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Samba: de ‘música de bandido’ a elemento de integração nacional

O compositor João da Baiana, um dos patriarcas do samba e também vítima do estigma de malandragem que perseguiu o gênero. Foto: Reprodução  

Comportamento tipificado como crime no Código Penal de 1890, a ‘vadiagem’ foi logo associada a instrumentos como o pandeiro e o violão. Reputação superada na Era Vargas

Postado em 21 de setembro de 2018 por

Uma participação recente da dupla César Menotti & Fabiano na edição no programa Altas Horas, atração da Rede Globo apresentada por Serginho Groissman, ganhou forte repercussão na internet e nas redes sociais. O alarde sobre a passagem dos sertanejos no programa da Rede Globo, no entanto, nada tem a ver com a performance musical dos irmãos. Durante uma das falas da dupla ao apresentador, Menotti relembrou um episódio ocorrido no começo de suas carreiras quando, convidados para um inusitado festival, realizaram um show em um presídio.
Em meio a outras chacotas de gosto duvidoso para o público encarcerado, como afirmar que estavam felizes por tocar em uma “casa lotada” e que em breve o novo CD da dupla poderia ser comprado nas melhores lojas da praça, Menotti lembrou que, em negativa ao pedido de que tocassem samba, seu irmão, Fabiano, teve a pachorra de dizer à plateia que samba é “música de bandido”.

Chacota ou não (Menotti, aliás, se retratou, pedindo desculpas aos ofendidos, mas defendeu que sua fala foi mal interpretada porque “piada não é opinião” – saiba mais), o comentário foi condenado por grandes personagens do universo do samba, gênero considerado o de maior representatividade na riquíssima cultura musical do País.

Em um vídeo curto, de sintético um minuto, a deputada Leci Brandão (PC do B-RJ), intérprete e compositora há décadas consagrada no meio do samba, contestou a fala de César Menotti e jogou de volta a “bomba” no colo do sertanejo ao criticar o que considera um monopólio nocivo, nas rádios e nas emissoras de TV do País, do gênero defendido por ele e seu irmão.

“Samba não é música de bandido, não. Bandidagem é quem compra a mídia pra gente ter que ouvir um monte de música que não traz nenhuma consciência. Bandidagem é quem consegue fazer com que a cultura seja toda direcionada pra quem tem poder”, provocou Leci (veja o vídeo abaixo).

Martinho da Vila, outra instituição do samba, lamentou a fala de Menotti e atribuiu à infeliz declaração a consequência de um provável baixo repertório cultural do sertanejo.

“Isso significa pouca cultura. Eu tenho pena dele. É um cara que tem pouca informação, pouca cultura. É burrice, é ignorância, tadinho. Esse preconceito é uma coisa que tá no subconsciente das pessoas e, de repente, aflora”, analisou Martinho.

Da marginalidade ao artifício de união nacional

Ao afirmar que o preconceito destinado ao samba e seus personagens é “uma coisa que tá no subconsciente das pessoas”, Martinho fala com conhecimento de causa. Autoridade no assunto como artista ou estudioso das origens do gênero, há mais de 30 anos, por exemplo, o sambista de Vila Isabel tornou-se espécie de embaixador musical do Brasil em Angola.

No País africano, destino de diversas viagens feitas por ele, entre outros interesses, Martinho pôde dimensionar as interlocuções musicais presentes até hoje entre as duas nações lusófanas, além de mensurar a influência ancestral da diáspora e da migração criminosa de negros massivamente escravizados na Bahia e no Rio de Janeiro, as duas primeiras capitais federais do País, para o nascimento do samba.

Da Abolição da Escravatura, em 1888, ao advento do primeiro registro fonográfico envolvendo o termo “samba”, em 1909, 21 anos de Brasil republicano haviam se passado (embora muitos considerem Pelo Telefone, composição de Donga e do jornalista Mauro de Almeida lançada em 1917, como o marco zero do samba, oito anos antes a atriz e cantora Pepa Delgado lançou um fonograma que, no título da composição de Assis Pacheco, fazia referência ao novo gênero: Um Samba na Penha).

Nessas duas décadas de “libertação”, no entanto, da condição de serviçais escravizados e desprovidos de qualquer vestígio de cidadania, os negros brasileiros expatriados da África foram invariavelmente condicionados a viver à margem da então nascente sociedade republicana.

Exclusão programática e mais que previsível. Afinal, a alforria coletiva da Lei Áurea foi precedida de zero planejamento para que gradativamente fosse devolvida à negritude brasileira a condição humana que lhe foi negada ao longo dos três séculos anteriores.

No dia posterior ao do decreto da Lei Áurea, vale lembrar, centenas de milhares de escravos espalhados em todas as regiões do País foram abandonados à própria sorte. Para o bem e para o mal, nascem daí, por exemplo, os mitos do negro “malandro”, expediente de sagacidade para a sobrevivência diária, ou do negro “vagabundo”, análise rasa da desocupação compulsória dessa população.

No Rio de Janeiro da década de 1910, com o processo de higienização da região central e portuária da então capital federal, a maioria dos negros que ali residiam foi transferida para os morros da cidade. Na topografia acidentada milhares de barracos, do dia para a noite, foram erigidos. Em torno deles crescia também uma novíssima identidade cultural criada a partir dos ensinamentos da Mãe África: a música polirrítmica, a capoeira (também considerados marginais, muitos capoeiristas serviam a elite ao serem contratados por poderosos como capangas) e as religiões nativas

A gênese das favelas, verdadeiros rincões de subsistência na urbe carioca, remete ao final do século XIX, com a tomada do Morro da Providência, em 1897, área ocupada por cerca de 10 mil soldados (e seus familiares) que foram lutar na Guerra de Canudos. A transformação da paisagem da encosta do Providência foi comparada pelos militares com a tomada natural de uma planta nativa do sertão nordestino, conhecida como faveleiro, que também se espalhava verticalmente. Analogia logo tornada consenso, afinal, no sertão de Canudos, na Bahia, muitos desses soldados ficaram alojados justamente em uma região chamada de Morro da Favela. Nasce daí o termo, hoje, eufemisticamente substituído por “comunidade”.

Comportamento tipificado como crime no Código Penal de 1890, a “vadiagem” foi logo associada a instrumentos de percussão, como o pandeiro e o tamborim, e de cordas, como o violão e o cavaquinho. No imaginário popular portar um desses objetos era premissa para ser malvisto e tratado como “vagabundo” ou “desocupado”. O maestro Heitor Villa-Lobos, que volta e meia perambulava pela boêmia do Rio com um exemplar a tiracolo, ao transformar o violão em seu segundo meio de escrita musical, depois do piano, antecipou abruptamente o fim do estigma de marginal atribuído ao instrumento de seis cordas.

Além de frequentemente se apossar de pandeiros, cavaquinhos e violões como quem apreendia armas brancas, a polícia regularmente aprisionava negros musicistas notórios pela afeição à boêmia ou que deixassem perceptíveis vestígios físicos da prática contumaz do samba, como as falanges dos dedos calejadas pelo batuque ou as unhas compridas para melhor domínio do dedilhado e do fraseado.

Uma antológica história que reflete tal prática envolve João da Baiana, um dos patronos do samba. A caminho de uma apresentação na casa do senador Pinheiro Machado, o compositor de Batuque na Cozinha foi abordado pela Polícia e teve seu instrumento apreendido. Disparatado com a notícia, Machado mandou confeccionar outro pandeiro, além de ordenar que em sua pele fosse inscrita a seguinte frase: “A minha admiração, João da Baiana – Senador Pinheiro Machado”. Desde então, reza a lenda, o sambista nunca mais foi importunado pela polícia.

Com a aceitação progressiva do gênero pelas elites do País, empatia abreviada com a famosa excursão dos Oito Batutas em Paris no ano de 1922 – episódio que tornou ainda mais sofisticada a música de Pixinguinha – e a ascensão do Carnaval de Rua, o samba atingiria status de respeitabilidade jamais visto durante o Estado Novo de Getúlio Vargas.

Grande estrategista, Vargas, é claro, também valeu-se da onipresença das transmissões da Rádio Nacional para fazer com que o gênero encampasse uma ostensiva operação com vistas de transformá-lo em grande agente de integração nacional.

Astuto, para despertar a empatia de públicos de regiões pouco familiarizadas com o samba ou tomadas por aversão à mística marginal a ele atribuída, Vargas tratou de “encomendar” alterações gradativas e pontuais ao conteúdo lírico trocando, com a mão pesada dos censores do DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda), a exaltação à malandragem pela apologia ao trabalho.

Tema de vários estudos acadêmicos, essa transição experimentada pelo samba – de ”música de bandido” a elemento cultural de construção do imaginário brasileiro – pode ser atestada em trechos de duas análises reproduzidas nos parágrafos a seguir.

Como alfinetou Martinho da Vila, a ignorância sobre nossa história musical é terreno movediço, campo fértil para a réplica de gafes que poderiam ser evitadas ou, mesmo sem a intenção de ofensa, de piadas datadas que, hoje replicadas, na opinião de muita gente, são imperdoáveis.

Com o rádio e sua crescente importância na veiculação da música popular, justamente com a popularização da cultura da malandragem, o personagem malandro é consolidado com temas de composições que fazem sucesso na década de trinta, tais como Lenço no Pescoço, de Wilson Batista, e Rapaz Folgado, de Noel Rosa. Com o advento do Estado Novo é construído um projeto cultural, político e social para consolidar uma estética nacional cujo objetivo era atingir diversas áreas, tais como: educação, cinema, rádio e outros meios de comunicação. Neste período os sambas com temas que ressaltam o trabalho, o Estado Novo e o ‘malanndro regenerado’ são amplamente divulgados e fazem muito sucesso junto à população da Capital Federal. Este processo culmina com a composição de sambas apologético-nacionalistas de teor melódico, narrativo e timbrístico grandiosos, que se coadunam perfeitamente com o projeto estético do Estado Novo.

Excerto do livro Da Marginalidade ao Estrelato: O Samba na Construção da Nacionalidade (1917 – 1945), de Fabiana Lopes da Cunha.

A primeira metade do século XX foi um momento de grandes transformações para o Brasil. Recém-saído do regime monárquico, a nova Nação enfrentava grandes desafios sociais, econômicos e políticos. A abolição da escravidão, os numerosos contingentes de imigrantes, assim como o grande fluxo de pessoas atraídas pelo desenvolvimento industrial em direção aos centros urbanos, tornavam as cidades, pouco estruturadas, em grandes aglomerados desordenados. Por outro lado, o crescimento desses centros urbanos transformou as grandes cidades em ambientes verdadeiramente frutíferos para a sociabilidade e, não é demais lembrar, o desenvolvimento tecnológico já vinha surtindo impacto na indústria do entretenimento. Cada vez mais repleta de centros de diversões, tais como cafés-cantantes, cinemas e teatros, o Rio de Janeiro apresentava-se como um ambiente promissor para artistas e compositores. O samba encontrou nessa enriquecida realidade cultural um caminho para atingir os mais variados públicos. Sabe-se que o grupo Oito Batutas havia ganhado tanta notoriedade que em 1922 conseguiu patrocínio para ir a Paris divulgar sua música. A popularidade que o samba vinha alcançando tornou-o alvo de interesse do governo de Getúlio Vargas, tonando-o um instrumento complementar do projeto ideológico nacional.

Excerto do artigo, O Estado Novo e a Integração do Samba Como Experssão Cultural da Nacionalidade, da historiadora Carla Araújo Coelho.

Spotify divulga quais são os maiores artistas da história da plataforma

Drake é o artista com o maior número de reproduções da história da plataforma. (Foto: Divulgação)

Levantamento foi promovido para marcar o aniversário de dez anos da plataforma, a mais popular do mundo

Postado em 17/10/2018 por

Uma das grandes revoluções da indústria musical, o Spotify –  maior plataforma de streaming musical do mundo – comemora, em 2018, dez anos de seu lançamento. Para celebrar a década de sucesso, a organização do Spotify resolveu fazer um levantamento e divulgar a lista dos artistas e músicas mais importantes, marcos e conquistas e gêneros mais influentes na história da plataforma.

“Desde outubro de 2008, fãs de todo o mundo têm desfrutado de uma década de descoberta musical, encontrando novos artistas e faixas para se apaixonar e redescobrir antigos favoritos”, disse a organização a respeito do impacto histórico que o Spotify tem na vida das pessoas e como mudou a indústria. “Somos agora o maior serviço de streaming de música do mundo, mas continuamos focados no lazer para conectar os fãs aos artistas e ajudá-los a construir suas carreiras como fazíamos no primeiro dia”, completou.

Com uma pegada nostálgica, a primeira lista divulgada passeia pelo maior hit de todos os anos, desde 2008. Com isso, a plataforma relembra sucessos como I Gotta Feeling (The Black Eyed Peas), Love The Way You Lie (Rihanna Eminem), Somebody That I Used To Know (Gotye e Kimbra) e Shape Of You (Ed Sheeran). Confira a lista completa:

2008: The Killers – Human
2009: The Black Eyed Peas – I Gotta Feeling
2010: Eminem, Rihanna – Love The Way You Lie
2011: Don Omar – Danza Kuduro
2012: Gotye, Kimbra – Somebody That I Used 
2013: Macklemore & Ryan Lewis – “Can’t Hold Us” (feat. Ray Dalton)
2014: Pharrell Williams – “Happy” – from Despicable Me 2
2015: Major Lazer – “Lean On” (feat. MØ & DJ Snake)
2016: Drake – “One Dance”
2017: Ed Sheeran – “Shape of You”

Na lista de artistas mais populares de todos os tempos, o levantamento mostra pouca representatividade feminina (Rihanna e Ariana Grande são as únicas mulheres entre os dez maiores) e o poder mundial de um dos maiores fenômenos da música mundial: o canadense Drake. O músico, que também aparece no segundo lugar das músicas mais ouvidas de todos os tempos, conta com quase 50 milhões de ouvintes mensais e supera nomes como Justin Bieber e Ed Sheeran. Confira:

  • Artistas com mais streams de todos os tempos:

01: Drake
02: Ed Sheeran
03: Eminem
04: The Weeknd
05: Rihanna
06: Kanye West
07: Coldplay
08: Justin Bieber
09: Calvin Harris
10: Ariana Grande

  • Músicas com mais streams de todos os tempos:

01: Ed Sheeran – “Shape Of You'”
02: Drake – “One Dance”
03: The Chainsmokers – “Closer”
04: Post Malone – “rockstar” (feat. 21 Savage)
05: Ed Sheeran – “Thinking Out Loud”
06: Major Lazer – “Lean On” (feat. MØ & DJ Snake)
07: Luis Fonsi, Daddy Yankee – “Despacito – Remix'”
08: Justin Bieber – “Love Yourself”
09: Justin Bieber – “Sorry”
10: The Chainsmokers – “Don’t Let Me Down”

Além disso, o Spotify também listou os primeiros dez artistas a bater a marca de 1 bilhão de reproduções na plataforma. Confira:

01: Rihanna (2013)
02: David Guetta (2013)
03: Eminem (2013)
04: Kanye West (2014)
05: Avicii (2014)
06: Coldplay (2014)
07: JAY Z (2014)
08: Katy Perry (2014)
09: Drake (2014)
10: Pitbull (2014)

Álbuns com mais streams no mundo:

01: Ed Sheeran – ÷
02: Justin Bieber – Purpose
03: Drake – Views
04: Ed Sheeran – x
05: Post Malone – beerbongs & bentleys
06: The Weeknd – Starboy
07: Scorpion – Drake
08: The Weeknd – Beauty Behind The Madness
09: Post Malone – Stoney
10: Kendrick Lamar – DAMN

O levantamento também focou na participação feminina e, para isso, organizou uma lista apenas das maiores mulheres da plataforma.

01: Rihanna
02: Ariana Grande
03: Sia
04: Beyoncé
05: Nicki Minaj
06: Adele
07: Taylor Swift
08: Selena Gomez
09: Katy Perry
10: Shakira

 

Shape Of You, a música mais popular da lista, tem um videoclipe lançado em janeiro de 2017. Em pouco mais de 1 ano e meio, a produção conta com mais de 3,8 bilhões de visualizações. 

Katinguelê é o destaque da playlist ‘Showlivre é SHOW’

Katinguelê foi atração do Estúdio Showlivre, em setembro deste ano. (Foto: Pietá Rivas / Showlivre)

Playlist é resultado da indicação de cantores, bandas e membros da equipe do showlivre.com e reúne, exclusivamente, faixas gravadas ao vivo

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A playlist “Showlivre é SHOW!” ganha uma nova capa toda semana e, em sua mais recente atualização, tem como principal colaborador o grupo Katinguelê, um dos principais representantes do pagode nacional e que passou pelo Estúdio Showlivre, em setembro deste ano. Desenvolvida com o objetivo de promover o consumo de música ao vivo, a playlist é resultado das indicações dos próprios integrantes do grupo e faixas de artistas que também passaram por aqui, como Mauricio Pereira, Cachorro Grande e Thaíde. Além disso, a equipe do showlivre.com aproveitou para incluir suas faixas preferidas. 

A equipe do showlivre.com foi bastante eclética em suas escolhas. Os curadores Clemente Nascimento (diretor artístico), João Vicente (marketing), Marcelo Pinheiro (editor-chefe), Gabriel Alves (social media) e Leonan Oliveira (redator) deram destaque a nomes como Flicts, Rincon Sapiência, CPM22, Sugar Kane Gloria Groove.

Ouça (e siga) a Playlist “Showlivre é SHOW”, com destaques de Katinguelê no Spotify:

A relação com a música transcende barreiras físicas. Por isso, e para dar contexto, a equipe do showlivre.com resolveu justificar suas escolhas. Veja:

Clemente Nascimento: 
“Apresentações ao vivo tem que ser excitantes e bem executadas, essas duas que escolhi, são daquelas que ficam guardadas para sempre na memória.”

João Vicente: 
“Embora a música do Flicts seja simples, ela não é simplória. A banda está inscrita na sonoridade clássica do punk rock e só absorve o melhor do gênero. Consegue escapar da repetitividade e cria peças cheias de personalidade. Ao mesmo tempo, une diversão a um teor anárquico e combativo, como os grandes medalhões do punk.”

Marcelo Pinheiro:
“Faixa de abertura de ‘Galanga Livre’, ‘Crime Bárbaro’ antecipa o poder de fogo do primeiro álbum de Rincon Sapiência. O riff de guitarra, sampleado da música ‘Jimi Renda-se, de Tom Zé, abre caminho para o flow desconcertante de um dos mais talentosos MCs do País. No Estúdio Showlivre, aquecendo o repertório do álbum para o Coala Festival de 2017, ‘Crime Bárbaro’ soa ainda mais contundente.”

Gabriel Alves: 
“Presenciar um artista tocando é uma das melhores experiências da vida. Não importa o estilo musical. A energia que é gerada pela performance, é surreal. Escolhi “Preta”, da Nina Oliveira, por ser uma ótima composição da cantora paulista. A performance dela é incrível, a voz é maravilhosa. É daquelas que arrepiam. Por falar em arrepiar, não havia como deixar de fora o momento mais sinistro que já vivi em shows. O público do CPM 22, durante apresentação na edição 2015 do Rock In Rio, cantando “Um Minuto Para o Fim do Mundo” em uníssono por 40 segundos, ficará eternizado na memoria de quem presenciou.”

Leonan Oliveira:
“Eu acho que a música ao vivo tem o poder de nos passar coisas que a versão de estúdio às vezes não consegue. Quando o artista está no palco, conseguimos enxergar a maneira como ele se relaciona com a própria música e o quanto sua arte é realmente sentida. A Luedji Luna no Estúdio Showlivre, para mim, foi um dos momentos que eu mais consegui sentir essa relação”.

Gretchen será madrinha de festival no dia mundial de luta contra a AIDS

Gretchen durante o lyric video de ‘Swish Swish’, de Katy Perry. (Foto: Divulgação)

Evento contará com apresentações de nomes como Ludmilla, Claudia Leitte, Capital Inicial, Kevinho e Maiara e Maraisa

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O primeiro dia de dezembro, desde o final dos anos 80, é marcado como o Dia Mundial da Luta Contra a AIDS. Para celebrar os avanços das pesquisas e conscientizar a população a respeito do vírus, o Prudence Fest promoverá 15 horas de música, no Sambódromo do Anhembi, com shows de nomes importantes como Claudia Leitte, Ludmilla, Capital Inicial, Maiara e Maraisa, Kevinho e os DJs Felguk, JetLag, Pernambuco, Cláudio Junior e Leandro Buenno.

Além do encontro musical, a organização do festival assumiu um compromisso social com a arrecadação geral do evento: a cada ingresso vendido, a Prudence doará três camisinhas para ONGs que auxiliam na conscientização sexual de famílias de baixa renda em todo o Brasil.

Gretchen, a rainha dos memes e personagem principal de um dos vídeos oficiais de Katy Perry, foi coroada a madrinha oficial do evento por conta de seu envolvimento com as causas sociais. Em entrevista, a cantora revelou ter ficado lisonjeada com o convite. É uma honra participar de uma ação como esta, principalmente após a constatação feita diante da pesquisa que comprovou o aumento, em relação aos anos anteriores, do número de jovens que não usam preservativos, nem fazem exame de HIV. O uso da camisinha é sempre necessário e precisamos fazer esta informação ecoar por todo nosso país, afirmou.

O lyric video de Swish Swish, vídeo da americana Katy Perry no qual Gretchen faz parte, foi lançado no canal oficial da cantora no YouTube, em julho de 2017. Em um ano, o vídeo foi reproduzido cerca de 85 milhões de vezes. Assista:

Os ingressos para o Prudence Fest custam entre R$ 58 e R$ 160 e podem ser comprados no site oficial do evento

Gustavo Mioto é a nova atração do projeto Villa Country Showlivre

O cantor e compositor Gustavo Mioto durante show em Jaguaruna (SC). Foto: Divulgação

Apresentação intimista, com bate-papo entre o artista e seus fãs, tem transmissão ao vivo nessa quinta-feira (18), às 15h

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Convidado da segunda edição do projeto Villa Country Showlivre, o cantor e compositor paulista Gustavo Mioto, atualmente um dos artistas mais populares do sertanejo, se apresenta na casa de shows paulistana nessa quinta-feira (18), a partir das 15h, com transmissão ao vivo do Showlivre também veiculada no portal R7.com.

Em formato intimista e acústico, o projeto Villa Country Showlivre, que debutou no último dia 4 de outubro com um show exclusivo de Bruninho e Davi, é apresentado por Rodrigo Paes, diretor artístico da casa noturna, e pelo guitarrista Carlinhos Anhaia, criador da Villa Country Band, que já liderou mais de 3 mil shows no tradicional espaço dedicado à música sertaneja e country.

Além de mediar um bate-papo descontraído com os artistas convidados, Paes e Anhaia também encaminham ao artista perguntas dos fãs, enviadas por meio das redes sociais do Villa Country, do Showlivre e da Freegells, apoiadora cultural do projeto.

A transmissão do Showlivre terá início às 15h. Aos fãs que não tiverem disponibilidade de conferir a apresentação ao vivo, o conteúdo ficará imediatamente disponível após o encerramento do show, que pode ser conferido no site do Showlivre.

Talento precoce
Com 21 anos de idade, Gustavo Mioto começou a tocar violão aos 6 anos de idade, na cidade de Votuporanga, no interior paulista, onde nasceu. Influenciado pelo pai, Marcos Mioto, empresário e produtor musical, o garoto avançou nos estudos e, aos 10 anos, escreveu sua primeira composição, É Você Quem Vai Chorar. Aos 13, assumiu o papel de crooner da banda Oxigênio emplacando uma série de shows e ganhando experiência de palco. Em 2012, aos 15 anos, lançou Fora de Moda, seu primeiro álbum, marcado pelo sucesso Ela Não Gosta de Mim, que logo ultrapassou a marca de 30 milhões de acessos.

No final de 2017, o artista lançou seu mais recente DVD, com a presença de convidados especiais: os cantores Anitta e Gusttavo Lima e as duplas Jorge & Mateus e Maiara & Maraisa.

Consagrado sobretudo pelo público que consome música online, Gustavo Mioto acumula números impressionantes – e ascendentes: quase 1 bilhão de views no YouTube, onde é seguido por mais e 2,8 milhões de fãs; mais de 3,2 milhões de ouvintes no Spotify, a plataforma de streaming mais popular do Brasil.

MAIS

Veja, na íntegra, a primeira edição do projeto Villa Country Showlivre com a dupla Bruninho e Davi

 

10 planos malignos de Pabllo Vittar para acabar com o mundo

Imagem promocional do videoclipe de “Problema Seu”, lançado em agosto deste ano. (Foto: Reprodução)

Com a frase ‘Pabllo Vittar foi longe demais’, brincadeira espalha notícias falsas (e absurdas) nas redes sociais

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Nos últimos meses, a discussão sobre a importância e o impacto das chamadas “fake news” tem tomado cada vez mais espaço no holofote de discussão dos estudiosos da mídia mundial.

Morte de celebridades vivas, nacionalidade do ex-presidente dos Estados Unidos e segredos de celebridades foram algumas das notícias mais comentadas das redes sociais nos últimos meses, mas uma delas ganhou destaque estrondoso entre os brasileiros: A Pabllo Vittar é o novo rosto da nota de R$50 no Brasil!

A informação chegou a algumas pessoas que acabaram acreditando na informação e tornou a nota de Pabllo Vittar uma das coisas mais loucas que a internet brasileira desenvolveu. O acontecimento tomou conta das correntes do Whatsapp e grupos da família, deixando várias pessoas indignadas com o desrespeito que o Brasil havia atingido com essa nova “decisão do governo”.

groselha-600x536 10 planos malignos de Pabllo Vittar para acabar com o mundo

A repercussão da brincadeira foi tão grande que nasceu o meme que dominou as redes sociais: correntes com os planos da drag queen. Por isso, nós – com muito bom humor – elaboramos uma lista com 15 planos malignos de Pabllo Vittar para acabar com o Brasil. Confira:

  • Hexa? Não dessa vez! 

  • Um novo planeta inteirinho pra drag queen…

  • Celular da Pabllo Vittar vai se tornar algo muito comum em breve! 

  • Café da manhã? Só com Pabllo Vittar! 

  • E a frase da bandeira? Já soube da mudança? 

  • A drag queen está planejando uma ditadura no Maranhão… 

  • Salvem as crianças! 

  • Nem as faculdades ficaram de fora…

  • E ponto turístico…

  • Não vai conseguir escapar nem no cinema! 

  • As eleições presidenciais estão na mãe de Pabllo…

  • A greve dos caminhoneiros atrapalhou um pouco os planos diabólicos da drag queen! 

A cada minuto, dezenas de novos planos de Pabllo Vittar são compartilhados na internet. O mais importante, e que já está em prática, é o plano de dominar o YouTube Brasil! A drag queen, que acabou de divulgar seu segundo álbum de estúdio, intitulado Não Para Não, lançou o videoclipe de “Problema Seu” em agosto deste ano e, em dois meses, se aproxima da marca de 50 milhões de reproduções. Agora esse Pabllo foi longe de mais! Confira:

    

‘Nós, Voz, Eles’: Sandy lança episódio inédito com a banda Melim

Sandy durante evento de lançamento do projeto ‘Nós, Voz, Eles’. (Foto: Pietá Rivas / Showlivre)

Intitulada ‘Eu Pra Você’, a faixa é o sexto lançamento do projeto inédito idealizado pela cantora

Postado em 16/10/2018 por

Dando seguimento à divulgação do projeto em série Nós, Voz, Eles – lançado em agosto deste ano –, a cantora Sandy divulgou na última segunda-feira, 15, o episódio que mostra o processo de criação da inédita Eu Pra Você. A música, que é uma parceria com a banda Melim, ex-participante do reality Superstar, deve chegar às plataformas de streaming na próxima quarta-feira, 17.

No projeto, que mostra todo o bastidor de criação e gravação da música, composta por Sandy e Lucas Lima, a cantora conversa com os integrantes a respeito de questões que envolvem a participação no programa da Rede Globo, no qual a própria Sandy foi uma das juradas. “Eu só dei ‘sim’ pra vocês, né gente? Pelo amor de Deus”, brincou antes de começar a gravar. Embora tenham perdido o programa, a banda ganhou forte destaque depois da edição. Assista ao episódio:

 

O projeto Nós, Voz, Eles foi idealizado por Sandy e, até o momento, já contou com a participação de nomes importante e populares como Maria Gadú, Anavitória, Thiaguinho e Lucas Lima, seu marido. O showlivre.com foi até o evento de lançamento do projeto, em agosto, e registrou, com exclusividade, a entrevista na íntegra. Confira:

Meu Abrigo, a faixa mais popular do grupo, embora tenha sido lançada no ano passado, ainda é comum nas listas das mais ouvidas do país. O videoclipe conta com mais de 55 milhões de visualizações. Assista:

Saiba como foi a primeira apresentação solo de Camila Cabello em São Paulo

Evento reuniu cerca de 15 mil pessoas e contou com shows de Camila Cabello, Rouge, Zeeba, Vitor Kley e mais. (Foto: Stephan Solon / MOVE Concerts)

Em meio aos hits e declarações de amor ao público, cantora levou Anitta ao palco como uma surpresa para os brasileiros

Postado em 15/10/2018 por

A edição deste ano do Z Festival, que acontece entre os dias 11 e 16 de outubro, está dando o que falar no Brasil. Na noite do último domingo (14), o evento aconteceu em São Paulo e marcou a primeira apresentação solo de Camila Cabello na cidade. O show, no qual a cantora foi acompanhada por um coral animado de fãs do começo ao fim, contou com a apresentação de hits, muita conexão com os fãs e a participação especial de Anitta durante uma das músicas da cantora cubana.

Sendo a última das atrações do dia, a dona de hits como Havana começou seu show pontualmente às 20h45 (como estava previsto) com o single Never Be The Same, faixa que deu nome à turnê mundial da cantora, que roda o mundo desde abril deste ano.

Com muita animação (e gritos histéricos), a cantora apresentou todas as onze faixas de seu primeiro e mais recente disco, intitulado Camila. Em Something’s Gotta Give, uma de suas músicas mais emotivas e pessoais, Camila Cabello aproveitou para chamar a atenção para questões acerca de movimentos sociais e políticos como o ‘Black Lives Matter’, o desarmamento, a proteção das crianças e a xenofobia contra imigrantes nos Estados Unidos. “Eu vejo vários de vocês, todos os dias, escolhendo o amor sobre o ódio, escolhendo ser quem vocês são, amar quem amam, a falar sua verdade… e é sobre isso que essa música se tornou pra mim”, disse antes de começar a apresentação com projeções dos movimentos citados.

Do meio para o final do show, Camila Cabello resolveu reforçar o quanto ama os fãs brasileiros e como isso tem impactado sua vida. “Eu vejo vocês todos os dias na internet, todo o amor que vocês me mandam e eu me sinto a garota mais sortuda do mundo. Vocês são os melhores fãs do mundo”, disse. Como um jeito de agradecer os fãs brasileiros pelo apoio de sempre, a cantora anunciou que tinha preparado uma surpresa e convidou ninguém menos que Anitta para subir no palco e, juntas, cantar os sucessos Paradinha , da brasileira, e Real Friends. 

Camila-Cabello-e-Anitta-Stephan-Solon-MOVE-Concerts Saiba como foi a primeira apresentação solo de Camila Cabello em São Paulo

Camila Cabello convidou a cantora Anitta para subir no palco e performar ‘Paradinha’ e ‘Real Friends’. (Foto: Stephan Solon/ MOVE Concerts)

Havana, a música mais esperada da noite, fechou o show em grande estilo e recheada de agradecimentos por parte de Camila Cabello – que se define ‘secretamente meia brasileira’ – e a promessa de voltar logo. O momento foi gravado por um fã. Assista:

O single, lançado em outubro de 2017, conta com mais de 1,3 bilhões de reproduções em seu áudio oficial no YouTube e cerca de 700 milhões de visualizações no videoclipe oficial. Confira:

Z FESTIVAL 2018: Rouge, Vitor Kley e Zeeba

Além da atração principal, Camila Cabello, a edição paulistana do Z Festival ainda contou com apresentações de nomes importantes da música brasileira como Vitor Kley, Zeeba e a girl band Rouge.

Vitor-Kley-Stephan-Solon-MOVE-Concerts Saiba como foi a primeira apresentação solo de Camila Cabello em São Paulo

Vitor Kley foi responsável por uma onda de energia positiva no Z Festival. (Foto: Stephan Solon/ MOVE Concerts)

Sendo o primeiro dos três a se apresentar, o gaúcho Vitor Kley levou bastante animação e energia positiva para o público que, às 17h, já estava em peso no Allianz Parque. O músico, que concedeu entrevista exclusiva ao showlivre.com, apresentou alguns covers e o sucesso (tão esperado) O Sol. 

A faixa foi lançada janeiro de 2018 e, atualmente, conta com mais de 100 milhões de visualizações

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Zeeba durante a edição de 2018 do Z Festival, promovido no Allianz Parque. (Foto: Stephan Solon/ MOVE Concerts)

O brasileiro Zeeba, que assumiu o palco logo após o anoitecer, contagiou o estádio com a boa energia de seu hit Hear Me Now e a apresentação de seu mais recente single, Young Again, assunto da entrevista exclusiva concedido pelo cantor à equipe do Showlivre. O maior sucesso do cantor, parceria com Alok, se aproxima da incrível marca de 270 milhões de reproduções no YouTube. Assista:

A banda Rouge, responsável por aquecer o público para a apresentação principal, que aconteceria logo em seguida, chegou com tudo ao palco do Z Festival levando muita dança, energia, empoderamento e nostalgia para o público. Com hits como Ragatanga, Brilha La Luna, Um Anjo Veio Me Falar e Dona da Minha Vida, as integrantes Aline, Fantine, Karin, Li Martins e Lu Andrade fizeram um show de tirar o fôlego e, mesmo que indiretamente, provocaram gritos de ‘Ele Não’ do publico.

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Rouge durante apresentação de ‘Dona da Minha Vida’, no Z Festival. (Foto: Stephan Solon/ MOVE Concerts)

Dona da Minha Vida, a faixa responsável pela abertura e encerramento do show, faz parte dos lançamentos recentes da banda e conta com mais de 8 milhões de visualizações no YouTube.

Z Festival anima São Paulo neste domingo (14)

Camila Cabello é a atração principal do Z Festival. (Foto: Divulgação)

Promovido no Allianz Parque, evento terá shows de nomes como Camila Cabello, Zeeba, Vitor Kley e o grupo Rouge

Postado em 13/10/2018 por

O feriado prolongado termina de um jeito bem animado para os paulistanos! Neste domingo (14), o Allianz Parque – um dos lugares que recebe o maior número de shows internacionais na cidade – será palco para mais uma edição do Z Festival. Neste ano, além de Camila Cabello (atração principal), o evento também contará com as apresentações de nomes populares da música brasileira como Vitor Kley, do hit O Sol, Zeeba, dono de Hear Me Now e o querido grupo Rouge, formado por Aline, Fantine, Karin, Li Martins e Lu Andrade.

Depois de milhares de pedidos na internet, a cubana Camila Cabello finalmente está de volta ao País. Esta é a primeira vez da cantora em terras brasileiras para promover seus trabalhos solos, já que esteve no Brasil diversas vezes quando ainda integrava a girl band Fifth Harmony. No Twitter, a cantora compartilhou a animação com os fãs. “Oi, gostosas. Finalmente essa metade brasileira está em casa”, disse a cantora, em português, em um vídeo gravado no aeroporto. Confira:


Havnna, o primeiro single do primeiro álbum solo de Camila (e que leva o nome da cantora), é um sucesso! No YouTube, o áudio oficial conta com mais de 1,3 bilhões de visualizações e o videoclipe, lançado em outubro de 2017, acumula quase 700 milhões de plays. Assista:

Tanto Vitor Kley quanto Zeeba conversaram com o Showlivre.com para falar sobre as expectativas para as apresentações no festival. Leia mais aqui (Vitor Kley) e aqui (Zeeba).

No dia das crianças, veja 8 projetos infantis no Estúdio Showlivre

Fera Neném foi destaque do Estúdio Showlivre em outubro de 2017. (Foto: Showlivre)

Lista com oito participações marcantes de crianças e projetos infantis apresentados no Estúdio Showlivre

Postado em 12/10/2018 por

Comemorado anualmente no dia 12 de outubro, o Dia das Crianças – além de um dos feriados mais queridos pelo povo brasileiro – é uma data cheia de brincadeiras, referências lúdicas e muita diversão para os pequenos. Pensando nisso, e para promover o consumo de música pelas crianças, listamos oito atrações marcantes que passaram pelo Estúdio Showlivre e que pertencem ao lúdico mundo infantil. Confira:

Fera Neném (2017)

Fera Neném é uma banda que se define como “baby rock, quase punk, meio reggae, mais precisamente panqueca” voltada para o público infantil de qualquer idade. Com músicas que instigam o ouvinte a trabalhar sua imaginação e criatividade, o quarteto formado por Gustavo Cabelo (baixo e voz), Lia Biserra (voz), Pedro Gogom (bateria e voz) e Peri Pane (guitarra e voz) lançou o seu primeiro álbum em 2017.

 

Patati Patata (2013)

Além da magia levada às crianças, a dupla de palhaços foi recordista em vendas de DVDs e, atualmente, é um sucesso no canal oficial do Showlivre no YouTube. Ao todo, os palhaços acumulam mais de 3 milhões de seguidores e 4 bilhões de visualizações em seus videoclipes.

Palavra Cantada (2012)

A Palavra Cantada existe desde 1994, quando os músicos Sandra Peres e Paulo Tatit propuseram criar novas canções para as crianças brasileiras. Em todos os trabalhos que realizaram desde então, tornaram-se linhas marcantes a preocupação com a qualidade das letras, arranjos e gravações e o respeito à inteligência e à sensibilidade da criança. A Palavra Cantada vem sendo aclamada pelo público e pela crítica do país como um trabalho diferenciado dentro da nossa cultura musical.

Samba de Cosme (2016)

O Samba de Cosme nasceu em 2014, após o sucesso das participações dos garotos Leonardo (12 anos) e Guilherme (13 anos) nos shows do cantor Marcelo. Com alegria e uma batucada diferenciada, o Samba de Cosme, nome inspirado na música “Falange de Erê”, de Arlindo Cruz, vem se destacando na região de Campinas, no interior de São Paulo. Em 2016, após uma apresentação cheia de carisma e energia, o Samba de Cosme venceu a etapa samba do #ShowlivreDay+.

Vitor e Vitória (2010)

A música sempre esteve na vida das crianças, é coisa de berço: filhos de Edson, da dupla Edson e Hudson, Vitor & Vitória desenvolveram sua própria identidade artística. Durante apresentação no Estúdio Showlivre, os músicos, que ainda não uma dupla, eram crianças.

MC Soffia (2015)

MC Soffia começou a sua carreira aos 6 anos de idade, logo após participar do projeto “O Futuro do Hip Hop”. No Estúdio Showlivre, quando ainda tinha 11 anos de idade, a rapper mirim apresentou faixas inéditas e que contestam paradigmas sociais. Para ela, nascida e criada na periferia de São Paulo, o rap significa “música de força e resistência”.

Di Melo e Gabi Abade (2018)

Durante sua mais recente participação no Estúdio Showlivre, Di Melo, o imorrível, trouxe sua filha, Gabi Abade, para apresentar, juntos, a faixa “Brasis Elis”.

‘Kaça’: Karol Conka reafirma independência e força feminina em novo single

‘Kaça’ é o primeiro single de Ambulante, o próximo álbum de Karol Conka. (Foto: Reprodução/YouTube)

Faixa é o primeiro lançamento de ‘Ambulante’, segundo disco da cantora e que deve ser divulgado em breve

Postado em 11/10/2018 por

Abrindo os trabalhos de divulgação de seu novo álbum, intitulado Ambulante, a rapper Karol Conka – um dos nomes femininos mais importantes do gênero – divulgou, na madrugada desta quinta-feira (11), a poderosa faixa Kaça, com produção assinada por Boss In Drama. Com composição forte e vocal marcante, a artista afirma que seu reino não tem rei e que, acima de tudo, é dona do próprio nariz. Confira:

O anúncio da faixa, assim como quase todos os outros trabalhos de Karol Conka, foi anunciado com bastante propriedade e criatividade. Um manifesto, no qual a cantora reafirma sua independência e não pertencimento aos padrões, foi publicado no canal oficial da cantora no YouTube. “Eu sei o que eu passei, no meu reino não tem rei. Eu tenho a missão de criar a minha própria lei”, disse. “Quando cantamos sobre feminismo, racismo, força e poder, muita gente tenta nos diminuir”, completa. Assista:

Karol Conka é uma das super-parceiras do showlivre.com. Em agosto de 2013, a artista foi uma das atrações do Estúdio Showlivre e a apresentação na íntegra, que conta com sucessos como Gandaia Você Não Vai, está disponível em nosso canal no YouTube. Veja: