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PAUTA
Informação e música em harmonia

Dias de mordaça: o impacto da censura e do terror do AI-5 para a música brasileira

Capa do álbum Cicatrizes do MPB-4, LP que contém a enfática ‘Pesadelo’, uma das músicas mais contundentes contra a censura. Foto: Divulgação / Philips

Nos 50 anos de decreto do Ato Institucional n° 5, reportagem especial do Showlivre faz um retrospecto sobre a produção musical lançada à sombra dos Dias de Chumbo

Postado em 13 de dezembro de 2018 por

Nesta quinta-feira (13), são completados 50 anos do decreto do temido Ato Institucional n° 5. Numa só tacada, o decreto sentenciou: o fechamento do Congresso Nacional; a cassação de direitos políticos e civis de opositores ao regime militar; a escalada da tortura e das execuções praticadas pelo Estado; o recrudescimento da censura; os “desaparecimentos”, o exílio e a clandestinidade de “subversivos”; a vista grossa, via mordaça da imprensa e dos mecanismos de investigação, da corrupção galopante e blindada com a falácia do chamado “Milagre Econômico”.

O enfrentamento aos excessos da ditadura, no entanto, culminou em um dos períodos mais ricos e inventivos para as artes do País. Percepção de resistência que foi desenhada coletivamente a duras penas ao longo dos quatro primeiros anos que sucederam o golpe civil-militar de 1964, e principalmente depois.

Quando oficialmente teve início o regime de exceção, em 1 de abril de 1964, visto em retrocesso, pelas lentes da cultura, o Brasil vivia momento dos mais inventivos para as expressões artísticas, constatação evidente em manifestações individuais, mas também em ações coletivas, como as do CPC (o Centro Popular de Cultura, da União Nacional dos Estudantes, a UNE).

Na tela grande, defendido por cineastas como Glauber Rocha, Nelson Pereira dos Santos, Joaquim Pedro de Andrade, Ruy Guerra e Leon Hirszman, o Cinema Novo herdava lições estéticas e éticas do neorrealismo italiano para registrar um olhar inédito sobre as mazelas do nosso povo.

Nos palcos, o mesmo fenômeno de “Descobrimento do Brasil” era visto em espetáculos de companhias como o Oficina, de Zé Celso Martinez Corrêa e Renato Borghi, e o Arena, de Augusto Boal, Gianfrancesco Guarnieri e Oduvaldo Vianna Filho.

Na ficção literária, em meio a autores consagrados, como Guimarães Rosa, Érico Verissimo e Clarice Lispector, despontavam talentos como Dalton Trevisan, Carlos Heitor Cony, Lygia Fagundes Telles, José J. Veiga e José Agrippino de Paula. Na poesia, a tríade Décio Pignatari e os irmãos Augusto e Haroldo de Campos reinventavam forma e conteúdo, com o movimento da Poesia Concreta, enquanto Roberto Piva e Claudio Willer reverberavam aqui os versos livres e o existencialismo hedonista dos beats norte-americanos.

Nas artes visuais, o mesmo rebuliço estético era disseminado por artistas ousados, como Hélio Oiticica, Amilcar de Castro, Lygia Clark e Lygia Pape, com as proposições radicais do neoconcretismo, que culminaram em experiências de maior afronta, como a mostra coletiva Nova Objetividade Brasileira, de 1967.

Sob a batuta dos maestros que integravam o movimento Música Nova – Rogério Duprat, Damiano Cozzella, Gilberto Mendes, Willy Corrêa de Oliveira e Julio Medaglia –, novas proposições de vanguarda da música erudita ressoavam até mesmo na produção popular, com a adoção gradual de orquestrações de forte apelo sensorial que culminaram em arranjos primorosos de canções como Tropicália (Caetano, 1967), feito por Medaglia, Saudosismo (Gal, 1968) e Construção (Chico, 1971), ambos de Duprat.

Durante o festival Phono 73, no Anhembi, em São Paulo, Gilberto Gil e Chico Buarque são proibidos de cantar a letra de Cálice, ordem expressa por censores infiltrados no evento

Em momento de rara popularidade, a música instrumental também conquistava ouvintes de todo o País. O primeiro álbum do Tamba Trio (homônimo, de 1962), por exemplo, teve quase 300 mil cópias vendidas. No biênio 1963/1964, dezenas de outros LPs instrumentais foram lançados por pequenas gravadoras, como a Elenco, de Aloysio de Oliveira, e a Forma, dos jovens produtores Roberto Quartin e Wadih Gebara. A maioria dos registros trazia músicos modernos defendendo um novo gênero, derivado da bossa nova, chamado samba-jazz ou bossa-jazz. Entre os combos, o Copa 5, do maestro J.T. Meirelles, o Tamba Trio, de Luiz Eça, o Sambalanço Trio, de Cesar Camargo Mariano, e o Bossa Três, de Luiz Carlos Vinhas.

Com a deposição do presidente João Goulart e o engavetamento de seu projeto progressista, o samba-jazz e a bossa nova – mais especificamente a chamada “segunda geração”, liderada por Edu Lobo e seu amigo Marcos Valle – sofreram ingerências imediatas do golpe.

Cientes do poder da canção como forma de propagar ideias a milhões de brasileiros, os novos compositores deram adeus à temática idílica “do amor, do sorriso e da flor” (sintetizada no título do segundo álbum de João Gilberto, de 1960), para falar das mazelas do povo nordestino, da miséria cotidiana de favelas e morros e da necessidade de resistir às arbitrariedades dos militares. Movimentação que chegou ao ápice no show-manifesto Opinião, apresentado por Nara Leão, Zé Keti e João do Valle, em dezembro de 1964, na sede carioca do Teatro de Arena, em Copacabana.

“Tudo acontecia de bonito no cinema, no teatro e na música, e eu, tipicamente bossa nova, só falava de coisas boas, do amor, da natureza, mas chegamos a 1964 e tudo mudou completamente. O momento exigia posicionamento. Nossa liberdade estava cerceada e tínhamos que combater aquilo tudo.”

O depoimento de Marcos Valle, registrado em entrevista que publiquei com o artista na  edição 51 da extinta revista Brasileiros, escancara que, na  seara da música popular, foi justamente no campo de avanços estéticos, como a experiência harmônica da bossa nova, que os futuros compositores tiveram de abrir mão para dar lugar a uma música politizada, de complexidade harmônica infinitamente menor, com poucos acordes, porém incisiva nas letras, a famigerada “canção de protesto”, de artistas como Sérgio Ricardo e, maior expoente do gênero, Geraldo Vandré.

Autor do hino Caminhando (Para não Dizer que não Falei das Flores), Vandré foi tido por décadas como notória vítima da tortura e supostamente submetido a práticas horrendas, como lavagem cerebral e emasculação (retirada dos testículos). Fatos que o compositor, recluso há décadas, sempre negou.

Chico, aliás, criou um personagem, o sambista Julinho da Adelaide, para driblar os censores. Com essa estratégia, conseguiu driblar a mordaça e emplacou o sucesso Jorge Maravilha, do refrão “você não gosta de mim, mas sua filha gosta”, suposto recado do artista para o então presidente, o general Ernesto Geisel.

Autor do icônico cartaz de Deus e o Diabo na Terra do Sol, do baiano Glauber, o conterrâneo Rogério Duarte, um dos mais importantes artistas gráficos de sua geração, foi uma das primeiras vítimas a delatar a crescente prática de tortura que culminaria nos dias de barbárie ainda maior do AI-5. Rogério e seu irmão, Ronaldo, foram presos em 4 de abril de 1968, quando pretendiam ir à missa de Sétimo Dia do secundarista Edson Luís, morto por militares no restaurante estudantil Calabouço, no Rio de Janeiro – fato que culminou na chamada Passeata dos Cem Mil, com a mobilização de artistas e cidadãos cariocas contra o regime militar. Os irmãos Duarte passaram seis dias nas mãos dos militares e denunciaram à imprensa, em 11 de julho daquele ano, os excessos cometidos pelos militares.

Os traumas decorrentes da tortura fizeram com que o artista gráfico, autor de capas memoráveis da MPB, como LeGal, de Gal Costa, e Expresso 2222, de Gilberto Gil, vivesse por longos dois anos na mais absoluta clandestinidade. Rogério também teve de ser submetido a internações psiquiátricas e mergulhou em uma crença de redenção pelo misticismo que atravessou a década de 1970.

Para o historiador Sérgio Cabral, em entrevista a este repórter publicada na edição de abril de 2014 na revista Brasileiros, o golpe civil-militar de 1964 foi um momento divisor na história cultural do País, guinada histórica que demandou da classe artística a adoção imediata de novos procedimentos para driblar a censura, em nome de um senso de sobrevivência que ia além da conotação de resistência artística, mas de preservação da própria vida.

“Depois dos militares, a preocupação dos artistas ganhou base política. Não posso garantir que tenha havido um desvio definitivo, que a partir de então a música e a cultura brasileira poderiam ter sido diferentes sem os militares, mas muitos artistas até brincaram com a burrice da censura. A censura tinha a tradição de cortar coisas sem importância e deixar passar outras que, aparentemente, jamais deixaria. Omissões que até hoje não entendo, mas que felizmente houve, como a frase ‘Você me corta um verso e eu faço outro/Que medo você tem de nós?’ (da canção Pesadelo, de Maurício Tapajós e Paulo Sérgio Pinheiro, gravada pelo MPB-4 no álbum Cicatrizes, de 1972).”

Ouça Pesadelo, a contundente composição de Pinheiro e Tapajós

Cabral, no entanto, pondera e acrescenta que Pesadelo foi uma exceção. Segundo ele, o expediente comum era provocar o regime com mensagens cifradas, exercício compulsório que acelerou o processo de maturação de muitos artistas, especialmente no que tange ao lirismo e à criatividade de nossos letristas. “Nasceu daí a arte de fazer música engajada de maneira tão disfarçada que a censura não percebia”, defende o historiador.

Em entrevista publicada em 2011, na edição 46 da Brasileiros, o maestro Arthur Verocai reproduziu a mesma impressão em depoimento a este repórter sobre o trabalho de Vitor Martins, poeta, também parceiro de Ivan Lins, que escreveu as letras de seu primeiro álbum, epônimo, de 1972.

“Como a censura estava no auge e a barra pesadíssima, Vitor escreveu letras bem metafóricas como Presente Grego, exatamente o que significava a ditadura para o povo brasileiro, um presente de grego. A letra dizia coisas como ‘… Por trás das barbas de molho/O olho por olho/Pedra por pedra/Conta por conta…’. Ninguém entendia nada do que Vitor queria dizer – nem mesmo a censura, que liberou tudo.”

Estúpidos ou não, os censores impuseram sua mordaça até mesmo a artistas de grande repercussão internacional, como Milton Nascimento que, em 1968, havia sido convidado a lançar o álbum Courage, nos Estados Unidos, e por duas décadas amortizou uma profunda depressão com o alcoolismo, conforme também relatou a este repórter, em entrevista publicada na Brasileiros em outubro de 2013: “Bastava aparecer o nome Milton Nascimento que a censura vinha e cortava tudo. Nos 20 anos em que não pude falar e fazer quase nada, a única coisa que me restou foi beber muito. Como é que eu ia viver?!”.

Sorte maior tiveram artistas que receberam apoio de corporações multinacionais como a holandesa Philips, tratada com certa vista grossa pelos militares, por evidentes razões econômicas, como lembrou o executivo da indústria fonográfica André Midani, na autobiografia Música, Ídolos e Poder: do Vinil ao Download (editora Nova Fronteira).

“O governo ameaçava cancelar o registro da companhia no Departamento de Censura se não cooperássemos com os ‘princípios patrióticos da revolução’. Desconsideramos, por razões simplistas: se havíamos convencido um artista a trabalhar conosco, estávamos ao lado dele e de suas posições políticas. Por outro lado, o fato de sermos filiais de importantes conglomerados estrangeiros certamente nos ajudou a seguir com essa postura.”

47579860_922026224653209_5246067862166044672_n Dias de mordaça: o impacto da censura e do terror do AI-5 para a música brasileira

Onipresente, a ação da censura não perdoava nem mesmo compositores estigmatizados de “brega”, como Odair José. Foto: Reprodução / 1973 – O Ano Que Reinventou a MPB

Se a barra pesava menos para os protegidos das grandes gravadoras, sorte menor tiveram artistas menos conhecidos, como o pianista Dom Salvador que, não por acaso, mora em Nova York desde 1973. “A fase era pesadíssima, não havia nenhum interesse político entre nós, mas eu nem desconfiava que estava brincando com fogo.”

Também em entrevista à Brasileiros, reportagem que publiquei no especial Negritude, em novembro de 2011, Salvador lembrou do ambiente hostil do FIC – Festival Internacional da Canção de 1970, quando se apresentou ao lado de seu grupo, Abolição, composto por nove negros.

Vencido por Tony Tornado com BR-3, de Antonio Adolfo e Tibério Gaspar, o festival despertou a ira e um novo alerta nos militares, pois além de Tony – que logo foi obrigado a partir para uma temporada clandestina, de três anos, nos Estados Unidos –, o maestro Erlon Chaves, também negro e então namorado da atriz Vera Fischer, subiu ao palco do FIC.

Ao defender Eu Também Quero Mocotó, composição inédita do amigo Jorge  Ben Jor, Erlon e outros integrantes de sua Banda Veneno foram presos, porque, durante o número, o maestro ousou dançar de forma lasciva com suas backing vocals, todas loiras que, não bastasse, ainda beijaram sua boca. Uma afronta imperdoável para alguns, como a mulher de um general acomodada nas primeiras filas da plateia, que quase enfartou e exigiu que o marido desse um fim na ousadia de Erlon. Desse episódio em diante a carreira do maestro declinou vertiginosamente até sua morte, aos 40 anos, em 1974.

O recrudescimento da censura com o “Decreto Leila Diniz”
Uma apuração do jornalista e escritor Zuenir Ventura para a produção de seu livro 1968: o ano que não terminou revelou: somente no período de vigência do decreto (1968-1978), o AI-5 cassou, suspendeu os direitos e puniu mais de mil cidadãos brasileiros. Para a cultura do País, o saldo também foi desprezível: cerca de 500 filmes, 450 peças de teatro, 200 livros e 200 letras de canções foram censuradas.

Operação executada com um efetivo de mais de uma centena de agentes espalhados em diversos Estados pela Divisão de Censura de Diversões Públicas, órgão instituído com o AI-5, que existiu até 1988, quando foi extinto pela nova Constituição.


Ouça Escravos de Jó, de Milton Nascimento. Interpretada por Bituca e Clementina de Jesus, a composição teve a letra, de forte crítica social, “mutilada” pelos censores, assim como o conteúdo seu álbum de origem, o LP Milagre dos Peixes (1973)  

A mordaça imposta pela ditadura ganhou reforço significativo em 26 de janeiro de 1970, quando foi sancionado, pelo então ministro da Justiça Alfredo Buzaid, o decreto 1.077, imediatamente apelidado pelo jornal O Globo de Decreto Leila Diniz – uma alusão ao fato de a nova lei, que submeteu editoras de livros, jornais e revistas à censura prévia, ter sido criada logo após a atriz conceder uma entrevista bombástica ao tabloide O Pasquim, repleta de palavrões, na qual Leila defendeu o livre arbítrio e o direito feminino ao sexo livre.

Segundo declaração pública de Buzaid, o decreto fez-se necessário para “preservar a integridade da família brasileira, que guarda tradição e moralidade, combatendo o processo insidioso do comunismo internacional que insinua o amor livre para desfibrar as resistências morais da sociedade”.

Na reprodução de trechos de dois livros-reportagem, os jornalistas e escritores Franklin Martins e Zuza Homem de Melo falam do impacto do AI-5 sobre a música popular Brasileira.

“O Congresso foi fechado por tempo indeterminado. Nas semanas seguintes, foram cassados os mandatos de 55 deputados e seis senadores. Três ministros do STF foram afastados e perderam seus direitos políticos. Deixou de existir habeas corpus no Brasil. Uma enorme soma de poderes foi concentrada nas mãos do presidente da República. Milhares de opositores foram presos: estudantes, intelectuais, trabalhadores, parlamentares, religiosos, juízes. Para evitar prisões e maus-tratos, muitos foram obrigados a passar para a clandestinidade. Outros buscaram o exílio. A partir daí, durante os dez anos seguintes, o Brasil viveria sob o terrorismo de Estado. Abertas as jaulas, os tigres saíram à caça, com passe livre para prender, perseguir, torturar, matar.”

Franklin Martins, no texto de introdução da seleção de Aquele Abraço, de Gilberto Gil, uma das centenas de composições compiladas no livro Quem foi Que Inventou o Brasil – a música popular conta a história da República. Texto extraído do volume 2 (que retrata a produção de música popular entre 1964 e 1985), publicado no capítulo Ditadura e Resistência

“Vandré (o cantor e compositor Geraldo Vandré) vivia seus últimos dias de glória. Seus versos foram considerados altamente subversivos, a música foi proibida de ser executada em rádios, mas era cantada em cerimônias de protesto como se fosse a ‘Marselhesa’ brasileira. Dois meses e meio depois, foi decretado o Ato Institucional n° 5 (AI-5), que, entre outras medidas, suspendia o habeas corpus nos casos de crimes políticos contra a segurança nacional. O governo militar assumia sua face mais dura e repressiva, Caetano e Gil foram presos e se exilaram em Londres, Vandré fugiu do País antes de ser preso, Edu Lobo foi estudar arranjo na Califórnia, Chico Buarque foi para a Itália, e a censura fez valer suas garras contra as letras de canções brasileiras. A Era dos Festivais entrou em curva descendente. (….) Paulinho da Viola venceu o último Festival da Record com uma angustiante e bizarra canção que refletia o drama dos compositores exilados e dos que ficaram no Brasil, Sinal Fechado, que ficou na história como um exotismo na sua obra de grande artista.”

Zuza Homem de Mello, em excerto de Os festivais: uma respiração na ditadura, artigo compilado no livro Música Com Z – artigos, reportagens e entrevistas (1957-2014).

MAIS
Leia a reportagem O Romantismo Aguerrido de Taiguara e a Dimensão épica de ‘Ymira, Tayra, Ipy’.  Taiguara foi o compositor mais censurado durante os 21 anos de ditadura e chegou a creditar várias de suas composições no nome da esposa para driblar a mordaça dos censores.

 

 

 

 

 

 

Onze:20 lança clipe de seu novo single: “Todo Santo Dia”

Onze:20 lança clipe de seu novo single: “Todo Santo Dia” (Foto: Divulgação)

Faixa fala de amor e aposta em sonoridade mais moderna e dançante indo além do tradicional reggae da banda

Postado em 19/07/2019 por

Apostando em uma sonoridade mais moderna e dançante, com traços de pop rock somados aos sons do reggae dançante, o Onze:20 lança a faixa “Todo Santo Dia”. O clipe traz uma história de amor entre dois jovens que aproveitam a vida longe da cidade com muita leveza celebrando os frutos dessa união. Single e clipe foram lançados hoje (19/07). Assista:

“Pela primeira vez fizemos um clipe em que não aparecemos em nenhum momento. Nossa intenção foi passar uma história de vida com muito amor, simplicidade e energia positiva. Gostamos muito do resultado e com certeza muitas pessoas vão se identificar com a música e o clipe”, conta Fábio, baterista da banda.

A banda afirma que através da música é possível conscientizar o público sobre a importância de praticar o amor ao próximo para que coisas boas aconteçam: “Em tempos de tantos conflitos, de tanta violência e de tanto desrespeito, falar sobre o amor é essencial pra mostrar o outro lado da moeda. Nossa intenção através da música é conscientizar as pessoas spbre plantar o bem para colher bons frutos no futuro. A caminhada é longa e o processo é lento, mas se cada um fizer sua parte vamos vencer todos esses sentimentos ruins que se espalham cada vez mais na internet e no dia a dia das pessoas”.

Junto com o último lançamento, “Baseado no Amor”, a faixa “Todo Santo Dia”traz um novo marco no amadurecimento da banda, que segue explorando novos elementos da brasilidade sonora. “Estamos sempre amadurecendo. Somos uma banda brasileira e gostamos de explorar toda a riqueza musical que temos no país. Queremos continuar atingindo das crianças até as vovós de uma família e buscamos sempre manter a nossa verdade nos arranjos e nas letras”, declara a banda.

Onze:20 está em nossa playlist “Reggae a Mente” no Spotify e Deezer, siga:

• “Reggae a Mente” – Spotify: http://bit.ly/reggaebr_deezer – *
• “Reggae a Mente” – Deezer: http://bit.ly/reggaebrdeezer – *

Ana Müller faz as pazes com monstros internos e cura as suas dores no álbum de estreia “Incompreensível”

Ana Müller faz as pazes com monstros internos e cura as suas dores no álbum de estreia “Incompreensível” (Foto: Matheus Costa)

O disco esmiúça os mais complexos medos e receios enfrentados pela cantora para tornar-se sua própria fortaleza

Postado em 18/07/2019 por

Ana Müller abriu os trabalhos do disco “Incompreensível” com a contemplativa faixa “Eu Vi Você”, na qual fala sobre se enxergar verdadeiramente. Mas o caminho até o tal autoconhecimento versado no single contou com muitas outras etapas, que foram esmiuçadas pela cantora e compositora capixaba ao longo das 11 faixas do álbum. O trabalho, considerado por ela como a sua estreia fonográfica, foi lançado recentemente.

Assista ao clipe de “Eu Vi Você”:

Logo na faixa-título, a artista faz um convite a um processo de desconstrução ao ouvinte. Ao questionar “o que existe além de mim?”, a artista propõe que todos se abram às infinitas possibilidades que podem responder à indagação, para que surjam, assim, processos individuais de autoconhecimento. Trata-se do primeiro passo para desbravar o deserto que, segundo Ana, existe em todo ser. “‘Incompreensível’ é o homem que decide caminhar por esse deserto e conhecê-lo”, explica.

Ouça “Incompreensível”:

Ao se permitir transitar por todas as personalidades abrigadas em um único “eu”, Ana Müller dá de cara com os seus mais temerosos monstros e dores, encontro que resultou em “Meus Demônios”, segunda faixa do disco. Depois de abrir os olhos para tudo que está ao redor, é hora de se reconhecer como parte do mundo, ou seja, parte da dualidade do universo – temática que ressurge em “Mel e Cristal”, sexta música do trabalho. Para conseguir aceitar todos as suas versões, Ana precisou entender o que engatilha a existência de seus próprios demônios: “Abrace seu demônio, ame-o, conheça-o profundamente, pois assim você nunca será surpreendido por ele, ele será o seu aliado na sua proteção e equilíbrio”, aconselha.

“Tem Dia” é uma canção onde vemos a narrativa das letras edificar a esperança de que, apesar de qualquer dificuldade, existe beleza na vida; enquanto “Caravelas” destaca as ambivalências das relações afetivas. “Me leva pra casa”, por sua vez, apresenta um eu lírico que pede por calma e tranquilidade depois do turbilhão encontrado em seu deserto interior. É aí, em busca de um refúgio, que Ana descobre a si mesma como abrigo, mas não sem antes enfrentar seu entrave final em “Jaci”, música que fala sobre sua avó e ancestralidade.

A cantora retorna à autocontemplação para se reconciliar com todas as suas versões em “Inquilino”. Incompreensível chega ao fim com um eu lírico que não tem certeza absoluta de quem é, mas que tira sarro dos próprios medos. Isso é evidenciado em “Quem Era Eu” e “Eu Não Tenho Medo”.

Incompreensível foi gravado nos estúdios Lab Oi Futuro (RJ) e Funky Pirata (ES). Com produção musical de Henrique Paoli, a mixagem ficou aos cuidados de Gui Jesus Toledo, no estúdio Canoa (SP); enquanto a masterização foi feita por Fernando Sanches, no estúdio El Rocha (SP).

Lançamentos! Nicolas Cândido, Atitude 67, Canto Cego, The Cosmic Surfer, Inacy e MC Soffia

Lançamentos! Nicolas Cândido, Atitude 67, Canto Cego, The Cosmic Surfer, Inacy e MC Soffia (Foto: Reprodução/YouTube)

Separamos algumas novidades da música brasileira, confira e escolha a sua preferida!

Postado em 05/07/2019 por

NICOLAS CÂNDIDO | Duas novas vozes que, juntas, lançam o mais novo dueto romântico. O cantor Nicolas Candido liberou nesta sexta (05), em todas as plataformas digitais, a música “Pug Thor”, com a participação da cantora Sofia Oliveira. A canção faz parte do EP “Acústico Ao Vivo”, que será lançado em breve.

A música “Pug Thor” despertou a vontade de Nicolas em lançar um EP. “Eu tinha duas letras prontas e me surgiu a ideia junto com o meu produtor: por que não lançarmos um EP?”. E assim nasceu um dos maiores projetos do cantor. Assista:

ATITUDE 67 | O grupo Atitude 67 lançou nesta sexta (05/07) o EP “Casa 67”, com cinco singles autorais e inéditos, que já estão disponíveis para audição em todas as plataformas digitais. Para dar aos fãs uma experiência completa neste lançamento, a banda vai disponibilizar um clipe para cada faixa, liberando um por semana. Single do álbum, “Tão Linda” é a primeira faixa a ter seu clipe divulgada, nesta sexta-feira. “O clipe de cada música foi gravada em um cômodo da casa. Esta foi gravada na sala, que é o local de jogos de tabuleiro, de cerveja quando está frio e das rodas de violão. Acho que escolhemos começar por ‘Tão linda’ porque ela traz muita da família que é o Atitude 67. Nada melhor que isso em um álbum chamado ‘Casa 67’”, explica Pedrinho Pimenta, um dos vocalistas da banda. Assista ao clipe:

CANTO CEGO | A banda carioca Canto Cego lançou o clipe de “Passarada”. A banda começou seu processo criativo em 2010, na favela da Maré, lugar que inspirou o nome e a direção social e urbana de suas canções. A banda é formada por Roberta Dittz, Ruth Rosa, Magrão e Rodrigo Solidade. O clipe teve direção e edição de Roberta Dittz. Assista:

THE COSMIC SURFER | A banda catarinense The Cosmic Surfer lançou recentemente Get Cosmic, seu primeiro álbum. Com 10 faixas em inglês e autorais, sendo cinco inéditas, o trabalho homenageia Florianópolis, cidade onde o grupo foi formado, associando as praias da ilha mais famosa de Santa Catarina. O álbum está disponível nas principais plataformas de streaming. Assista ao lyric video de “Someone I Can’t Hold”. No dia 25 de julho a banda se apresenta no Estúdio Showlivre com transmissão a partir das 14h.

INACY | Inacy acaba de lançar o clipe de “Preto é Luz”. Com produção musical do nigeriano GMike, em parceria com o brasileiro Tico Pro, faixa une samba, bossa nova e rap.

“Nessa música eu quis transmitir alegria e, principalmente, exaltar a nossa beleza. Acho importante dizer que precisamos quebrar estereótipos e interromper o fluxo de ideias que nos colocam em imaginários negativos e distorcidos”, ressalta a artista carioca. É ela quem avisa: “reunido lá em casa / na praia, na rua, no bar / na arte, exatas, andando, correndo / dançando por todo o lugar / preto é luz / preto é mágica”.

Para a versão audiovisual, uma série de imagens, gravadas no alto do Edifício Copan, garantem uma vista panorâmica de São Paulo. A direção é assinada por Joyce Prado. Assista ao clipe:

MC SOFFIA |

Fresno lança “Sua Alegria Foi Cancelada”, oitavo álbum de estúdio da banda

Fresno lança “Sua Alegria Foi Cancelada”, oitavo álbum de inéditas da banda (Foto: Reprodução/Facebook)

Com o lançamento, banda tornou-se o primeiro artista nacional a integrar o cast da gravadora BMG Brasil

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A banda gaúcha Fresno, um dos grandes nomes do rock nacional, lançou nesta sexta-feira (05/07) o álbum “Sua Alegria Foi Cancelada”. O oitavo álbum de estúdio da banda já está disponível nas principais plataformas de streaming. O lançamento da sequência ao “A Sintonia de Tudo que Há” (2016). Nos últimos anos, a Fresno tem proposto uma sonoridade mais amadurecida do que aquela que a levou ao sucesso e que os fãs estão acostumados, como nos álbuns “O Rio, A Cidade, A Árvore” (2004), “Ciano” (2006) e “Revanche” (2010).

O álbum foi anunciado com o laçamento dos clipes de “De Verdade” e “Convicção”, além do single “Natureza Caos”. 

Assista ao clipe de “De Verdade”:

Formada por Lucas Silveira, Thiago Guerra, Gustavo Mantovani e Mario Camelo, a banda apresenta em “Sua alegria foi cancelada” 10 faixas, todas lançadas com lyric vídeos.

“A partir de hoje agora este perfil será monotemático. Lançar álbum é uma coisa que só aconteceu oito vezes na minha vida, mas nunca com a emoção que estou sentindo hoje de ter ao meu lado meus irmão e mais uma infinidade de pessoas com a única finalidade de construir algo bonito. Que assim seja”, disse Lucas Silveira através de sua conta no Instagram.

A banda Fresno está em nossa playlist “Eu Quero é Rock!” no Deezer e Spotify, siga:

• “Eu Quero é Rock!” – Spotify: http://bit.ly/euqueroerockspotify – *
• “Eu Quero é Rock!” – Deezer: http://bit.ly/euqueroerockdeezer – *

Do fundo do baú! Em 2011 a Fresno passou pelo Estúdio Showlivre e tocou o clássico “Eu Sei” num formato eletroacústico, confira:

Lançamentos Showlivre! Exalta, Nocivo Shomon, Rubia Divino, Ismaille Miranda e Pedrinho Grana & Os Trocados

Lançamentos Showlivre! Exalta, Nocivo Shomon, Rubia Divino, Ismaille Miranda e Pedrinho Grana & Os Trocados (Foto: Showlivre)

Samba, rap, MPB… confira os lançamentos do Release e Estúdio Showlivre desta semana!

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EXALTA | Em 2018, o Exalta passou a usar como sua marca o nome “simplificado”, partindo da ideia de que a presença de Thell e Brilhantina, dois dos fundadores do Exaltasamba em sua versão iniciada 1986, já identifica ao público em geral que o Exalta é a continuidade de mais de 30 anos de história de um trabalho que havia sido paralisado em fevereiro de 2012. Confira a música

Assista a apresentação na íntegra de Exalta ao vivo no Estúdio Showlivre:

Links para a apresentação de Exalta nas plataformas digitais:
• Spotify, Deezer e Apple Music: http://bit.ly/30l64qx
• Presente também no Tidal, Napster, Google Play,  Amazon, Groove e outros.

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NOCIVO SHOMON | Com letras de protesto e impacto social, Nocivo Shomon vem marcando sua trajetória nas pessoas que se identificam com suas letras, narrando a vida de muitos brasileiros que como ele encontrou dificuldades em seu caminho e nas amarras do sistema em que vivemos.

Assista a apresentação na íntegra de Nocivo Shomon ao vivo no Estúdio Showlivre:

Links para a apresentação de Nocivo Shomon nas plataformas digitais:
• Spotify e Deezer: http://bit.ly/2YFcPTK
• Presente também no Apple Music, Tidal, Napster, Google Play,  Amazon, Groove e outros.

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RUBIA DIVINO | A cantora e compositora Rubia Divino chega ao Release Showlivre com um trabalho que demonstra o talento nato que a carioca de pé vermelho carrega nas veias há mais de 30 anos – destes, 10 de trabalho profissional no ramo musical. Rubia se destaca pela linguagem diversa e, ao mesmo tempo, única, responsável pelo tom em suas imersões artísticas. Ela traz o chamado “ancestral”, de forma lúdica e densa para as realidades do tempo presente.

Assista a apresentação na íntegra de Rubia Divino ao vivo no Release Showlivre:

Links para a apresentação de Rubia Divino nas plataformas digitais:
• Spotify e Deezer: http://bit.ly/2xyIvy8
• Presente também no Apple Music, Tidal, Napster, Google Play,  Amazon, Groove e outros.

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ISMAILLE MIRANDA | Ismaille Miranda, é um cantor, compositor, instrumentista, arranjador e produtor musical que faz da mistura da música baiana, sertanejo e romantismo o seu gênero musical.

Assista a apresentação na íntegra de Ismaille Miranda ao vivo no Release Showlivre:

Links para a apresentação de Ismaille Miranda nas plataformas digitais:
• Spotify, Deezer e Apple Music: http://bit.ly/2FUNuNZ
• Presente também no Tidal, Napster, Google Play,  Amazon, Groove e outros.

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PEDRINHO GRANA & OS TROCADOS | Pedrinho Grana & Os Trocados foi formada em 2009, em Brasília. A banda já lançou um LP “Aurora do Deicida”, e dois EPs “Brazilian Cajun Revival” e “Músicas countries”. Nas palavras do crítico musical Fernando Rosa (Senhor F), Pedrinho Grana apresenta “canções com gosto de sinceridade, inteligência poética e pinta de hit”.

Assista a apresentação na íntegra de Pedrinho Grana & Os Trocados ao vivo no Release Showlivre:

Links para a apresentação de Pedrinho Grana & Os Trocados nas plataformas digitais:
• Spotify, Deezer e Apple Music: http://bit.ly/2RTIuhm
• Presente também no Tidal, Napster, Google Play,  Amazon, Groove e outros.

“Próspera”. Tássia Reis lança, seu novo álbum e anuncia shows na Europa

“Próspera”. Tássia Reis lança, seu novo álbum e anuncia shows na Europa (Foto: Caroline Lima)

O álbum conta com participações de Fabriccio, Monna Brutal, Froid, Preta Ary e Melvin Santhana

Postado em 03/07/2019 por

A cantora e compositora Tássia Reis lançou em junho, “Próspera”. Disponível em todos plataformas digitais, seu terceiro trabalho de estúdio é composto por 16 faixas – 13 tracks e 3 interlúdios –, incluindo participações especiais de Fabriccio, Monna Brutal, Froid, Preta Ary e Melvin Santhana.

Gravado entre março e abril de 2019, no C4 Studio (SP), álbum tem produção assinada por DJ Thai, Eduardo Brechó, Jhow Produz, Nelson D e Willsbife, além da própria Tássia Reis. A mixagem e masterização de são de Luis Lopes.

Assista ao clipe de “Pode me Perdoar”:

Verso a verso, rima a rima, artista fala sobre seguir em frente, progredir e valorizar um olhar mais delicado com a vida, rompendo ideias, ciclos e histórias que nada de positivo conseguem nos acrescentar. “Esse disco surgiu da necessidade de acreditar que podemos ser melhores do que somos agora e prosperar em todos os sentidos: pessoais, amorosos, espirituais e, também, financeiros”, explica a rapper. “É sobre evolução e equilíbrio para que todas essas partes de nossas vidas cresçam juntas e fortalecidas. Para isso é necessário deixar de lado tudo que é ruim, amadurecer, florescer e correr atrás da nossa felicidade. A mensagem é essa. Foca em você, no seu bem-estar, na sua família, na sua ancestralidade. É isso que eu estou buscando para mim”, ressalta.

No Brasil, os shows de estreia desse projeto estão previstos para agosto. Pela Europa, uma turnê inédita já está definida e começará pelo Roskilde Festival (Dinamarca), passando pelo Walthamstow Garden Party (Londres), Sfinks Festival (Bélgica) e Les Escales (França).

“Próspera” foi selecionado pelo Natura Musical por meio do edital 2019, com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura. “O Natura Musical sempre acreditou na força da música para mobilizar as pessoas. Para refletir esse propósito e dar espaço à diferentes vozes, a plataforma apoia artistas e bandas capazes de amplificar debates contemporâneos”, diz Fernanda Paiva, gerente de Marketing Institucional da Natura. “Além de entreter, eles também usam a arte como um meio de questionamento e transformação. É o caso de Tássia Reis em seu novo trabalho”, completa.

Maneva realiza a primeira turnê internacional na França, Irlanda e Portugal

Maneva realiza a primeira turnê internacional na França, Irlanda e Portugal (Foto: Marina Bernardo)

Turnê na Europa marca os 14 anos da banda e acontece nesta semana

Postado em 02/07/2019 por

O Maneva vem colhendo os bons frutos da sólida carreira de 14 anos e uma infinidade de sucessos conquistados. A mistura de ritmos e as letras que tocam o coração, definitivamente caíram no gosto popular. Desta vez, a banda foi convidada para a primeira turnê internacional e viajará para a Europa, onde levará o show ‘Acústico na Casa do Lago’ – que também dá nome ao último DVD, gravado e lançado em parceria com a Universal Music, para três países: França, Irlanda e Portugal.

A primeira parada será em Paris, amanhã (3) para uma apresentação no Vila Moura. De lá o Maneva segue para Dublin e mais um show no Button Factory, no dia 4. A última apresentação acontecerá no Festival Musa Cascais, em Lisboa, no dia 6 de julho. “Ninguém ousou imaginar que canções criadas numa tarde quente, trariam luz pra tanta gente. E quem poderia imaginar que cinco vidas, que eram assim, tão diferentes, pudessem juntas ir para frente? Cinco vidas amigas, que não choram a despedida, só celebram as flores que a nossa canção plantou. Grandes corações e uma família se formou. Podem ter certeza: somos o Maneva, orgulho de ser franco como a nossa natureza. Assim, só resta apreciar o som que forma toda essa correnteza, nos acalma e traz leveza”, definiu Fabinho, baterista, nas redes sociais.

Recentemente o Maneva lançou em todas as plataformas de distribuição digital a nova versão, feita em estúdio, de “Corre Pro Meu Mar” . A canção, escrita por Tales de Polli (vocalista) e Deko, e que traz o dueto com Gabriel Elias, também ganhou um clipe. “Só podemos agradecer a todos por esse momento tão particular e ao mesmo tempo tão especial. É, sem dúvidas, uma fase de muita prosperidade, de colher os bons frutos”, fala Diego Andrade (percussionista).

Assista ao clipe:

Formado pelos amigos Tales de Polli (voz e violão), Felipe Sousa (guitarra), Fernando Gato (baixo), Diego Andrade (percussão) e Fabinho Araújo (bateria), o Maneva festeja os números expressivos que já o consagraram como uma das bandas mais ouvidas do país, superando um 1,5 milhão de ouvintes por mês na plataforma Spotify. Os álbuns ultrapassam os 100 milhões de execuções. No YouTube, são mais de 650 milhões de visualizações orgânicas, entre faixas e clipes.

Maneva passou pelo Estúdio Showlivre em 2014, confira como foi:

O Maneva está na playlist “Reggae a Mente” do Showlivre, que tem os principais lançamentos e maiores clássicos do segmento, presente no Spotify e Deezer, sigam!

• “Reggae a Mente” – Spotify: http://bit.ly/reggaebr_deezer – *
• “Reggae a Mente” – Deezer: http://bit.ly/reggaebrdeezer – *

Lançamentos! Projota, Vanguart, The Mönic, 2B feat. Konai, Maneva e Parque Florenza

Lançamentos! Projota, Vanguart, The Mönic, 2B feat. Konai, Maneva e Parque Florenza (Foto: Divulgação)

Separamos algumas das novidades que vêm movimentando o cenário nacional, confira!

Postado em 01/07/2019 por

Projota lançou seu novo clipe: “Perto do Céu”. O vídeo da música, que faz parte do projeto “Tributo aos Sonhadores I”, está disponível no canal do artista. Com a música, o rapper faz uma grande homenagem a Chorão. “Ele é um dos principais sonhadores que eu conheci”, afirma Projota.
“Eu encontrei com Chorão no Ibirapuera e ele me abraçou muito. Ele falou que uma música minha, ‘Chuva de Novembro’, tinha tirado ele da depressão. Ele me abraçou, me agradeceu, trocamos telefone. Quando estávamos marcando de ir para o estúdio, aconteceu o que aconteceu”, emociona-se Projota: “Eu chorei muito quando eu escrevi essa música”. Assista ao clipe:

Já está disponível em todas as plataformas digitais Vanguart Sings Bob Dylan” (Deck), uma homenagem do Vanguart a um dos maiores compositores da música contemporânea. primeiro álbum não-autoral da banda foi gravado no Estúdio Tambor (Rio de Janeiro), com produção de Rafael Ramos e será lançado também em CD e num compacto em vinil com 3 faixas: “Blowin’ In the Wind”“Tangled Up in Blue” e “Don’t Think Twice, It’s All Right”.

Os shows de lançamento acontecem dias 05, 06 e 07 de julho no Sesc Santana, em São Paulo.

Confira o clipe de  “Blowin’ In the Wind”:

Foi lançado o “Deus Picio” (Deck), o primeiro álbum da The Mönic, destaque do rock nacional da atualidade. Com sete faixas, o registro inclui os singles “Mexico” e “Just Mad”, que têm clipes disponíveis no YouTube, e “Maldizer”, cujo vídeo será lançado em breve.

Assista ao clipe de “Mexico”:

O cantor Konai participa de mais um feat, o lançamento dessa semana é a música “Teu Jogo”, projeto musical da dupla 2B composta pelos Youtubers Christian Figueiredo e Rafael Moreira. O som promete surpreender com uma batida romântica e uma letra envolvente. Confira:

Desde que foi gravada no DVD “Acústico na Casa do Lago”, lançado em parceria com a Universal Music, a música “Corre Pro Meu Mar” despontou como uma das preferidas pelo público. As milhões de visualizações orgânicas no YouTube, bem como os milhões de streamings, chamaram a atenção dos integrantes do Maneva.

Para comemorar o feito, a canção que traz o dueto primoroso com Gabriel Elias, ganhou uma nova versão, feita em estúdio, e um novo clipe, registrado na paradisíaca praia do Éden, no Guarujá, litoral de São Paulo.

Assista ao clipe:

A banda Parque Florenza acaba de lançar o seu segundo single intitulado “Pessoas”, e a música não veio sozinha. O grupo soltou também o videoclipe da faixa, que foi dirigido pelo Mineiro Rhodes.Rec e produzido pela Marã Música, empresa especializada do meio.

Assista aqui ao clipe de “Pessoas”:

Festival Garage Sounds 2019 celebra o rock nacional de julho a setembro por 11 cidades brasileiras

Festival Garage Sounds 2019 celebra o rock nacional de julho a setembro (Foto: Eduardo Abreu)

Serão mais de 150 bandas e separamos algumas que passaram aqui no Showlivre para vocês

Postado em por

Dead Fish (ES); Krisiun (RS); Francisco, El Hombre (SP); Braza (RJ); Froid (DF); Esteban (RS); Molho Negro (PA); Surra (SP); Gloria (SP); Hateen (SP) e Zander (RJ) são as bandas headliners no Garage Sounds 2019. Pela terceira vez o festival itinerante vai chacoalhar o cenário do rock nacional: este ano passando por 11 cidades brasileiras. Além das atrações principais, o Garage Sounds complementa o lineup de cada cidade com atrações locais. São mais de 150 bandas fazendo barulho de 12 de julho a 07 de setembro.

“Nosso objetivo é oferecer uma festa plural onde estarão presentes artistas de diversas subcategorias do rock: Metal, Indie, Emo, Punk e Hardcore. Todas as datas receberão artistas de relevância nacional e também as bandas locais, para fortalecer a cena roqueira de cada cidade”, afirma o diretor do festival Leonardo Kenji.

O festival Garage Sounds acontece desde 2017 e vem expandindo gradativamente desde então. O evento itinerante é encabeçado por grandes nomes do rock e oferece oportunidade para bandas locais de cada cidade por onde passa, contribuindo para fortalecer a cena local.

Sua primeira edição aconteceu em 2017, em Fortaleza, e desde então seu formato já foi definido: pelo menos três palcos e rock pra todos os gostos. Em seu segundo ano, seguiu a fórmula de eventos europeus e norte-americanos e pegou a estrada. Foi realizado em cinco capitais do Norte e Nordeste do Brasil. Os palcos do Garage Sounds já receberam mais de 100 bandas, dentre elas: Dead Fish, Fresno, Gloria, Zimbra, Hateen e Project46.

Em 2019, a turnê Garage Sounds conta com 11 cidades e mais de 150 atrações. Além das datas nacionais o festival passou por Amsterdam em abril. A festa foi na Sexyland com 12 bandas: as holandesas The Dolly Adlers, Whooom, Big Daddy’s Breakfast Voodoo, BEP, El Fatso, Heavy Whipped Cream, Downtown District, The Killjoys, Lifeless Past e Shameless. A brasileira Minerva e a belga The Priceduifkes. Segundo a produção do evento, também existem planos para a América do Sul ainda em 2019.

A turnê começa no mês do rock, julho. Abaixo seguem algumas atrações que passaram pelo Showlivre.com, além de informações sobre os lineups, locais e links para compras:

Rio de Janeiro – Hub Rio
12 de julho – a partir das 18h
Krisiun (RS)
Gloria (SP)
Hateen (SP)
Zander (RJ)
Esteban (RS)
Surra (SP)
Molho Negro (PA)
Psilocibina (RJ)
Malvina (RJ)
Enterro (RJ)
Tamuya Thrash Tribe (RJ)
Nove Zero Nove (RJ)
Ladrão (RJ)
Pavio (RJ)
New Day Rising (RJ)
Join The Dance (RJ)

Ladrão foi atração do Estúdio Showlivre recentemente, veja como foi:

Belo Horizonte – Estacionamento do UniBH Campus Buritis
14 de julho – a partir das 14h
Krisiun (RS)
Gloria (SP)
Hateen (SP)
Zander (RJ)
Esteban (RS)
Surra (SP)
Molho Negro (PA)
Ravel (SP)
Montese (MG)
Distúrbio Sub-Humano (MG)
Carahter (MG)
Postura (MG)
Elizia (MG)
Evil Matchers (MG)
Valv (MG)
Last Warning (MG)
Kill Movies (MG)
Raising Conviction (MG)
Riviera (MG)
Sacrificed (MG)

Krisiun foi atração do Estúdio Showlivre 2013, confira “Kings of KIlling” ao vivo:

Aracaju- Suburbia Eventos
19 de julho – a partir das 18h
Krisiun (RS)
Dead Fish (ES)
Esteban (RS)
Surra (SP)
Molho Negro (PA)
Minerva (CE)
Backdrop Falls (CE)
Violência Moral (SP)
Luno (SE)
Maua (SE)
Zeitgeist (SE)
Silent Vanity (SE)
2Crazy (SE)
Ørdinals (SE)
Mantre (SE)
Breaking Rules (SE)
Skabong (SE)
Renegades of Punk (SE)

Dead Fish gravou o o GIG Showlivre em 2017, confira:

Maceió- Seagra Jacarecica
20 de julho – a partir das 20h
Krisiun (RS)
Dead Fish (ES)
Esteban (RS)
Surra (SP)
Molho Negro (PA)
Minerva (CE)
Backdrop Falls (CE)
Violência Moral (SP)
Reffi’z (AL)
Em Conflito (AL)
Ximbra (AL)
Gigavoltz (AL)
Abismo (AL)
I’m The Storm (AL)
The Renegades of Poisonville (AL)
Refill (AL)

Confira como foi a apresentação de Esteban no Estúdio Showlivre em 2018:

Recife – Baile Perfumado
26 de julho – a partir das 18h
Krisiun (RS)
Dead Fish (ES)
Froid (DF)
Esteban (RS)
Surra (SP)
Molho Negro (PA)
Rabujos (PE)
Mar Morto (SP)
Carranza (PE)
Dilema (PE)
Frizo HC (PE)
Fernandes (PE)
Serrapilheira (PE)
Mondo Bizarro (PE)
Matakabra (PE)
Femigang (PE)
PRK (PE)

Surra foi atração recente do Estúdio Showlivre, confira como foi a apresentação:

Natal- Arena das Dunas
27 de julho – a partir das 20h
Krisiun (RS)
Dead Fish (ES)
Froid (DF)
Esteban (RS)
Surra (SP)
Molho Negro (PA)
Lemori (CE)
Mar Morto (SP)
Rieg (PB)
Chancho (RN)
Primordium (RN)
Mad Grinder (RN)
Concílio de Trento (RN)
Morto (RN)
Born to Freedom (RN)
Fukai (RN)
Demonia (RN)
Cazasuja (RN)
HPBK (RN)
Heavenless (RN)
O Nobre (RN)
Joseph Little Drop (RN)

Confira abaixo como foi a apresentação da banda Molho Negro no Estúdio Showlivre em 2018:

Fortaleza- Praça Verde do Centro Cultural Dragão do Mar
3 de agosto – a partir das 16h
Dead Fish (ES)
Esteban (RS)
Surra (SP)
Molho Negro (PA)
Francisco, El Hombre (SP)
Insanity (CE)
Jack The Joker (CE)
Mar Morto(SP)
Damn Youth (CE)
Mad Monkees (CE)
Jangada Pirata (CE)
Diagnose (CE)
Higgs Boson (CE)
Hostile (CE)
Neds (CE)
Piscadela Verde(PA)
Mesfray (CE)
Quarto Graal (CE)
Head Night (CE)
Californian Dreams (CE)
Ouse (CE)
Darkside (CE)
Garotos da Capital (CE)
Void Tripper (CE)
Hostile Inc (CE)
Os Bardos (CE)
Viollen (CE)
George Belasco (CE)
Mahogany (CE)
Remate (CE)
Neurônica (CE)
Roadsider (CE)
Singular (CE)
Santos de uma Esquina (CE)
Land of Lemuria (CE)

Francisco, El Hombre foi atração do Estúdio Showlivre por Rolling Stone em 2017, assista a apresentação:

Santos – Arena Club
10 de Agosto – a partir das 22h
Gloria (SP)
Hateen (SP)
Zander (RJ)
Esteban (RS)
Surra (SP)
Molho Negro (PA)
Vulcano (SP)
Mar Morto (SP)
Paura (SP)
Statues On Fire (SP)
Bayside Kings (SP)
Dinamite Club (SP)
Cannon of Hate (SP)
Mistanasia (SP)
Blackjaw (SP)
Mars Addict (SP)

Em 2016 a banda Hateen passou pelo Estúdio Showlivre, confira a apresentação:

Curitiba – Sociedade Abranches
11 de Agosto – a partir das 14h
Gloria (SP)
Braza (RJ)
Hateen (SP)
Zander (RJ)
Dance of Days (SP)
Esteban (RS)
Fistt (SP)
Deb and The Mentals (SP)
Molho Negro (PA)
Colaterral (PR)
Tigersharks (RS)
I Am Hell (SP)
Ator Morto (SP)
O Lendário Chucrobilly Man (PR)

Braza foi atração do Estúdio Showlivre neste ano de 2019, confira a música “Liquidificador” ao vivo:

Manaus- Clube do Asa
06 de setembro – a partir das 16h
Dead Fish (ES)
Francisco, El Hombre (SP)
Esteban (RS)
Surra (SP)
Nervosa (SP)
Molho Negro (PA)
Eugenio (SP)
Hawake (AM)
Mezatrio (AM)
Superbad (AM)
Box44 (AM)
Conduta092 (AM)
Koalas from El Dorado (AM)
Líbito (AM)
Cardíaco (AM)
Erumtrio (AM)
Dead Live (AM)
Numbness (AM)
The Mones (AM)
Morgados (AM)
Seaside (AM)
Sick Noise (AM)
Kaos Horror (AM)

Do fundo do baú! Nervosa foi atração do Estúdio Showlivre em 2012. Confira “Justice be done” ao vivo:

Belém- Marina Amazônia Legal
07 de setembro – a partir das 20h
Dead Fish (ES)
Esteban (RS)
Nervosa (SP)
Vivendo do Ócio (BA)
Surra (SP)
Molho Negro (PA)
The Baudelaires (PA)
Sokera (PA)
Camila Barbalho (PA)
O Cinza (PA)
Klitores Kaos (PA)
Cout (PA)
The Last Machine (PA)
Eletrola (PA)
Blocked Bones (PA)
Inferno Nuclear (PA)
A Red Nightmare (PA)
Noturna (PA)
Licor de Xorume (PA)
Abissal (PA)
Piscadela Verde (PA)
Ellie Valente (PA)
Cais Virado (PA)
Bad Trip (PA)
Vinyl Laranja (PA)
Álibi de Orfeu (PA)
Dois na Janela (PA)
Móbile Lunar (PA)

Vivendo do Ócio foi atração do GIG Showlivre em 2017, assista:

Ingressos:
Venda online no site oficial do evento: Garagesounds.com.br

Lançamentos Showlivre! Odair José, Daniel Groove, Gangrena Gasosa, Paura, Brutallian, Patricia Coelho e Rafael Valverde

Lançamentos Showlivre! Odair José (Foto), Daniel Groove, Gangrena Gasosa, Paura, Brutallian, Patricia Coelho e Rafael Valverde (Foto: Aline Oliveira)

Tem lançamento para todos os gostos no mês de junho no Showlivre.com, confira!

Postado em 28/06/2019 por

Rock, MPB, indie e até Sarava Metal! Confira alguns dos últimos lançamentos do Showlivre.com!

ODAIR JOSÉ | Quem já passou dos 30 anos se lembra. Ele surgiu no cenário musical brasileiro na rica década de 70 como um furacão. Odair José, o cantor da pílula; o terror das empregadas, o Bob Dylan da Central do Brasil. Estes foram algumas das expressões criadas pelos jornalistas da época para tentar definir o então novo fenômeno. Contudo, nenhum dos epítetos criados pela imprensa – “e foram tantos que alguns até se perderam no tempo”, consegue traduzir o que realmente significa Odair José.

Assista a apresentação na íntegra de Odair José ao vivo no Estúdio Showlivre:

Links para a apresentação de Odair José nas plataformas digitais:
• Spotify, Deezer e Apple Music: http://bit.ly/2Ltp55N
• Presente também no Tidal, Napster, Google Play,  Amazon, Groove e outros.

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DANIEL GROOVE | Compositor e intérprete cearense dos mais elogiados, Daniel Groove coleciona apresentações pelas 5 regiões do Brasil e em festivais como Abril Pro Rock (PE), Goiânia Noise (GO), Se Rasgum (PA), Casarão (RO), Ponto CE (CE), BR 135 (MA), Psicodália (PR) e Lollapalooza (SP). Seu terceiro álbum solo, “Levante”, chegou nas plataformas digitais em julho de 2018.

Assista a apresentação na íntegra de Daniel Groove ao vivo no Estúdio Showlivre:

Links para a apresentação de Daniel Groove nas plataformas digitais:
• Spotify, Deezer e Apple Music: http://bit.ly/2FFNcug
• Presente também no Tidal, Napster, Google Play,  Amazon, Groove e outros.

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GANGRENA GASOSA | Após uma campanha de crowdfunding bem-sucedida, a banda carioca Gangrena Gasosa lançou em 2018 seu quarto álbum intitulado “Gente Ruim Só Manda Lembrança Pra Quem Não Presta”. O disco foi gravado no estúdio Dissenso em São Paulo e conta com a produção de Iuri Freiberger e Angelo Arede (Zé Pelintra). Gravado ao vivo, o disco conta com onze faixas.

Assista a apresentação na íntegra de Gangrena Gasosa ao vivo no Estúdio Showlivre:

Links para a apresentação de Gangrena Gasosa nas plataformas digitais:
• Spotify, Deezer e Apple Music: http://bit.ly/2JimusQ
• Presente também no Tidal, Napster, Google Play,  Amazon, Groove e outros.

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PAURA | Formado em 1995, com a proposta de juntar a agressividade do hardcore com o peso e precisão do metal em uma banda, com sonoridade única no Brasil, surge o Paura. Seu primeiro registro foi somente lançado no final de 19966 pela Family Trust Recs, com músicas que foram inicialmente projetadas para o formato de “demo-tape”.

Assista a apresentação na íntegra de Paura ao vivo no Estúdio Showlivre:

Links para a apresentação de Paura nas plataformas digitais:
• Spotify e Deezer: http://bit.ly/2Yh3z7L
• Presente também no Apple Music, Tidal, Napster, Google Play,  Amazon, Groove e outros.

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BRUTALLIAN | Fundado em 2002 em São Luís, Maranhão, Brasil, o Brutallian veio ao mundo com a proposta de mesclar influências de thrash metal com heavy metal clássico.

Assista a apresentação na íntegra de Brutallian ao vivo no Release Showlivre:

Links para a apresentação de Brutallian nas plataformas digitais:
• Spotify e Deezer: http://bit.ly/2ZdKHXC
• Presente também no Apple Music, Tidal, Napster, Google Play,  Amazon, Groove e outros.

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PATRÍCIA COELHO | “LAPIN” em francês significa Coelho, mas para a cantora paulistana Patrícia Coelho, a palavra surge como um reencontro. Primeiro trabalho totalmente independente, “LAPIN” chega às plataformas digitais pelo selo Jóia Moderna do Dj Zé Pedro. Feito entre 2016 e 2017, “LAPIN” conta com oito músicas – sete autorais e uma regravação – que mostram uma trajetória de vida e um olhar mais maduro para dentro de si de forma a se reapresentar para o público conquistado na época dos álbuns “Simples Desejo” (1999) e “Um Pouco Maluca” (2002); ao mesmo tempo em que busca conquistar novos ouvintes da geração digital.

Assista a apresentação na íntegra de Patricia Coelho ao vivo no Estúdio Showlivre:

Links para a apresentação de Patrícia Coelho nas plataformas digitais:
• Spotify e Deezer: http://bit.ly/321UUZw
• Presente também no Apple Music, Tidal, Napster, Google Play,  Amazon, Groove e outros.

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RAFAEL VALVERDE | Focado no que desejava, aos 13 anos Rafael Valverde já fazia suas primeiras composições e formava as primeiras parcerias musicais. Como sua primeira banda de garagem, os “Lunáticos de vermelho”, daí saíram várias composições. Assim aos 18 tinha sua própria banda baile onde atua até hoje em eventos corporativos, particulares e baladas.

Assista a apresentação na íntegra de Rafael Valverde ao vivo no Estúdio Showlivre:

Links para a apresentação de Rafael Valverde nas plataformas digitais:
• Spotify e Deezer: http://bit.ly/2KAaRQj
• Presente também no Apple Music, Tidal, Napster, Google Play,  Amazon, Groove e outros.

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