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PAUTA
Informação e música em harmonia

Samba: de ‘música de bandido’ a elemento de integração nacional

O compositor João da Baiana, um dos patriarcas do samba e também vítima do estigma de malandragem que perseguiu o gênero. Foto: Reprodução  

Comportamento tipificado como crime no Código Penal de 1890, a ‘vadiagem’ foi logo associada a instrumentos como o pandeiro e o violão. Reputação superada na Era Vargas

Postado em 21 de setembro de 2018 por

Uma participação recente da dupla César Menotti & Fabiano na edição no programa Altas Horas, atração da Rede Globo apresentada por Serginho Groissman, ganhou forte repercussão na internet e nas redes sociais. O alarde sobre a passagem dos sertanejos no programa da Rede Globo, no entanto, nada tem a ver com a performance musical dos irmãos. Durante uma das falas da dupla ao apresentador, Menotti relembrou um episódio ocorrido no começo de suas carreiras quando, convidados para um inusitado festival, realizaram um show em um presídio.
Em meio a outras chacotas de gosto duvidoso para o público encarcerado, como afirmar que estavam felizes por tocar em uma “casa lotada” e que em breve o novo CD da dupla poderia ser comprado nas melhores lojas da praça, Menotti lembrou que, em negativa ao pedido de que tocassem samba, seu irmão, Fabiano, teve a pachorra de dizer à plateia que samba é “música de bandido”.

Chacota ou não (Menotti, aliás, se retratou, pedindo desculpas aos ofendidos, mas defendeu que sua fala foi mal interpretada porque “piada não é opinião” – saiba mais), o comentário foi condenado por grandes personagens do universo do samba, gênero considerado o de maior representatividade na riquíssima cultura musical do País.

Em um vídeo curto, de sintético um minuto, a deputada Leci Brandão (PC do B-RJ), intérprete e compositora há décadas consagrada no meio do samba, contestou a fala de César Menotti e jogou de volta a “bomba” no colo do sertanejo ao criticar o que considera um monopólio nocivo, nas rádios e nas emissoras de TV do País, do gênero defendido por ele e seu irmão.

“Samba não é música de bandido, não. Bandidagem é quem compra a mídia pra gente ter que ouvir um monte de música que não traz nenhuma consciência. Bandidagem é quem consegue fazer com que a cultura seja toda direcionada pra quem tem poder”, provocou Leci (veja o vídeo abaixo).

Martinho da Vila, outra instituição do samba, lamentou a fala de Menotti e atribuiu à infeliz declaração a consequência de um provável baixo repertório cultural do sertanejo.

“Isso significa pouca cultura. Eu tenho pena dele. É um cara que tem pouca informação, pouca cultura. É burrice, é ignorância, tadinho. Esse preconceito é uma coisa que tá no subconsciente das pessoas e, de repente, aflora”, analisou Martinho.

Da marginalidade ao artifício de união nacional

Ao afirmar que o preconceito destinado ao samba e seus personagens é “uma coisa que tá no subconsciente das pessoas”, Martinho fala com conhecimento de causa. Autoridade no assunto como artista ou estudioso das origens do gênero, há mais de 30 anos, por exemplo, o sambista de Vila Isabel tornou-se espécie de embaixador musical do Brasil em Angola.

No País africano, destino de diversas viagens feitas por ele, entre outros interesses, Martinho pôde dimensionar as interlocuções musicais presentes até hoje entre as duas nações lusófanas, além de mensurar a influência ancestral da diáspora e da migração criminosa de negros massivamente escravizados na Bahia e no Rio de Janeiro, as duas primeiras capitais federais do País, para o nascimento do samba.

Da Abolição da Escravatura, em 1888, ao advento do primeiro registro fonográfico envolvendo o termo “samba”, em 1909, 21 anos de Brasil republicano haviam se passado (embora muitos considerem Pelo Telefone, composição de Donga e do jornalista Mauro de Almeida lançada em 1917, como o marco zero do samba, oito anos antes a atriz e cantora Pepa Delgado lançou um fonograma que, no título da composição de Assis Pacheco, fazia referência ao novo gênero: Um Samba na Penha).

Nessas duas décadas de “libertação”, no entanto, da condição de serviçais escravizados e desprovidos de qualquer vestígio de cidadania, os negros brasileiros expatriados da África foram invariavelmente condicionados a viver à margem da então nascente sociedade republicana.

Exclusão programática e mais que previsível. Afinal, a alforria coletiva da Lei Áurea foi precedida de zero planejamento para que gradativamente fosse devolvida à negritude brasileira a condição humana que lhe foi negada ao longo dos três séculos anteriores.

No dia posterior ao do decreto da Lei Áurea, vale lembrar, centenas de milhares de escravos espalhados em todas as regiões do País foram abandonados à própria sorte. Para o bem e para o mal, nascem daí, por exemplo, os mitos do negro “malandro”, expediente de sagacidade para a sobrevivência diária, ou do negro “vagabundo”, análise rasa da desocupação compulsória dessa população.

No Rio de Janeiro da década de 1910, com o processo de higienização da região central e portuária da então capital federal, a maioria dos negros que ali residiam foi transferida para os morros da cidade. Na topografia acidentada milhares de barracos, do dia para a noite, foram erigidos. Em torno deles crescia também uma novíssima identidade cultural criada a partir dos ensinamentos da Mãe África: a música polirrítmica, a capoeira (também considerados marginais, muitos capoeiristas serviam a elite ao serem contratados por poderosos como capangas) e as religiões nativas

A gênese das favelas, verdadeiros rincões de subsistência na urbe carioca, remete ao final do século XIX, com a tomada do Morro da Providência, em 1897, área ocupada por cerca de 10 mil soldados (e seus familiares) que foram lutar na Guerra de Canudos. A transformação da paisagem da encosta do Providência foi comparada pelos militares com a tomada natural de uma planta nativa do sertão nordestino, conhecida como faveleiro, que também se espalhava verticalmente. Analogia logo tornada consenso, afinal, no sertão de Canudos, na Bahia, muitos desses soldados ficaram alojados justamente em uma região chamada de Morro da Favela. Nasce daí o termo, hoje, eufemisticamente substituído por “comunidade”.

Comportamento tipificado como crime no Código Penal de 1890, a “vadiagem” foi logo associada a instrumentos de percussão, como o pandeiro e o tamborim, e de cordas, como o violão e o cavaquinho. No imaginário popular portar um desses objetos era premissa para ser malvisto e tratado como “vagabundo” ou “desocupado”. O maestro Heitor Villa-Lobos, que volta e meia perambulava pela boêmia do Rio com um exemplar a tiracolo, ao transformar o violão em seu segundo meio de escrita musical, depois do piano, antecipou abruptamente o fim do estigma de marginal atribuído ao instrumento de seis cordas.

Além de frequentemente se apossar de pandeiros, cavaquinhos e violões como quem apreendia armas brancas, a polícia regularmente aprisionava negros musicistas notórios pela afeição à boêmia ou que deixassem perceptíveis vestígios físicos da prática contumaz do samba, como as falanges dos dedos calejadas pelo batuque ou as unhas compridas para melhor domínio do dedilhado e do fraseado.

Uma antológica história que reflete tal prática envolve João da Baiana, um dos patronos do samba. A caminho de uma apresentação na casa do senador Pinheiro Machado, o compositor de Batuque na Cozinha foi abordado pela Polícia e teve seu instrumento apreendido. Disparatado com a notícia, Machado mandou confeccionar outro pandeiro, além de ordenar que em sua pele fosse inscrita a seguinte frase: “A minha admiração, João da Baiana – Senador Pinheiro Machado”. Desde então, reza a lenda, o sambista nunca mais foi importunado pela polícia.

Com a aceitação progressiva do gênero pelas elites do País, empatia abreviada com a famosa excursão dos Oito Batutas em Paris no ano de 1922 – episódio que tornou ainda mais sofisticada a música de Pixinguinha – e a ascensão do Carnaval de Rua, o samba atingiria status de respeitabilidade jamais visto durante o Estado Novo de Getúlio Vargas.

Grande estrategista, Vargas, é claro, também valeu-se da onipresença das transmissões da Rádio Nacional para fazer com que o gênero encampasse uma ostensiva operação com vistas de transformá-lo em grande agente de integração nacional.

Astuto, para despertar a empatia de públicos de regiões pouco familiarizadas com o samba ou tomadas por aversão à mística marginal a ele atribuída, Vargas tratou de “encomendar” alterações gradativas e pontuais ao conteúdo lírico trocando, com a mão pesada dos censores do DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda), a exaltação à malandragem pela apologia ao trabalho.

Tema de vários estudos acadêmicos, essa transição experimentada pelo samba – de ”música de bandido” a elemento cultural de construção do imaginário brasileiro – pode ser atestada em trechos de duas análises reproduzidas nos parágrafos a seguir.

Como alfinetou Martinho da Vila, a ignorância sobre nossa história musical é terreno movediço, campo fértil para a réplica de gafes que poderiam ser evitadas ou, mesmo sem a intenção de ofensa, de piadas datadas que, hoje replicadas, na opinião de muita gente, são imperdoáveis.

Com o rádio e sua crescente importância na veiculação da música popular, justamente com a popularização da cultura da malandragem, o personagem malandro é consolidado com temas de composições que fazem sucesso na década de trinta, tais como Lenço no Pescoço, de Wilson Batista, e Rapaz Folgado, de Noel Rosa. Com o advento do Estado Novo é construído um projeto cultural, político e social para consolidar uma estética nacional cujo objetivo era atingir diversas áreas, tais como: educação, cinema, rádio e outros meios de comunicação. Neste período os sambas com temas que ressaltam o trabalho, o Estado Novo e o ‘malanndro regenerado’ são amplamente divulgados e fazem muito sucesso junto à população da Capital Federal. Este processo culmina com a composição de sambas apologético-nacionalistas de teor melódico, narrativo e timbrístico grandiosos, que se coadunam perfeitamente com o projeto estético do Estado Novo.

Excerto do livro Da Marginalidade ao Estrelato: O Samba na Construção da Nacionalidade (1917 – 1945), de Fabiana Lopes da Cunha.

A primeira metade do século XX foi um momento de grandes transformações para o Brasil. Recém-saído do regime monárquico, a nova Nação enfrentava grandes desafios sociais, econômicos e políticos. A abolição da escravidão, os numerosos contingentes de imigrantes, assim como o grande fluxo de pessoas atraídas pelo desenvolvimento industrial em direção aos centros urbanos, tornavam as cidades, pouco estruturadas, em grandes aglomerados desordenados. Por outro lado, o crescimento desses centros urbanos transformou as grandes cidades em ambientes verdadeiramente frutíferos para a sociabilidade e, não é demais lembrar, o desenvolvimento tecnológico já vinha surtindo impacto na indústria do entretenimento. Cada vez mais repleta de centros de diversões, tais como cafés-cantantes, cinemas e teatros, o Rio de Janeiro apresentava-se como um ambiente promissor para artistas e compositores. O samba encontrou nessa enriquecida realidade cultural um caminho para atingir os mais variados públicos. Sabe-se que o grupo Oito Batutas havia ganhado tanta notoriedade que em 1922 conseguiu patrocínio para ir a Paris divulgar sua música. A popularidade que o samba vinha alcançando tornou-o alvo de interesse do governo de Getúlio Vargas, tonando-o um instrumento complementar do projeto ideológico nacional.

Excerto do artigo, O Estado Novo e a Integração do Samba Como Experssão Cultural da Nacionalidade, da historiadora Carla Araújo Coelho.

‘Verdade ou Consequência’: Carol & Vitoria juntam forças com Bivolt em novo single

‘Verdade ou Consequência’: Carol & Vitoria juntam forças com Bivolt para novo single. (Foto: Divulgação)

Faixa marca nova fase na carreira da dupla e reforça a discussão sobre empoderamento feminino e amor próprio

Postado em 22/02/2019 por

O fim de semana começou bastante animado para a dupla Carol & Vitoria! A dupla, que ficou famosa na internet, juntou forças com a rapper Bivolt e, nesta sexta-feira (22), divulgou seu novo single, ‘Verdade ou Consequência’. A faixa chega para reforçar o empoderamento feminino e o amor próprio.

O videoclipe da parceria já está disponível no canal oficial das meninas no YouTube. Assista:

 

A faixa foi composta por Carol, que desabafa sobre um momento que passou e diz que o single será um divisor de águas na carreira da dupla. “Foi a música mais fácil de compor da minha vida. Eu sempre sou muito intensa quando me apaixono e não vou mais suportar que brinquem com meus sentimentos. Este single é “, conta. A personalidade e o som da paulista Bivolt se unem à melodia e se encaixam perfeitamente com a nova proposta da dupla.

Sobre a escolha, a cantora contou que a história de vida da rapper contribuiu muito para a parceria. “A Bivolt também passou por um relacionamento abusivo e achamos muito legal ter uma voz feminina do rap junto com a gente pra contar essa história”, disse.

Disponível em todas as plataformas digitais, a música é forte e mostra que Carol & Vitoria vieram com força para mostrar quem são. “Pra mim esse single representa nossa nova fase, C&V estão prontas pra mostrar o lado ousado que todo mundo queria ver. Estamos muito ansiosas com o que o público vai achar”, concluiu a cantora.

Atualmente, as irmãs acumulam mais de 4.5 milhões de inscritos no canal da dupla no YouTube e mais de 300 milhões de visualizações. Além de “Jura Juradinho”, que já soma mais de 10 milhões de visualizações, elas já lançaram mais duas canções autorais – “Mais Que Um Verão” e “Numa Dessas Voltas”, que somam mais de 2,1 milhões de visualizações.

‘Geladinho’: Aretuza Lovi lança novo single para o carnaval. Confira!

‘Geladinho’: Aretuza Lovi lança novo single para o carnaval. (Foto: Divulgação)

Classificada pelos fãs como uma faixa ‘empolgante’, o single está disponível em todas as plataformas de streaming

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Depois de alguns singles bem-sucedidos do ‘Mercadinho’, recente álbum de Aretuza Lovi, a drag queen volta aos holofotes com sua aposta para o carnaval.  Com influências do axé, funk e eletrônico, ‘Geladinho’ segue com a principal característica da drag quem suas músicas: muita festa e alto astral.

Ouça:

 

A faixa é uma composição de Aretuza em parceria com Ruxell, Pablo Bispo, Sérgio Santos, nomes conhecidos do mercado musical, que também assinam a produção. Os três colecionam trabalhos com Iza, Pabllo Vittar, Gloria Groove, entre outros.

Geladinho, também chamado em outras regiões do Brasil de dindin, sacolé, chup chup, flau, entre outros nomes, é popular no carnaval, por isso a música chega para antecipar as festividades.

Sobre a música, Aretuza conta: “’Geladinho’ vem com essa proposta Funk 150, com mistura de axé, que sou apaixonada. Quis fazer essa junção, que é uma característica minha, de fundir e fazer uma mistura muito louca, muito swingada, com bastante percussão”.

Mas se engana quem acha que a música foi feita ao acaso. “Geladinho faz parte da minha história, pude trazer o que vivi na minha adolescência. Fazia geladinho para vender nas oficinas. Quis trazer o geladinho, que é muito popular em todos os estados do Brasil e unificar”, conta Aretuza. “E tem essa pegada de calor, swing, suor, refrescância, clima tropical… espero que caia na boca do povo nesse carnaval”, finaliza.

Aretuza Lovi é uma super-parceria do Showlivre.com. Em junho de 2017, a drag queen apresentou seus sucessos no Estúdio Showlivre. Assista:

Ao lado de Whindersson, Luisa Sonza divulga versão forró do hit ‘Boa Menina’

Ao lado de Whindersson, Luisa Sonza divulga versão forró do hit ‘Boa Menina’. (Foto: Reprodução/ YouTube)

Com uma pegada totalmente descontraída, o clipe oficial da versão alternativa foi gravado – inteiramente – na casa do casal

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A cantora e compositora Luísa Sonza acaba de lançar o clipe em versão forró de seu single “Boa Menina”, em seu canal oficial no YouTube. Tendo como locação a própria casa de Luísa, o clipe traz um clima de total descontração, animação e energia lá no alto. Para a gravação, Luísa contou com a participação de seu marido, Whindersson Nunes, sua prima Nadine Gerloff, seu amigo Gabriel Rocha e suas três cachorrinhas, Amora, Regina e Gisele. Assista:

A versão original de “Boa Menina” foi lançada em outubro do ano passado e conta com mais de 47.5 milhões de views no YouTube. O hit também é sucesso nas plataformas digitais. São mais de 13.3 milhões de streamings no Spotify. Confira o clipe oficial: 

 

 

Além do lançamento, Luísa está cheia de projetos para esse ano e se prepara para o lançamento de seu novo álbum, que virá cheio de novidades. A cantora, que vive um momento de ascensão na carreira, com apenas 20 anos de idade, vem emplacando diversos hits com o público. Os quatro clipes que ela lançou em 2018 (“Rebolar”, “Devagarinho”, “Boa Menina” e “Nunca Foi Sorte”) somam juntos mais de 145 milhões de visualizações na internet.

 

Depois do sucesso de vendas, Shawn Mendes anuncia show extra em São Paulo

São Paulo é a cidade que mais consome Shawn Mendes no mundo. (Foto: Divulgação)

Com mais de 530 mil ouvintes mensais, a cidade é o lugar onde o cantor possui mais fãs no mundo todo

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Depois do sucesso de vendas dos ingressos da apresentação de Shawn Mendes em São Paulo, a Move Concerts – produtora oficial do evento – resolveu atender os pedidos dos fãs e anunciou que a cidade vai, sim, ganhar um show extra. A nova apresentação acontecerá no dia 29 de novembro, um dia antes do show principal, também no Allianz Parque.

O anúncio aconteceu nas redes sociais da Move Concerts. Na publicação, a produtora contou que sempre está de olho nos pedidos dos fãs no Twitter e que os ingressos para o show extra devem começar no dia 10 de março.

O sucesso de vendas não é uma surpresa pra ninguém, já que – no Spotify – São Paulo é a cidade que mais consome Shawn Mendes no mundo. Em números, apenas no Spotify, o cantor canadense ostenta mais de 520 mil ouvintes mensais na capital paulista.

O levantamento é constantemente atualizado na própria página do cantor, no Spotify – maior plataforma de streaming do mundo. Por lá, São Paulo aparece na frente de lugares como Cidade do México (México), Quezon (Filipinas), Jacarta (Indonésia) e Londres (Inglaterra).

Shawn Mendes é uma fábrica de hits! O cantor é um dos novos queridinhos da música pop e coleciona sucessos ao longo de sua carreira, que conta com três álbuns de estúdio. ‘Treat You Better’, seu single mais famoso, conta com mais de 1,6 bilhões de reproduções no YouTube. Assista:

 

Além dos dois shows em São Paulo, a turnê de seu terceiro álbum, intitulado ‘Shawn Mendes’, também contará com uma apresentação na Jeunesse Arena (03/12), no Rio de Janeiro. Os ingressos para ambas apresentações estão à venda no site oficial da Livepass.

Depois de hiato, Simone e Simaria anunciam volta aos palcos para o próximo mês

Depois de hiato, Simone e Simaria anunciam volta aos palcos para o próximo mês.

A dupla havia cancelado toda a agenda de shows para que Simaria cuidasse de sua saúde física e mental

Postado em 21/02/2019 por

Depois de alguns meses longe dos palcos, Simone e Simaria estão de volta! A dupla, dona de sucessos como ‘Loka’ e ‘Meu Violão e o Nosso Cachorro’, anunciou que o retorno já está marcado e acontecerá antes do que todos pensavam: dia 3 de março, em Recife (PE).

O retorno acontece da melhor maneira, considerando a temporada de folia e alto astral que chega com o carnaval: as irmãs se apresentam no popular Camarote Cavalheira da Ladeira. No dia seguinte, a festa continua no Camarote Olinda, também na capital Pernambucana.

Para alegria dos fãs, Simone e Simaria preparam um repertório animadíssimo e não pode faltar, claro, o novo hit “Qualidade de vida”, música em parceria com Ludmilla que vem agitando as plataformas digitais e conquistando cada vez o publico. No canal oficial da dupla no Youtube, a canção ultrapassa os 30 milhões de visualizações e, no Spotify, figura entre as dez músicas mais executadas no Brasil. A canção é a primeira faixa do DVD “Aperte o play”, que tem previsão de lançamento para final de março. Assista:

‘Errata Perfeita’: Jota.pê anuncia EP e antecipa primeiro single. Confira!

‘Errata Perfeita’: Jota.pê anuncia EP e antecipa primeiro single. (Foto: Divulgação/ Bruno Silva)

Iniciando uma série de estreias programadas para 2019, cantor apresenta “Errata Perfeita”. Com letra de Camila Brasil, faixa foi produzida por Lucas Mayer

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Conhecido como um dos nomes mais quentes da música brasileira, com vertentes que vão de Jorge Ben a Caetano Veloso, passando pelo manguebeat de Chico Science, Jota.pê anuncia EP para o segundo semestre do ano e antecipa single “Errata Perfeita”.

Com letra de Camila Brasil e produção musical de Lucas Mayer, faixa tem atmosfera dançante e é embalada por sons de percussão, timbres de guitarra e toques de eletrônicos. De um lado, as influências surgem no intenso rock and roll. Do outro, serenidade e leveza na voz e violão. “Eu estou, realmente, muito feliz por essa nova fase. Estar ao lado de tanta gente que admiro, artistas que compreenderam perfeitamente minha identidade musical e minhas influências, abriram possibilidades que nem eu mesmo tinha imaginado. Tudo foi traduzido em uma sonoridade que me representa com verdade”, explica.

Disponível em todas as plataformas digitais, “Errata Perfeita” foi mixada e masterizada por Rodrigo Deltoro. Ouça:

 

Entre os músicos convidados, Marcelo Mariano (baixo), Kabé Pinheiro (bateria/percussão), Anna Tréa (guitarra e voz) e Silvinho Erne (teclado).

 

Banda Melim disponibiliza no Youtube parte do show gravado em São Paulo

Banda Melim disponibiliza no Youtube parte do show gravado em São Paulo. (Foto: Divulgação/ Sergio Blazer)

Ao todo, estão disponibilizados oito vídeos para os fãs da banda assistirem: “Peça Felicidade”, “Ouvi Dizer”, “Hipnotizou”, “Confusão”, “Sabe Lá”, “Mergulho no Mar”, “Era Pra Ser Outra Canção Feliz” e “Dois Corações”

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A banda Melim acaba de lançar em seu canal oficial do YouTube uma parte do show gravado em outubro do ano passado, no Cine Joia, em São Paulo, que contou com a produção e direção de Santiago Ferraz, da US3, e o cenário do premiado Zé Carratu. Assista aqui.

Ao todo, estão disponibilizados oito vídeos para os fãs da banda assistirem: “Peça Felicidade”, “Ouvi Dizer”, “Hipnotizou”, “Confusão”, “Sabe Lá”, “Mergulho no Mar”, “Era Pra Ser Outra Canção Feliz” e “Dois Corações”. A outra metade da gravação tem previsão de lançamento para o dia 14 de março.

Eu tô muito feliz com esse lançamento! Sempre curti escutar álbuns ao vivo, porque misturam a emoção da música com o público. E adorei o resultado do nosso”, conta Rodrigo. “A escolha do Cine Joia e toda parte artística visual e musical passa muita energia e alegria. Espero que o público curta muito, foi feito com muito carinho”, completa.

Aqui em casa tá todo mundo emocionado, não só pela qualidade do material (as músicas ficaram realmente ainda mais bonitas), mas pela resposta do público e por sabermos da importância desse primeiro audiovisual na nossa carreiraA gente tá feliz demais, eu nem sei dizer o quanto”, revela Diogo.

Já Gabi diz que é lindo ver mais um sonho nascer: “Gravamos o disco com todo amor do mundo. Então, colocar as canções no show e escutar o público cantando, os olhos sorrindo, tanto carinho da galera… É demais! Esse ao vivo é um registro muito especial das nossas composições, agora com a soma das vozes e a nossa imagem junto. Estamos muito felizes com o resultado. As músicas ficam mais emocionantes com o afeto do público”.

As gravações estão disponíveis no canal oficial da banda no YouTube. Assista ‘Peça Felicidade’:

 

Para conferir as outras faixas do projeto, clique AQUI.

‘Meu Abrigo’, um dos maiores sucessos do trio, foi lançado no YouTube em dezembro e 2017 e, atualmente, conta com mais de 170 milhões de visualizações. Confira:

 

 

Gato de Taylor Swift é o terceiro animal mais rico do mundo

Com campanhas publicitárias e ações online, o pet já acumulou – para a dona – cerca de US$ 97 milhões

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Depois do cachê milionário recusado por Drake para se apresentar no Rock In Rio, a curiosidade sobre os ganhos e movimentação de capital por artistas musicais cresceu e, nesta semana, outro fato ‘chocante’ tomou lugar na discussão dos internautas: Olivia Benson, a gatinha da cantora Taylor Swift, acabou de entrar para o Top 3 da lista dos animais mais ricos do mundo.

No total, o pet teria acumulado mais de US$ 97 milhões (mais de 365 milhões de reais) com ações nas redes sociais e campanhas para marcas famosas, como a Coca-Cola e Keds Sneakers.

olivia-benson-is-a-star-2 Gato de Taylor Swift é o terceiro animal mais rico do mundo

Além do Pet de Taylor Swift, a lista também é composta por animais de todo o mundo e que, de alguma maneira, renderam milhões de dólares. O primeiro colocado, por exemplo, é um cachorro (sortudo) que ganhou como herança – da condessa alemã Carlotta Leibenstein – cerca de US$ 375 milhões (quase 1,5 bilhões de reais).

O motivo pelo qual o site resolveu atualizar é lista foi a morte do estilista Karl Lagerfeld, que morreu nesta semana e deixou parte de sua fortuna para sua gatinha Choupette – que inclusive tem um dos perfis mais populares do Instagram. O animal ainda não aparece na nova atualização.

Confira o Top 10:

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Além de sua gata, Taylor Swift também é uma das figuras mais rentáveis do mundo. No ano passado, por exemplo, a cantora arrecadou cerca de US$ 80 milhões e ficou em segundo lugar da lista das mulheres mais bem pagas da música, perdendo apenas para também norte-americana Katy Perry.

No YouTube, Taylor é uma das maiores. O videoclipe de ‘Shake It Off’, lançado em agosto de 2014, é o segundo vídeo feminino mais visto do YouTube. Atualmente, a produção conta com mais de 2,7 bilhões de visualizações. Confira:

Pabllo Vittar e Iza lideram pesquisa de desejo do público para o Rock In Rio

Pabllo Vittar e Iza lideram pesquisa de vontade do público para o Rock In Rio.

Gloria Groove, Ivete Sangalo e Claudia Leitte também aparecem entre os cinco nomes mais desejados

Postado em 20/02/2019 por

Depois de testar a vontade do público para nomes internacionais, o Portal Popline está promovendo uma pesquisa para descobrir quais são os nomes nacionais mais desejados pelo público para compor o line-up oficial do Rock In Rio 2019. A drag queen Pabllo Vittar, com mais de 3700 votos, lidera o ranking e é seguida pela ‘pesadona’ Iza, que acumula mais de 2 mil votos.

Além das donas de ‘Problema Seu’ e ‘Ginga’, nomes como Gloria Groove, Ivete Sangalo e Claudia Leitte também aparecem no Top 5. Embora com um número reduzido de votos, o público também demonstra a vontade de ver nomes populares como Jão, Anavitória, Lexa, Ludmilla, Karol Conká, Alok e até a dupla Sandy & Junior em um dos palcos do festival.

A presença de Pabllo Vittar, o nome mais votado da lista, chegou até a entrar para os assuntos mais comentados do Brasil no Twitter. A drag – que conversou com EXCLUSIVIDADE com a equipe do Showlivre – lançou, no começo deste mês, o videoclipe de ‘Seu Crime’ e já acumula mais de 6 milhões de visualizações. Assista:

 

O Rock In Rio 2019 está marcado para acontecer entre os dias 27 de setembro e 6 de outubro. Até o momento, o line-up oficial do evento conta com nomes como Seal, Iron Maiden, Sepultura, Anitta, P!nk, Muse, The Black Eyed Peas e Red Hot Chili Peppers.

Ariana Grande se iguala aos Beatles em feito histórico na Billboard Hot 100

Ariana Grande se iguala aos Beatles em feito histórico na Billboard Hot 100. (Foto: Reprodução)

A cantora é a primeira artista, depois dos Beatles (em 1964) a ocupar – simultaneamente – as três primeiras posições do ranking mais importante do mundo

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Ariana Grande é um dos nomes mais populares da música mundial. Com mais de 55 milhões de ouvintes mensais no Spotify e uma série de recordes quebrados, a cantora acaba de conquistar algo para lá de importante: igualar-se, na Billboard Hot 100, aos Beatles. Na nova atualização, Ariana Grande ocupa – simultaneamente – as três primeiras posições do ranking.

O quadro da cantora na Billboard Hot 100 está assim: ‘7 Rings’ manteve-se na primeira posição da lista e ‘barrou’ a faixa ‘Break Up With Your Boyfriend, I’m Bored’, que estreou direto na segunda posição. ‘Thank U, Next’, faixa que deu nome ao álbum e já liderou a lista, saltou da 7ª posição direto para o 3° lugar. Nas redes sociais, a cantora contou que não acreditou que isso fosse verdade e comemorou a conquista. “Achei que tivessem editado isso”, escreveu.

Pra você ter uma ideia da dificuldade da conquista, demorou 55 anos para acontecer de novo. Esse fenômeno, se podemos classificar assim, havia acontecido somente uma vez na história da música mundial, quando – em 1964 – os Beatles conseguiram colocar ‘Can’t Buy Me Love’, ‘Twist and Shout’ e ‘Do You Want To Know a Secret?’ nas três primeiras posições da lista das mais populares.

Nesta semana, na internet, os fãs de Ariana Grande promoveram uma campanha à favor do boicote a ‘7 Rings’ para que ‘Break Up With Your Boyfriend, I’m Bored’ conseguisse a primeira posição e a cantora chegasse mais perto de quebrar o recorde de Katy Perry – até hoje a única mulher a ter cinco faixas do mesmo álbum na primeira posição da lista.

Lançada no mês passado, ‘7 Rings’ acumula quase 190 milhões de plays no YouTube. Confira: