 no primeiro álbum da banda, o “Funny Fluxo”.   

MIRRORS ROOM | Surgida oficialmente na cidade de Duque de Caxias, no ano de 2018, a Mirrors Room apostou suas fichas em uma mescla de Rock e Metal Alternativo, com Post-Grunge. A banda lançou em 2020 seu EP de estreia, ‘Welcome to the Mirrors Room’. No mesmo ano ainda foi lançado o álbum ‘Mirrors Room Sessions’, onde a banda revisita todas as músicas lançadas até então.

Já 2021 marca um período de renovação para a Mirrors Room, que dá início a uma nova fase musical e conceitual em sua carreira. Através dos singles ‘Never Was About You’ e ‘Don’t Close The Door’, a banda começou a contar uma história sobre relações abusivas, e o processo de libertação do indivíduo, autossuficiência e resiliência. Agora, a banda anuncia o encerramento dessa história com o seu próximo lançamento, o single ‘Goodbye’, onde apresentam a libertação total dessa vitima e o fim dos abusos sofridos.

SUBROCK | SubRock lança música de protesto contra o governo. A música foi composta no meio da pandemia de Covid19 e expressa um pouco o sentimento de revolta da banda com o governo atual brasileiro. A ideia era resumir em poucas palavras o desgoverno Bolsonaro e o refrão precisava ser direto para conseguir mostrar toda a revolta com ele.

Segundo a banda: “As guitarras ficaram mais pesadas propositalmente, além disso a gente fez um meio que um rap, porque achamos que a música pedia esta forma de cantar. E assim, a gente conseguiu também usar a força das nossas vozes de uma forma sincera.”

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Juliette lança seu primeiro EP e inicia carreira musical

Juliette lança seu primeiro EP e inicia carreira musical (Foto: Fernando Tomaz)

‘Juliette’ traz 6 faixas e está disponível em todas plataformas de streaming

Postado em 03/09/2021 por

Juliette, vencedora do BBB21 (Big Brother Brasil), iniciou oficialmente sua carreira de cantora. Para estrear, Juliette preparou um projeto especial com 6 (seis) canções inéditas, lançadas 02/09 (quinta-feira). O EP foi desenvolvido como a primeira amostra musical da cantora e gravado entre as cidades do Rio de Janeiro, Salvador, João Pessoa e Recife. “A música traduz sentimentos e dá sentido à vida. É a fala da alma. A música é uma forma poética de traduzir essa magia que é o ser humano. Eu sou louca por música e agora estou tendo o tempo e a oportunidade para me dedicar a esse sonho e eu fico grata demais“, diz Juliette.

Esse é o primeiro lançamento da artista recém contratada pela Rodamoinho Records, em com a distribuição da Virgin Music Brasil. ‘Juliette’ é um EP com seis canções e que apresenta, em sua ficha técnica (em composição e produção), por exemplo, nomes conhecidos como Umberto Tavares, Rafinha RSQ e Anitta, mas também conterrâneos e amigos de Juliette como Juzé, Dann Costara e Toim do Gado.

“Foi um trabalho muito diferente do que eu já tinha feito (produzir esse projeto). Fizemos uma colaboração de artistas que estavam longe uns dos outros – em Miami, Salvador, João Pessoa e Rio de Janeiro, por exemplo. A sintonia e a vontade de todos de fazer um trabalho verdadeiro foi o que deu sentido e forma para esse EP”, diz Juzé, paraibano amigo de longa data de Juliette e responsável pelo alinhamento musical de sua carreira.

Nas letras do projeto estão presentes temas como o amor, as dificuldades e prazeres da vida e a relação de Juliette com as suas origens e a cultura nordestina. Em ‘Bença’ (música 100% composta e produzida por conterrâneos de Juliette), por exemplo, ela versa: “Quem perguntar por mim / Diga que tô por aqui / Agora se foi fácil, foi não! / Rapadura é doce “mai né” mole não / Na estrada a gente pena, a gente sofre / Mas a gente ama / não me arrependo de nada, não / por que foi tudo de coração / Na vida a gente colhe o que planta”.

Sempre gostei de música e de cantar. A arte tem um espaço especial no meu coração. É uma emoção gigante criar esse projeto, meu primeiro, ao lado de pessoas tão importantes e talentosas. Construir todo esse meu universo é um sonho“, diz Juliette.

Segunda faixa da tracklist, ‘Diferença Mara’, foi a escolhida para ganhar um videoclipe, com direção de ninguém menos que Giovanni Bianco. O vídeo chega ao canal oficial de YouTube de Juliette no dia 6 de setembro, ao meio-dia.

TRACKLIST
01 – Bença
02 – Diferença Mara
03 – Doce
04 – Sei Lá
05 – Benzin
06 – Vixe Que Gostoso

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