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PAUTA
Informação e música em harmonia

Dias de mordaça: o impacto da censura e do terror do AI-5 para a música brasileira

Capa do álbum Cicatrizes do MPB-4, LP que contém a enfática ‘Pesadelo’, uma das músicas mais contundentes contra a censura. Foto: Divulgação / Philips

Nos 50 anos de decreto do Ato Institucional n° 5, reportagem especial do Showlivre faz um retrospecto sobre a produção musical lançada à sombra dos Dias de Chumbo

Postado em 13 de December de 2018 por

Nesta quinta-feira (13), são completados 50 anos do decreto do temido Ato Institucional n° 5. Numa só tacada, o decreto sentenciou: o fechamento do Congresso Nacional; a cassação de direitos políticos e civis de opositores ao regime militar; a escalada da tortura e das execuções praticadas pelo Estado; o recrudescimento da censura; os “desaparecimentos”, o exílio e a clandestinidade de “subversivos”; a vista grossa, via mordaça da imprensa e dos mecanismos de investigação, da corrupção galopante e blindada com a falácia do chamado “Milagre Econômico”.

O enfrentamento aos excessos da ditadura, no entanto, culminou em um dos períodos mais ricos e inventivos para as artes do País. Percepção de resistência que foi desenhada coletivamente a duras penas ao longo dos quatro primeiros anos que sucederam o golpe civil-militar de 1964, e principalmente depois.

Quando oficialmente teve início o regime de exceção, em 1 de abril de 1964, visto em retrocesso, pelas lentes da cultura, o Brasil vivia momento dos mais inventivos para as expressões artísticas, constatação evidente em manifestações individuais, mas também em ações coletivas, como as do CPC (o Centro Popular de Cultura, da União Nacional dos Estudantes, a UNE).

Na tela grande, defendido por cineastas como Glauber Rocha, Nelson Pereira dos Santos, Joaquim Pedro de Andrade, Ruy Guerra e Leon Hirszman, o Cinema Novo herdava lições estéticas e éticas do neorrealismo italiano para registrar um olhar inédito sobre as mazelas do nosso povo.

Nos palcos, o mesmo fenômeno de “Descobrimento do Brasil” era visto em espetáculos de companhias como o Oficina, de Zé Celso Martinez Corrêa e Renato Borghi, e o Arena, de Augusto Boal, Gianfrancesco Guarnieri e Oduvaldo Vianna Filho.

Na ficção literária, em meio a autores consagrados, como Guimarães Rosa, Érico Verissimo e Clarice Lispector, despontavam talentos como Dalton Trevisan, Carlos Heitor Cony, Lygia Fagundes Telles, José J. Veiga e José Agrippino de Paula. Na poesia, a tríade Décio Pignatari e os irmãos Augusto e Haroldo de Campos reinventavam forma e conteúdo, com o movimento da Poesia Concreta, enquanto Roberto Piva e Claudio Willer reverberavam aqui os versos livres e o existencialismo hedonista dos beats norte-americanos.

Nas artes visuais, o mesmo rebuliço estético era disseminado por artistas ousados, como Hélio Oiticica, Amilcar de Castro, Lygia Clark e Lygia Pape, com as proposições radicais do neoconcretismo, que culminaram em experiências de maior afronta, como a mostra coletiva Nova Objetividade Brasileira, de 1967.

Sob a batuta dos maestros que integravam o movimento Música Nova – Rogério Duprat, Damiano Cozzella, Gilberto Mendes, Willy Corrêa de Oliveira e Julio Medaglia –, novas proposições de vanguarda da música erudita ressoavam até mesmo na produção popular, com a adoção gradual de orquestrações de forte apelo sensorial que culminaram em arranjos primorosos de canções como Tropicália (Caetano, 1967), feito por Medaglia, Saudosismo (Gal, 1968) e Construção (Chico, 1971), ambos de Duprat.

Durante o festival Phono 73, no Anhembi, em São Paulo, Gilberto Gil e Chico Buarque são proibidos de cantar a letra de Cálice, ordem expressa por censores infiltrados no evento

Em momento de rara popularidade, a música instrumental também conquistava ouvintes de todo o País. O primeiro álbum do Tamba Trio (homônimo, de 1962), por exemplo, teve quase 300 mil cópias vendidas. No biênio 1963/1964, dezenas de outros LPs instrumentais foram lançados por pequenas gravadoras, como a Elenco, de Aloysio de Oliveira, e a Forma, dos jovens produtores Roberto Quartin e Wadih Gebara. A maioria dos registros trazia músicos modernos defendendo um novo gênero, derivado da bossa nova, chamado samba-jazz ou bossa-jazz. Entre os combos, o Copa 5, do maestro J.T. Meirelles, o Tamba Trio, de Luiz Eça, o Sambalanço Trio, de Cesar Camargo Mariano, e o Bossa Três, de Luiz Carlos Vinhas.

Com a deposição do presidente João Goulart e o engavetamento de seu projeto progressista, o samba-jazz e a bossa nova – mais especificamente a chamada “segunda geração”, liderada por Edu Lobo e seu amigo Marcos Valle – sofreram ingerências imediatas do golpe.

Cientes do poder da canção como forma de propagar ideias a milhões de brasileiros, os novos compositores deram adeus à temática idílica “do amor, do sorriso e da flor” (sintetizada no título do segundo álbum de João Gilberto, de 1960), para falar das mazelas do povo nordestino, da miséria cotidiana de favelas e morros e da necessidade de resistir às arbitrariedades dos militares. Movimentação que chegou ao ápice no show-manifesto Opinião, apresentado por Nara Leão, Zé Keti e João do Valle, em dezembro de 1964, na sede carioca do Teatro de Arena, em Copacabana.

“Tudo acontecia de bonito no cinema, no teatro e na música, e eu, tipicamente bossa nova, só falava de coisas boas, do amor, da natureza, mas chegamos a 1964 e tudo mudou completamente. O momento exigia posicionamento. Nossa liberdade estava cerceada e tínhamos que combater aquilo tudo.”

O depoimento de Marcos Valle, registrado em entrevista que publiquei com o artista na  edição 51 da extinta revista Brasileiros, escancara que, na  seara da música popular, foi justamente no campo de avanços estéticos, como a experiência harmônica da bossa nova, que os futuros compositores tiveram de abrir mão para dar lugar a uma música politizada, de complexidade harmônica infinitamente menor, com poucos acordes, porém incisiva nas letras, a famigerada “canção de protesto”, de artistas como Sérgio Ricardo e, maior expoente do gênero, Geraldo Vandré.

Autor do hino Caminhando (Para não Dizer que não Falei das Flores), Vandré foi tido por décadas como notória vítima da tortura e supostamente submetido a práticas horrendas, como lavagem cerebral e emasculação (retirada dos testículos). Fatos que o compositor, recluso há décadas, sempre negou.

Chico, aliás, criou um personagem, o sambista Julinho da Adelaide, para driblar os censores. Com essa estratégia, conseguiu driblar a mordaça e emplacou o sucesso Jorge Maravilha, do refrão “você não gosta de mim, mas sua filha gosta”, suposto recado do artista para o então presidente, o general Ernesto Geisel.

Autor do icônico cartaz de Deus e o Diabo na Terra do Sol, do baiano Glauber, o conterrâneo Rogério Duarte, um dos mais importantes artistas gráficos de sua geração, foi uma das primeiras vítimas a delatar a crescente prática de tortura que culminaria nos dias de barbárie ainda maior do AI-5. Rogério e seu irmão, Ronaldo, foram presos em 4 de abril de 1968, quando pretendiam ir à missa de Sétimo Dia do secundarista Edson Luís, morto por militares no restaurante estudantil Calabouço, no Rio de Janeiro – fato que culminou na chamada Passeata dos Cem Mil, com a mobilização de artistas e cidadãos cariocas contra o regime militar. Os irmãos Duarte passaram seis dias nas mãos dos militares e denunciaram à imprensa, em 11 de julho daquele ano, os excessos cometidos pelos militares.

Os traumas decorrentes da tortura fizeram com que o artista gráfico, autor de capas memoráveis da MPB, como LeGal, de Gal Costa, e Expresso 2222, de Gilberto Gil, vivesse por longos dois anos na mais absoluta clandestinidade. Rogério também teve de ser submetido a internações psiquiátricas e mergulhou em uma crença de redenção pelo misticismo que atravessou a década de 1970.

Para o historiador Sérgio Cabral, em entrevista a este repórter publicada na edição de abril de 2014 na revista Brasileiros, o golpe civil-militar de 1964 foi um momento divisor na história cultural do País, guinada histórica que demandou da classe artística a adoção imediata de novos procedimentos para driblar a censura, em nome de um senso de sobrevivência que ia além da conotação de resistência artística, mas de preservação da própria vida.

“Depois dos militares, a preocupação dos artistas ganhou base política. Não posso garantir que tenha havido um desvio definitivo, que a partir de então a música e a cultura brasileira poderiam ter sido diferentes sem os militares, mas muitos artistas até brincaram com a burrice da censura. A censura tinha a tradição de cortar coisas sem importância e deixar passar outras que, aparentemente, jamais deixaria. Omissões que até hoje não entendo, mas que felizmente houve, como a frase ‘Você me corta um verso e eu faço outro/Que medo você tem de nós?’ (da canção Pesadelo, de Maurício Tapajós e Paulo Sérgio Pinheiro, gravada pelo MPB-4 no álbum Cicatrizes, de 1972).”

Ouça Pesadelo, a contundente composição de Pinheiro e Tapajós

Cabral, no entanto, pondera e acrescenta que Pesadelo foi uma exceção. Segundo ele, o expediente comum era provocar o regime com mensagens cifradas, exercício compulsório que acelerou o processo de maturação de muitos artistas, especialmente no que tange ao lirismo e à criatividade de nossos letristas. “Nasceu daí a arte de fazer música engajada de maneira tão disfarçada que a censura não percebia”, defende o historiador.

Em entrevista publicada em 2011, na edição 46 da Brasileiros, o maestro Arthur Verocai reproduziu a mesma impressão em depoimento a este repórter sobre o trabalho de Vitor Martins, poeta, também parceiro de Ivan Lins, que escreveu as letras de seu primeiro álbum, epônimo, de 1972.

“Como a censura estava no auge e a barra pesadíssima, Vitor escreveu letras bem metafóricas como Presente Grego, exatamente o que significava a ditadura para o povo brasileiro, um presente de grego. A letra dizia coisas como ‘… Por trás das barbas de molho/O olho por olho/Pedra por pedra/Conta por conta…’. Ninguém entendia nada do que Vitor queria dizer – nem mesmo a censura, que liberou tudo.”

Estúpidos ou não, os censores impuseram sua mordaça até mesmo a artistas de grande repercussão internacional, como Milton Nascimento que, em 1968, havia sido convidado a lançar o álbum Courage, nos Estados Unidos, e por duas décadas amortizou uma profunda depressão com o alcoolismo, conforme também relatou a este repórter, em entrevista publicada na Brasileiros em outubro de 2013: “Bastava aparecer o nome Milton Nascimento que a censura vinha e cortava tudo. Nos 20 anos em que não pude falar e fazer quase nada, a única coisa que me restou foi beber muito. Como é que eu ia viver?!”.

Sorte maior tiveram artistas que receberam apoio de corporações multinacionais como a holandesa Philips, tratada com certa vista grossa pelos militares, por evidentes razões econômicas, como lembrou o executivo da indústria fonográfica André Midani, na autobiografia Música, Ídolos e Poder: do Vinil ao Download (editora Nova Fronteira).

“O governo ameaçava cancelar o registro da companhia no Departamento de Censura se não cooperássemos com os ‘princípios patrióticos da revolução’. Desconsideramos, por razões simplistas: se havíamos convencido um artista a trabalhar conosco, estávamos ao lado dele e de suas posições políticas. Por outro lado, o fato de sermos filiais de importantes conglomerados estrangeiros certamente nos ajudou a seguir com essa postura.”

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Onipresente, a ação da censura não perdoava nem mesmo compositores estigmatizados de “brega”, como Odair José. Foto: Reprodução / 1973 – O Ano Que Reinventou a MPB

Se a barra pesava menos para os protegidos das grandes gravadoras, sorte menor tiveram artistas menos conhecidos, como o pianista Dom Salvador que, não por acaso, mora em Nova York desde 1973. “A fase era pesadíssima, não havia nenhum interesse político entre nós, mas eu nem desconfiava que estava brincando com fogo.”

Também em entrevista à Brasileiros, reportagem que publiquei no especial Negritude, em novembro de 2011, Salvador lembrou do ambiente hostil do FIC – Festival Internacional da Canção de 1970, quando se apresentou ao lado de seu grupo, Abolição, composto por nove negros.

Vencido por Tony Tornado com BR-3, de Antonio Adolfo e Tibério Gaspar, o festival despertou a ira e um novo alerta nos militares, pois além de Tony – que logo foi obrigado a partir para uma temporada clandestina, de três anos, nos Estados Unidos –, o maestro Erlon Chaves, também negro e então namorado da atriz Vera Fischer, subiu ao palco do FIC.

Ao defender Eu Também Quero Mocotó, composição inédita do amigo Jorge  Ben Jor, Erlon e outros integrantes de sua Banda Veneno foram presos, porque, durante o número, o maestro ousou dançar de forma lasciva com suas backing vocals, todas loiras que, não bastasse, ainda beijaram sua boca. Uma afronta imperdoável para alguns, como a mulher de um general acomodada nas primeiras filas da plateia, que quase enfartou e exigiu que o marido desse um fim na ousadia de Erlon. Desse episódio em diante a carreira do maestro declinou vertiginosamente até sua morte, aos 40 anos, em 1974.

O recrudescimento da censura com o “Decreto Leila Diniz”
Uma apuração do jornalista e escritor Zuenir Ventura para a produção de seu livro 1968: o ano que não terminou revelou: somente no período de vigência do decreto (1968-1978), o AI-5 cassou, suspendeu os direitos e puniu mais de mil cidadãos brasileiros. Para a cultura do País, o saldo também foi desprezível: cerca de 500 filmes, 450 peças de teatro, 200 livros e 200 letras de canções foram censuradas.

Operação executada com um efetivo de mais de uma centena de agentes espalhados em diversos Estados pela Divisão de Censura de Diversões Públicas, órgão instituído com o AI-5, que existiu até 1988, quando foi extinto pela nova Constituição.


Ouça Escravos de Jó, de Milton Nascimento. Interpretada por Bituca e Clementina de Jesus, a composição teve a letra, de forte crítica social, “mutilada” pelos censores, assim como o conteúdo seu álbum de origem, o LP Milagre dos Peixes (1973)  

A mordaça imposta pela ditadura ganhou reforço significativo em 26 de janeiro de 1970, quando foi sancionado, pelo então ministro da Justiça Alfredo Buzaid, o decreto 1.077, imediatamente apelidado pelo jornal O Globo de Decreto Leila Diniz – uma alusão ao fato de a nova lei, que submeteu editoras de livros, jornais e revistas à censura prévia, ter sido criada logo após a atriz conceder uma entrevista bombástica ao tabloide O Pasquim, repleta de palavrões, na qual Leila defendeu o livre arbítrio e o direito feminino ao sexo livre.

Segundo declaração pública de Buzaid, o decreto fez-se necessário para “preservar a integridade da família brasileira, que guarda tradição e moralidade, combatendo o processo insidioso do comunismo internacional que insinua o amor livre para desfibrar as resistências morais da sociedade”.

Na reprodução de trechos de dois livros-reportagem, os jornalistas e escritores Franklin Martins e Zuza Homem de Melo falam do impacto do AI-5 sobre a música popular Brasileira.

“O Congresso foi fechado por tempo indeterminado. Nas semanas seguintes, foram cassados os mandatos de 55 deputados e seis senadores. Três ministros do STF foram afastados e perderam seus direitos políticos. Deixou de existir habeas corpus no Brasil. Uma enorme soma de poderes foi concentrada nas mãos do presidente da República. Milhares de opositores foram presos: estudantes, intelectuais, trabalhadores, parlamentares, religiosos, juízes. Para evitar prisões e maus-tratos, muitos foram obrigados a passar para a clandestinidade. Outros buscaram o exílio. A partir daí, durante os dez anos seguintes, o Brasil viveria sob o terrorismo de Estado. Abertas as jaulas, os tigres saíram à caça, com passe livre para prender, perseguir, torturar, matar.”

Franklin Martins, no texto de introdução da seleção de Aquele Abraço, de Gilberto Gil, uma das centenas de composições compiladas no livro Quem foi Que Inventou o Brasil – a música popular conta a história da República. Texto extraído do volume 2 (que retrata a produção de música popular entre 1964 e 1985), publicado no capítulo Ditadura e Resistência

“Vandré (o cantor e compositor Geraldo Vandré) vivia seus últimos dias de glória. Seus versos foram considerados altamente subversivos, a música foi proibida de ser executada em rádios, mas era cantada em cerimônias de protesto como se fosse a ‘Marselhesa’ brasileira. Dois meses e meio depois, foi decretado o Ato Institucional n° 5 (AI-5), que, entre outras medidas, suspendia o habeas corpus nos casos de crimes políticos contra a segurança nacional. O governo militar assumia sua face mais dura e repressiva, Caetano e Gil foram presos e se exilaram em Londres, Vandré fugiu do País antes de ser preso, Edu Lobo foi estudar arranjo na Califórnia, Chico Buarque foi para a Itália, e a censura fez valer suas garras contra as letras de canções brasileiras. A Era dos Festivais entrou em curva descendente. (….) Paulinho da Viola venceu o último Festival da Record com uma angustiante e bizarra canção que refletia o drama dos compositores exilados e dos que ficaram no Brasil, Sinal Fechado, que ficou na história como um exotismo na sua obra de grande artista.”

Zuza Homem de Mello, em excerto de Os festivais: uma respiração na ditadura, artigo compilado no livro Música Com Z – artigos, reportagens e entrevistas (1957-2014).

MAIS
Leia a reportagem O Romantismo Aguerrido de Taiguara e a Dimensão épica de ‘Ymira, Tayra, Ipy’.  Taiguara foi o compositor mais censurado durante os 21 anos de ditadura e chegou a creditar várias de suas composições no nome da esposa para driblar a mordaça dos censores.

 

 

 

 

 

 

The Offspring lança single inédito e anuncia novo álbum após quase 10 anos

The Offspring lança single inédito e anuncia novo álbum após quase 10 anos (Foto: TIJSVL)

Lançamento é previsto para 16 de abril

Postado em 24/02/2021 por

Um dos principais nomes do punk-rock mundial, The Offspring irá lançar um novo álbum após quase uma década. O décimo álbum de estúdio da banda ‘Let The Bad Times Roll’ vai estar disponível via Concord Records no dia 16 de Abril, 2021. Confira o novo single, que saiu hoje (24) acompanhado de lyric video.

Lendas e inovadores da cena punk-rock californiano, The Offspring já venderam mais de 40 milhões de álbuns mundialmente, venceram inúmeros prêmios, e já realizaram turnês, tocando mais de 500 shows apenas na última década. Suas músicas já impactaram em filmes, televisão, e videogames, mas a banda decidiu focar em um novo álbum para ser lançado em 2021. The Offspring é formada pelo cantor Dexter Holland, guitarrista Noodles, baterista Pete Parada e o novo baixista Todd Morse.

As novas músicas foram escritas e gravadas durante os últimos anos em diversas locações incluindo o estúdio da banda em Huntington Beach, Califórnia. O álbum é a terceira vez de The Offspring trabalhando em colaboração com o lendário produtor Bob Rock.

Fiel à irreverência no cerne da música punk-rock, a banda e o letrista Dexter Holland inspecionaram momentos culturais atuais e não fugiram de criar materiais tópicos neste álbum. A faixa título, escrita no final 2019 e gravada em 2020, reflete os desafios constantes do país. Holland diz: “Eu sinto que estamos em um período único na história onde ao invés dos nossos líderes mundiais dizerem ‘estamos fazendo o nosso melhor’, eles dizem algo como ‘foda-se’ e é algo assustador.”

Como disse o guitarrista Noodles: “As pessoas estão dizendo, se tudo está indo para o inferno, podemos muito bem tirar o máximo de proveito disso, ou pelo menos tentar. ‘Let The Bad Times Roll!’”

Novidades nacionais! Braza, Dieguito Reis, João Caetano, Plutão Já foi Planeta, Landau e Bloco do Caos

Novidades nacionais! Braza, Dieguito Reis, João Caetano, Plutão Já foi Planeta, Landau e Bloco do Caos (Foto/Braza: Divulgação)

Confira aqui algumas das novidades recentes da música brasileira

Postado em 22/02/2021 por

BRAZA | A banda carioca Braza lançou o clipe de “Cartas do Tarô”, single que abre alas para o novo álbum, que será lançado ainda esse semestre. 
Em meio à pandemia, a banda também se adaptou a um novo esquema para gravar o single e se reinventou também para produzir o videoclipe, com cada integrante gravando suas cenas de suas respectivas casas. Dirigido por Leo Praça, o vídeo também conta com uma performance de dança de Karoline Pereira e Jonas Souza, além da atuação da atriz e oraculista Ynara Marson, que ajuda a compor um cenário mágico e onírico proposto pelas cartas.

A gente forjou o clipe de ‘Cartas do Tarô’ no forno do improviso e da busca de soluções. Com as restrições da pandemia, gravamos separadamente as cenas da banda, da dançarina e do dançarino, e da oraculista. Na banda, por exemplo, cada integrante gravou em sua casa, criando soluções para a captação do vídeo e da iluminação. Muitas cenas foram gravadas diretamente com celulares. Em seguida, enviamos esse material para o diretor e editor Leo Praça, que montou o vídeo utilizando seu talento para efeitos gráficos, cortes e transições. Para nós, é um clipe que representa bem a atmosfera dançante e suave da música”, comenta Vitor Isensee (vocal e teclados).

DIEGUITO REIS | “Viver além da encarnação”. Esse é o conceito do novo single de Dieguito Reis, “Sou O Que Soul”. Com participação especial de Izy Mistura (Dois Africanos) e IBRAHIM Project, Dieguito retrata a espiritualidade em meio às relações interpessoais. No âmbito melódico, “Sou O Que Soul” mistura a contemporaneidade à uma espécie de reverência à soul music brasileira dos anos 70.  Desta forma, Cassiano, Gerson King Combo, Toni Tornado e Di Melo foram as principais referências durante as sessões de gravação. A produção é assinada por Aquahertz.

JOÃO CAETANO | A música popular brasileira pode se orgulhar dos versos traçados pelos compositores tropicais. A tradição – quase baiana – de fazer grandes artistas corre no sangue latino. João Caetano Brandão Andrade é um desses abençoados (e amaldiçoados) com a poesia que bombeia as veias. Em sua música de estreia, “Retrato em Nota e Verso”, o antropólogo, compositor e capoeirista, entrega o que temos de mais belo e doloroso em notas e versos musicados. 

Com violões gravados por Matheus Patriarcha (Mapa); arranjo, contrabaixo e produção de Luca Bori (Vivendo do Ócio e Jardim Soma), acompanhados pela capa irreverente – e de uma beleza, parece, independente da canção – ilustrada por Hannah Clara Pfeifer, João Caetano pinta seu retrato em nota e verso, presenteando-nos com uma bela, dolorosa e grandiosa canção de estreia. A gravação é o primeiro lançamento de 2021 do Selo Portal.

PLUTÃO JÁ FOI PLANETA | O suspense acabou e a banda Plutão Já Foi Planeta vem com uma surpresa em dose tripla: vocalista nova, single novo e clipe. Tudo de uma vez só! A rondoniense Cyz Mendes assume os vocais e se junta a Sapulha Campos (guitarra), Renato Léllis (bateria) e Gustavo Arruda (guitarra). E ela tem um currículo de peso: protagonista da ópera rock “Doze Flores Amarelas” dos Titãs, ex-vocalista da banda Turnê, além de mais de 53 músicas lançadas com diversos artistas e bandas, entre muitos outros projetos. Cyz chega para trazer novos ares à estética do grupo, como já demonstra o novo single.

“Acostuma” é o primeiro trabalho do quarteto em 2021, além da estreia de Cyz Mendes como membro oficial da Plutão. Com uma pegada mais roqueira, vocais intensos e atmosfera pop oitentista criada pelos synths, a música é uma celebração da chegada da banda a São Paulo e dos novos caminhos ainda por trilhar. Com exceção de Renato Léllis, todos os integrantes vieram de diferentes lugares do Brasil. A banda decidiu expressar a união desses momentos e histórias não só na composição, como também na capa do single e no vídeo clipe.

LANDAU | Para aquecer os corações com boas lembranças, o cantor e compositor Landau lança o clipe “Amor Demais”, escrita neste período de reconhecimento máximo à importância de entes queridos. Com uma sonoridade mais leve do que as de costume do artista, o violão, teclado, piano e até mesmo a viola caipira fala mais alto junto com a sensibilidade do cantor e compositor.

Produzido e filmado por Gustavo Frandoloso da Roleta Russa filmes e com a fotografia de Bruno de Souza, o clipe foi gravado em sua cidade natal, Alfenas (MG), no colégio em que Landau estudou e que sua mãe deu aula, dando uma conotação mais emocional do que nunca para o lançamento.

BLOCO DO CAOS | Em seu novo single, o Bloco do Caos critica o “Brasil promessa”, que nunca se concretiza. O nome, “Fim de Março”, inclusive, é referência a “Águas de Março”, de Tom Jobim, que fala exatamente sobre isso: um projeto de Brasil, sempre inacabado, “o carro enguiçado”, a “promessa de vida”. A música é mais uma que fará parte do álbum ‘Minha Tribo’, a ser lançado pelo grupo neste ano.

“A gente tentou escancarar o posicionamento internacional do Brasil ainda (e, com o governo atual, cada vez mais) colonial, entreguista”, diz o compositor e guitarrista Renato Frei. “Nos afastamos de um Brasil do povo (‘distantes as pretensões de Dorival’) e nos aproximamos da subserviência (‘asfixiantes as caravelas de Cabral’). E tudo isso remonta à nossa origem como país, posterior ao ‘descobrimento’: nascemos, de fato, da invasão e, infelizmente, crescemos perdão”.

“Fim de Março” deixa claro mais uma vez o teor altamente crítico das canções do Bloco do Caos. “Para nós, o artista tem sempre que se posicionar, é um dever dele. Se temos voz, devemos usá-la”, afirma Alê Cazarotto, vocalista e compositor. “Por isso que temos dificuldade de não escrever sobre aquilo que nos incomoda, não dá pra fugir”. A música, vale dizer, não tem meios termos. É o retrato nu e cru do Brasil “história pra boi dormir”, que, mesmo tão rico e diverso, cedeu tudo para os poderes que o colonizam.

DNSM lança lyric vídeo e série de shows com convidados em lives

DNSM lança lyric vídeo e série de shows com convidados em lives (Foto: Bruno Ishihara)

Banda paulistana mistura música eletrônica com outros elementos

Postado em 19/02/2021 por

A banda paulistana DNSM, que mistura rock com música eletrônica, lança o lyric video da música “Quem Vai te Salvar”, faixa do EP ‘Soma’, disponível desde o ano passado nas plataformas de streaming. O lançamento marca o início do projeto ‘DNSM Convida’, uma série de lives, cada uma com um convidado especial diferente.

O lyric é uma animação com pontual crítica social, produzido por Handel Meireles, que já trabalhou em outras produções da banda. Assista:

JJ Zen, vocalista da banda, explica a origem do projeto DNSM Convida, viabilizado com apoio do ProAc e da Lei Aldir Blanc.

“A crise sanitária que o mundo se encontra mostrou que é necessário dividir, quebrar as barreiras e fronteiras para um bem maior. Da mesma forma, entendemos que é necessário dividir o espaço público e o mundo digital/online com outros artistas, que foram duramente afetados pela crise atual. Não podemos nos esquecer daqueles que também trabalham neste meio, seja fora ou antes do palco.”

O projeto será de curta duração, mas com valor significativo para música independente, ressalta a banda. Serão seis shows online com seis artistas convidados, que se apresentarão juntos ao DNSM, tocando músicas tanto da anfitriã como da sua própria carreira.

A primeira apresentação aconteceu no último dia 6 de fevereiro, junto à banda Fogo Corredor (assista aqui). Dia 20/2 é a vez da banda Teorias do Amor Moderno participar do projeto ao lado da DNSM. As demais lives trarão como convidados Gustavo da Lua, Dieguito Reis, Sancô e Arte Kerosene.

Este trabalho, além de render vídeos e EPs que serão divulgados nas redes sociais, deverá também mostrar a possibilidade e viabilidade da união dos povos representados por estes artistas, mesmo que pequenos, mas que levem o significado da ação conjunta na grande história da música independente.

Todas as apresentações são transmitidas gratuitamente pelo YouTube e Facebook da banda. Para acompanhar e ficar por dentro do projeto, basta acessar as redes da banda.

Em 2019 a banda passou pelo Showlivre, confira a música “Ponto de Gira” ao vivo em nosso estúdio:

Conheça o Produtor Crystal, espaço para músico independente mostrar seu talento no Trilha de Sexta

Conheça o Produtor Crystal, espaço para músico independente mostrar seu talento (Foto: Divulgação)

Vídeos escolhidos são apresentados no programa, apresentado por Jackeline Petkovic

Postado em 18/02/2021 por

“’É significativo ter uma atenção dessas para quem, como eu, está em início de carreira’; ‘Gostei demais de ver minha composição sendo mostrada para o Brasil inteiro e assim, tocar os corações com minha música’; ‘Para nós, artistas independentes, participar desses movimentos permite uma visibilidade relevante’”. Essas são algumas das frases ditas no ano passado por artistas que participaram do Produtor Crystal, quadro que apresenta músicos independentes dentro do Trilha de Sexta.

Alguns em início de carreira, outros com mais tempo de estrada, o que eles têm em comum é fazer parte de um circuito da música que não aparece com frequência na TV, nas rádios ou mesmo nos programas de web. Mas estão conquistando espaço, fazendo shows em bares, restaurantes, no YouTube… E apoiar esse artista é o principal motivador para a Crystal no Trilha de Sexta: abrir espaço para quem viu seu trabalho paralisado por causa da pandemia. Esse foi o objetivo no ano passado, e continua sendo nesta segunda temporada, que começa em 5 de março em parceria com o Showlivre.

Para participar você precisa ser cantor, músico ou participar de uma banda e se inscrever em R7.com/produtorcrystal e mandar um vídeo. Você precisa ser independente, com música autoral. Não vale cover! As equipes de Crystal e do R7 farão a curadoria dos vídeos e cinco serão selecionados e aparecerão no Trilha de Sexta e nas redes sociais do R7 a cada programa.

Mande agora o seu vídeo e você poderá estar no programa de estreia! Clique aqui e faça a inscrição!

CarnaRock Oz 2021 será online no Showlivre com shows 12 e 13 de fevereiro

CarnaRock Oz 2021 será online no Showlivre com shows 12 e 12 de fevereiro (Foto: Willian Soares)

Mato Seco, Teorias do Amor Moderno, NDK e Naguetta serão atrações

Postado em 12/02/2021 por

Com transmissão ao vivo pelo YouTube e Facebook, a Orangeira Music, em parceria com o Showlivre.com, apresenta as quatro atrações do CarnaRock Oz 2021, que acontece entre os dias 12 (sexta) e 13 (sábado) de fevereiro. Mato Seco é o principal nome do evento, banda referência do reggae rock nacional desde 2002 na ativa.

Quem abre o evento na sexta, às 15h, é a banda osasquense Naguetta, com seu autêntico rock misturado ao soul e reggae. Em seguida, às 18h, é o rock alternativo do NDK.

No sábado, além da citada Mato Seco, às 15h, com o novíssimo show do disco ‘Resistir Sempre Vencerá’, o CarnaRock Oz 2021 terá, às 18h, show da sensação do rock alternativo nacional, a Teorias do Amor Moderno, power trio com vocal feminino potente e expressivo de Larissa Alves.

A primeira edição, em 2020, reuniu mais de 500 pessoas na praça do Samba, em Osasco, e contou com 10 bandas – as quatro principais com mulheres nos vocais: Deb And The Mentals, Vir GO, Putz e a mesma Teorias do Amor Moderno que volta agora em 2021. Também tocaram Cidadão Cafeína, Expresso Valvulado, Radio Attack, Azoo, Sukinho di 10 e BMBC.

Assista em: www.showlivre.com, facebook.com/showlivre.com ou www.bit.ly/YouTubeShowlivre.

Serviço CarnaRock Oz 2021
Evento: https://www.facebook.com/events/877983119700933/
Data: 12 e 13 de fevereiro de 2021
Transmissão ao vivo pelo Facebook e Youtube do Showlivre.com
Gratuito

Rincon Sapiência é a terceira atração do Festival Bem Bolado no Showlivre

Rincon Sapiência é a terceira atração do Festival Bem Bolado no Showlivre (Foto: Andreh Santos)

Ele entra em cena com o repertório de “Mundo Manicongo: Dramas, Danças e Afroreps”

Postado em 05/02/2021 por

Os afroreps, dramas e danças do Mundo Manicongo, o universo criado por Rincon Sapiência em seu segundo álbum, estarão no palco do Festival Bem Bolado em 11 de fevereiro (quinta-feira), às 20h.

O evento vem apresentando um show online por mês. Depois de Danny Bond e Marcelo D2, a terceira atração, Rincon Sapiência, apresenta uma verdadeira viagem pela musicalidade de vertentes da música pop contemporânea africana. Com instrumentais dançantes e divertidos, o álbum ‘Mundo Manicongo: Dramas, Danças e Afroreps’ abriga estilos variados: desde o afrobeat, afrohouse e o dundunba (originário da Guiné) até ritmos das periferias brasileiras como o pagodão baiano e o funk brasileiro.

Permitindo-se novas experimentações musicais, o Manicongo apresenta seu mundo, circundado por conflitos existenciais e amorosos. Mantendo a sua já conhecida leitura apurada da realidade que o cerca – ou que o liberta – o artista adota a proposta de celebração como uma constante no discurso.

Bem Bolado Brasil se uniu ao Showlivre para transmitir ao vivo e de forma gratuita o Festival Bem Bolado. A marca pioneira nasceu do coração brasileiro e desde então se une a outros corações apaixonados por diversidade, liberdade e ganjah!

“A Bem Bolado sempre quis fazer um festival de música, e achamos que agora é um bom momento para dar esse presente para nosso público que está em casa, carente de coisas legais”, aponta o diretor de marketing da Bem Bolado Brasil, Fabrício Penafiel.

Bem Bolado Brasil:

A Bem Bolado faz questão de mostrar as raízes brasileiras. Desde 2012, a empresa constrói um estilo de vida trilhando o caminho da positividade. Gastamos toda energia possível para transformar ideias inovadoras e funcionais em realidade. Afinal, precisamos justificar o nome de batismo – “bem bolado”.

Nutrir laços de afeto e relações sustentáveis é prioridade em nosso plano de negócios desde o começo. A Bem Bolado existe pela força de vários amigos. Unidos, podemos mais. Orgulhosamente, somos uma empresa nacional que oferece qualidade em papéis para fumar, além de uma linha de acessórios produzidos no país, como dichavadores, carteiras, piteiras, entre mais de 30 itens. A Bem Bolado Brasil é referência em seu segmento.

BBB21 estreia na próxima semana com 3 artistas que já passaram pelo Showlivre

BBB21 estreia na próxima semana com 3 artistas que já passaram pelo Showlivre (Foto: Divulgação)

Karol Conká, Rodolffo e Projota estão no reality show e já passaram por nossos estúdios

Postado em 22/01/2021 por

O Big Brother Brasil 21 estreia na próxima segunda (25) e entre os participantes há três artistas que já passaram pelo Showlivre. Desde a última edição (2020) o reality passou a incluir artistas e celebridades entre os participantes, no chamado Grupo Camarote. Foi assim que a cantora Manu Gavassi, que também passou pelo Showlivre, foi convidada a participar e acabou chegando até a final. Manu passou pelo Showlivre em 2011 e 2014. Assista Manu Gavassi cantando “Você Já Deveria Saber” no Showlivre em 2011:

No BBB21 teremos três artistas que já passaram por aqui. Vamos relembrar as suas passagens por nossos estúdios.

KAROL CONKÁ – Cantora e apresentadora, 35 anos, natural de Curitiba, Paraná. Karol usa sua visibilidade para falar sobre a diversidade. Quando o assunto é trabalho, a curitibana preza pela rotina e organização: “Minha rotina é toda cheia de toque, odeio desorganização”, revelou a cantora ao site GShow.

A cantora e apresentadora, que está solteira, afirma que seu foco é ganhar o prêmio e não quer pegar ninguém na casa: “Só falta eu morder a língua…”. Confira Karol Conká cantando a música “Você Não Vai” ao vivo no Showlivre em 2013:

RODOLFFO – Cantor sertanejo, 32 anos, natural de Uruaçu, Goiás. Rodolffo é parceiro de Israel em uma dupla sertaneja que começou quando eles tinham 7 anos de idade. Com 25 anos de carreira, acumula vários discos lançados e fãs espalhados por todo o Brasil.

O goiano acredita que participar do reality seja seu maior desafio até hoje. Mas engana-se quem acha que ele não irá disputar o prêmio de R$ 1,5 milhão por já ser um cantor bem-sucedido. “Estou com sangue nos olhos e com certeza eu quero ganhar esse prêmio”, disse ele em declaração ao site GShow, demonstrando que não estará lá para brincadeira. Confira a dupla Israel & Rodolffo ao vivo no Showlivre em 2019. Eles também passaram por nossos estúdios em 2011! Confira “Coração de Quatro” ao vivo:

PROJOTA – Cantor e rapper, 34 anos, natural de São Paulo. Grande nome do rap nacional na atualidade, Projota já cantou no Rock in Rio, nas Olimpíadas do Rio, em 2016, e tem mais de 2 bilhões de visualizações de suas músicas nas redes sociais.

Muito competitivo, Projota diz que odeia perder, principalmente no videogame. Para ele, a parte mais difícil do confinamento será ficar longe da filha, Marieva, que completa 1 ano em fevereiro: “Vou sentir muita falta de casa, da minha família, da minha esposa e da minha filha”, disse ele ao site GShow. Ele passou pelo Estúdio Showlivre em 2012 e 2013. Confira o vídeo do Projota cantando “Mulher” no Showlivre 2013:

O BBB21 começa segunda (25), muita coisa vai rolar e os fãs estão ansiosos! Desejamos boa sorte à todos os participantes e confessamos nossa torcida pelos que já passaram por aqui, e aguardamos o retorno após o período de enclausuramento na casa mais vigiada do Brasil!

Conheça o Music Lounge – DNA, projeto que oferece segurança aos músicos

Conheça o Music Lounge – DNA, projeto que oferece segurança aos músicos (Foto: Divulgação)

Postado em 20/01/2021 por

O DNA foi criado com o intuito de entregar segurança aos profissionais da Música. Hoje, num mundo digital, temos acesso a informações que não tínhamos há tempos atrás. Para o comercio de instrumentos não é diferente, o que abre caminhos para o comercio ilegal de instrumentos.

O DNA foi idealizado para inibir e permitir a expansão do comercio que aproxima cada vez mais o músico de seus sonhos. Nosso conceito permite o registro do instrumento associado a um usuário: fotos, descrições, observações que caracterizam o instrumento e Número de Série.

WhatsApp-Image-2021-01-12-at-18.33.12-1-1024x1024 Conheça o Music Lounge - DNA, projeto que oferece segurança aos músicos

O formato de parceria do DNA permite que luthiers, interessado em contribuir com a plataforma, controlem seus instrumentos fabricados por encomenda, fazendo um registro de instrumentos produzidos em série e a transferência do instrumento construído para o cliente. O DNA permite também a criação de catálogos de seus instrumentos – auxiliando, de alguma maneira, com a comercialização legitima do mesmo.

Também é possível fazer a transferência de instrumentos, o que ocorre nos casos em que o usuário realiza a venda do mesmo e deseja manter o histórico do instrumento, acompanhando para quem vai e para onde vai. O destinatário (novo dono) não precisa estar cadastrado no DNA, mas receberá um e-mail informando que seu novo instrumento está registrado em nossa plataforma e que poderá, caso deseje, dar seguimento no histórico dele.

A plataforma também possibilita relatar roubos e furtos. O usuário poderá utilizar a plataforma para sinalizar o roubo de seu instrumento, caso tenha ocorrido. O usuário poderá informar onde, como e em que data se deu o ocorrido.

Denúncia: Instrumentos poderão ser denunciados e, após apuração, compartilhados. Estes casos ocorrem quando um usuário, por ventura, encontrar um instrumento roubado sendo comercializado de forma ilegal: instrumentos com número de série raspada, falsificado ou relatado como roubo em nossa plataforma e encontrado a venda em outras plataformas.

Saiba mais sobre o Music Lounge – DNA

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Novidades nacionais! Davi Moraes, Os Últimos Escolhidos do Futebol, Ananda Jacques, Danilo Gusmão e Brunê

Novidades nacionais! Davi Moraes, Os Últimos Escolhidos do Futebol, Ananda Jacques, Danilo Gusmão e Brunê (Foto/Davi Moraes: Candé Salles)

Confira algumas novidades da Música Popular Brasileira

Postado em 14/01/2021 por

DAVI MORAES | Em abril de 2020, ano de tantas perdas, a música brasileira perdia Moraes Moreira. Ficou um vazio imenso e a beleza de uma obra tão vasta e perene quanto genial.

Para Davi Moraes, filho e herdeiro musical do artista baiano, foram muitas perdas: “Além de um pai, eu perdi um parceiro, um professor, o companheiro de estrada, tudo isso junto. Eis que num momento tão difícil, com o país em lockdown, acontece um olhar poético incrível e imensurável para a história por ele deixada! Saído da pequena Ituaçu para viver o sonho da música, primeiro com seus manos dos Novos Baianos, para logo em seguida se tornar o primeiro cantor do Trio Elétrico – junto com Armandinho e a família Dodô e Osmar-, para enfim alçar vôo em uma carreira gigantesca, levando toda essa cultura para âmbito nacional”.

No dia 5 de janeiro Davi Moraes lançou um EP com quatro canções, três delas inéditas, que nasceu do desejo de homenagear Moraes Moreira do jeito que ele gostava: cercado de amigos. Como já trabalhava em um novo disco com Kassin, Davi o chamou para produzir com ele o EP batizado de “Todos nós”. Confira a música “Aos Santos”:

OS ÚLTIMOS ESCOLHIDOS DO FUTEBOL | Uma casa em estilo modernista, com azulejos estampados e um belo quintal foi o cenário escolhido para o clipe ‘Bom Bom’, d’Os Últimos Escolhidos do Futebol. Cada cômodo da casa é explorado, seja para jogar truco, sinuca, futebol, ou apenas conversar com os amigos no banheiro. O vídeo é uma viagem nostálgica à década de 90 no interior de São Paulo, onde tudo era mais simples e nada afetava a vida pacata dos habitantes. O clipe já está disponível no canal da banda no YouTube. Confira:

ANANDA JACQUES | Para amar o outro é preciso amar a si mesma. A partir desta percepção, Ananda Jacques lança o single e clipe ‘Amor de Cafeína’, que desenvolve também a ideia de que somos vários, sem deixar de sermos únicos. A música traz forte influência da MPB e do afrofuturismo, e encontra força na potente voz de Ananda (SP), que compôs letra e melodia e gravou voz e violão sozinha em seu quarto. Entre os cenários do clipe estão a cozinha-jardim e a Feira Livre de Sorocaba, em São Paulo. Assista:

DANILO GUSMÃO | Após fazer um chamado a uma reflexão política no EP ‘Peleja’ e a um estudo sobre o poder das palavras em ‘Poema’, o cantor e compositor paulistano Danilo Gusmão revela ‘Aqui’, terceiro lançamento de uma série de quatro partes que compõem ‘OGÓ – um álbum visual em quatro atos’. O novo EP traz canções que têm como tema central a materialidade daquilo que é transcendental. As músicas estão disponíveis nas principais plataformas de streaming e os vídeos, no canal de YouTube do artista. Assista ‘Aqui’:


BRUNÊ | Brunê lançou recentemente o seu primeiro single e clipe, “Nada É Eterno”, nas principais plataformas de streaming. O lançamento foi acompanhado de um teaser-manifesto, disponível no Youtube, preparando o público e trazendo os temas que inspiraram o lançamento. Nele a artista traz sensivelmente temas como o isolamento, nascimento, morte, efemeridade e meio ambiente, quase como uma conversa com o mundo ela se desculpa pela ignorância das pessoas, pela crença em coisas inexistentes enquanto todos se esquecem de cuidar do planeta. Confira o clipe:

Novidades nacionais! ALVA ft. Luccas Carlos, Luh Lívia, Marcelo Tofani, Taïs Reganelli e GuaiaMoons

Novidades nacionais! ALVA ft. Luccas Carlos, Luh Lívia, Marcelo Tofani, Taïs Reganelli e GuaiaMoons (Foto/ALVA: Divulgação)

Postado em 16/12/2020 por

ALVA | Encerrando o ano de 2020, um ano intenso, em que o público da ALVA teve muitas surpresas. O exercício de olhar para si, de buscar seu lugar no mundo e de se posicionar independente da sociedade foi o caminho trilhado pela cantora ALVA. A artista deixou Tais Alvarenga no passado, se reinventou e assumiu seu lugar dando voz a temas como auto aceitação, ditadura social sobre corpo e saúde mental por meio de suas canções. Agora, a cantora encerra o primeiro ano deste novo ciclo com o EP ‘De Onde eu Vim o Amor não Acaba’, disponível em todas as plataformas digitais. Com seis faixas, o projeto apresenta músicas inéditas e novas versões de canções já lançadas. Confira o clipe de “All This Drama”, parceria com Luccas Carlos:

LUH LÍVIA | A cantora e compositora Luh Lívia lança o clipe de “Noite Kent”, uma animação para retratar a canção na qual a cantora expressa um amor apaixonado que não tem fim, onde as pessoas que viveram esse amor provavelmente não ficaram juntas e felizes para sempre. “E se você me esperar, mesmo a brincar na noite kent ou numa tarde black, juro que vai ser diferente”. Assista:

MARCELO TOFANI | “O ano é 2032, a gente já pode mandar cheiro pelo celular”. Com esse verso, Marcelo Tofani, integrante e fundador da banda Rosa Neon, inicia a música tema do último capítulo da trilogia ‘Começou Chorare’ em grande estilo. Com grande produção, Tofani estreia o esperado clipe de “2032”, o terceiro lançamento de uma jornada que atravessou as décadas levando seus fãs a uma viagem melancólica. Confira o clipe de “2032”:

TAÏS REGANELLI | Foi durante o curso “Como escrever canções”, na Universidade de Coimbra, que Taïs Reganelli teve uma canção batizada por Adriana Calcanhotto. Em uma de suas orientações a respeito dos títulos das composições, a artista brasileira sugeriu o nome “Como Um Último Beijo” para a música composta por Taïs em parceria com a pernambucana Nuria Mallena. Com distribuição do selo Loop Discos, a faixa está disponível em todas as plataformas, acompanhada do clipe dirigido por Juliano Luccas. Confira:

GUAIAMOONS | O duo formado pelo rapper McMãe e pelo músico e produtor Bernardo Massot mostra novas cores no single “Liberdade Guaiamum”. A inspiração veio após Massot desenvolver uma pesquisa sobre as guitarradas paraenses durante um trabalho ao lado do rapper Rapadura. “Ele veio com um riff e a harmonia, eu já pensei em uma letra pra cima, libertária, escrachada e dançante”, lembra McMãe. Confira: