PAUTA
Informação e música em harmonia

Ed Sheeran, Little Mix, Aurora, P!nk e Slash estão entre os shows confirmados no Brasil em 2019

Ed Sheeran é uma das atrações confirmadas no Brasil em 2019. (Foto: Divulgação)

A agenda de shows no Brasil para este ano já está sendo preenchida. Veja lista de confirmados!

Postado em 16/01/2019 por

2019 mal começou e a agenda de shows já está SUPER animadora para os amantes da boa música internacional. Além do Rock in Rio e Lollapalooza, dois dos maiores festivais de música do mundo, o país também receberá apresentações individuais de grandes nomes da música mundial, como Ed Sheeran, Aurora, Slash e Lauryn Hill.

Sendo assim, o showlivre.com listou algumas das atrações mais aguardadas e que já estão confirmadas no país para o ano que vem. Confira:

– Aurora

A cantora norueguesa, dona do álbum Infections Of A Different Kind (2018), se apresentou no Brasil recentemente em um show exclusivo para fãs e anunciou que voltará ao País para uma apresentação de sua nova turnê. O show acontecerá no dia 18 de maio, no Credicard Hall, em São Paulo.

 

– Arctic Monkeys

A banda de rock Artic Monkeys, formada em 2002 na Inglaterra, é um dos headliners da próxima edição do Lollapalooza Brasil, marcada para acontecer entre os dias 5 e 7 de abril, em São Paulo. A banda se apresenta no primeiro dia do festival, que também contará com nomes como Sam Smith, Tribalistas e Macklemore.

 

– Black Eyed Peas

O primeiro confirmado do Rock In Rio nesta lista, o grupo Black Eyed Peas – um dos mais populares representantes do hip-hop pop internacional – também está com malas prontas para o Brasil! No dia 5 de outubro, mesmo dia de Anitta, o trio se apresenta no Palco Mundo do festival, no Rio de Janeiro.

 

– Clean Bandit 

Com mais de dez anos de carreira, o trio Clean Bandit – dono do hit ‘Rockabye’ – marcou uma apresentação especial no Brasil para o primeiro dia de fevereiro. O show promete celebrar o melhor da música britânica e está marcado para acontecer na Audio, em São Paulo.

 

– Ed Sheeran

Um dos nomes mais populares da música mundial, o britânico Ed Sheeran está prestes a desembarcar (de novo!) no Brasil. O retorno do astro acontece como parte da Divide Tour, que já passou pelo país em maio deste ano, voltará aos estádios brasileiros em fevereiro. Os shows acontecerão em São Paulo (15/2) e Porto Alegre (17/2).

 

– Kendrick Lamar

Atração confirmada do último dia do Lollapalooza 2019, Kendrick Lamar –  um dos rappers mais populares do ano – , que lançou o aclamado DAWN em 2017, também é uma das atrações mais esperadas para 2019 no Brasil. Além do americano, nomes como Twenty One Pilots e Letrux também sobem ao palco no mesmo dia.

 

– Lauryn Hill

A multitalentosa Lauryn Hill, dona de sucessos como Doo Wop, também é uma das próximas atrações em solo brasileiro. A americana está com show marcado para acontecer no dia 3 de maio, no Espaço das Américas, em São Paulo.

 

– Little Mix

A banda Little Mix, um dos nomes mais populares do pop britânico, é a mais nova atração confirmada do Rock In Rio. De acordo com o jornal Destak, as donas de hits como ‘Shout Out To My Ex’, ‘Woman Like Me’ e ‘Black Magic’ subirão ao palco do festival no primeiro fim de semana de evento, no Rio de Janeiro. Shows em outras cidades podem ser anunciados.

 

– P!nk

A norte-americana Pink é uma das atrações mais comentadas do Rock In Rio. A cantora, dona de hits mundialmente conhecidos, se apresenta no palco mundo do festival, no Rio de Janeiro, no dia 5 de outubro. Black Eyed Peas e Anitta se apresentam no mesmo dia.

 

– Slash

Considerado um dos maiores guitarristas de todos os tempos, Slash – que ficou mundialmente conhecido ao lado da banda Guns N Roses –  voltará ao Brasil para shows em maio do ano que vem. Em São Paulo, o rockstar se apresenta no dia 24, no Espaço das Américas.

 

– Shawn Mendes

Um dos novos nomes mais populares da música, Shawn Mendes é um dos mais queridos no Brasil. O músico, que se apresentou no Rock In Rio  2017, está de viagem marcada de volta ao País para apresentar a turnê de seu terceiro álbum de estúdio, que carrega seu nome. Até o momento, foram confirmados shows em São Paulo, no dia 30/11 (Alliaz Parque) e Rio de Janeiro, dia 3/12 (Jeunesse Arena).

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Pop, drogas e fundo do poço: 10 artistas que flertaram com excessos

A cantora e compositora Amy Winehouse. Foto: Divulgação / Universal Music

Frequentemente associado ao universo das estrelas do rock, o abuso de álcool e drogas também impôs baixas no pop

Postado em 15/01/2019 por

No dia 24 de julho de 2018, o TMZ divulgou a notícia de que a cantora americana Demi Lovato – que tem um histórico assistido de luta contra o consumo de álcool e drogas – havia sido encaminhada a um hospital, em Los Angeles, desacordada, com suspeita de overdose de heroína.

Além de gerar milhares de mensagens vindas dos fãs, amigos e pessoas influentes do mundo da música, a informação despertou a discussão e colocou um holofote sobre um assunto que frequentemente estampa a capa de jornais e revistas ao redor do mundo: a saúde mental de estrelas pop e os efeitos da pressão que vem junto da fama.

Infelizmente, Demi Lovato não é a primeira e nem será a última vítima do uso excessivo de drogas no mundo da música – hábito, aliás, frequentemente associado ao universo das estrelas do rock e não do pop. Sendo assim, listamos 10 nomes da música pop que, por conta do uso de substâncias químicas, chegaram no “fundo do poço”. Confira:

  • Demi Lovato 

Demii Pop, drogas e fundo do poço: 10 artistas que flertaram com excessos

Atualmente com 26 anos de idade, a luta de Demi Lovato para manter sua saúde física e mental é uma jornada que começou quando a cantora ainda tinha 19. Super popular entre os jovens, a cantora ganhou destaque mundial quando ainda era uma das crianças da série americana “Barney e Seus Amigos”.

Em 2010, a cantora foi internada em uma clínica de reabilitação para controlar o vício no álcool e drogas, além de enfrentar transtornos alimentares. Infelizmente, assim como conta na letra de “Sober”, depois de seis anos longe de tudo, a cantora teve uma recaída e, maus uma vez, vive uma turbulência em sua vida pessoal.

Assim como nas outras vezes, Demi está recebendo mensagens de apoio de fãs ao redor do mundo e certamente vai superar mais este momento.

  • Britney Spears 

Neyde Pop, drogas e fundo do poço: 10 artistas que flertaram com excessos

Em 2007, por conta de uma série de problemas na vida pessoal, a cantora Britney Spears não resistiu à pressão e acabou de envolvendo com drogas e dando vida a um dos maiores “escândalos” da história da música pop.

Depois de fugir de uma clínica de reabilitação, a cantora raspou a cabeça, agrediu alguns paparazzis com um guarda-chuvas e acabou perdendo a custódia dos filhos para o ex-marido. Depois de muitas tentativas e esforço pessoal, a cantora voltou a ser a princesa do pop e, atualmente, está livre das drogas e álcool.

  • Whitney Houston

WH Pop, drogas e fundo do poço: 10 artistas que flertaram com excessos

Em dezembro de 2002, depois de se consagrar como uma das vozes mais potentes do mundo, a cantora Whitney Houston revelou em uma entrevista que sofria de depressão desde a adolescência e que, por conta disso, era usuária de quantidades excessivas de cocaína, maconha e álcool.

Em fevereiro de 2012, aos 48 anos, a cantora foi encontrada morta em uma banheira de hotel, em Los Angeles. Embora tivessem vestígios de cocaína no local da morte, a causa divulgada pelos legistas foi afogamento acidental.

  • Amy Winehouse

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No dia 23 de julho de 2011, sete anos atrás, o mundo acordava mais triste com a partida de um dos principais nomes da música mundial: Amy Winehouse. A cantora, que passava por uma fase conturbada envolvendo o consumo exagerado de álcool e drogas, tinha apenas 27 anos quando foi encontrada morta em sua casa, na capital inglesa.

O “fundo do poço” da Rainha do Soul envolveu a apresentação de alguns shows na qual a cantora não conseguia nem mesmo parar em pé no palco.

  • George Michael 

2016GettyImages-georgemichael-charity Pop, drogas e fundo do poço: 10 artistas que flertaram com excessos

George Michael também foi um dos nomes da música pop que atrapalhou a carreira por conta do consumo excessivo de drogas. O cantor chegou a ser internado, em 2015, em uma clínica de reabilitação para tentar conter o vício em substâncias químicas.

Em dezembro de 2016, George foi encontrado morto em sua casa. Segundo exames, a morte aconteceu por conta de problemas no fígado e coração.

  • Lindsay Lohan 

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A cantora e atriz Lindsay Lohan foi um dos nomes mais polêmicos do mundo pop, nos Estados Unidos, em 2010. A cantora foi internada algumas vezes em clínicas de reabilitação por conta do uso excessivo de drogas e chegou a ser presa por roubo de joias.

  • Lily Allen 

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A cantora, conhecida por fazer declarações polêmicas na internet, tem um histórico antigo de envolvimento com drogas e álcool em quantidades exageradas. Em 2016, Lily Allen chegou a ser carregada desacordada de uma festa de rua, em Londres, por conta do consumo de substâncias, além de ser flagrada com vestígios de cocaína nas narinas.

  • Prince

Prince Pop, drogas e fundo do poço: 10 artistas que flertaram com excessos

Um dos grandes colaboradores para a construção da música pop como conhecemos hoje, Prince também foi uma das vítimas do uso abusivo de álcool e drogas. Em abril de 2016, o músico foi encontrado morto em um elevador de sua residência, nos Estados Unidos.

Depois de um exame médico, foi revelado que uma quantidade excessiva de Fentanyl, uma droga 50 vezes mais forte que a heroína, estava no sangue do cantor.

  • Cory Monteith 

Cory Pop, drogas e fundo do poço: 10 artistas que flertaram com excessos

O cantor e ator Cory Monteith, que ficou famoso mundialmente por dar vida ao personagem Finn Hudson em Glee, também é um dos nomes que perderam controle sobre o uso de drogas. Depois de uma série de escândalos envolvendo porte de drogas ilícitas, o artista foi encontrado morto, em julho de 2013, em um quarto de hotel, no Canadá.

  • Michael Jackson 

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O Rei do Pop também é um dos destaques desta (triste) lista. O músico, que ao longo da vida se envolveu em diversas polêmicas, morreu, em 2009, por conta do uso excessivo de medicamentos fortes, como o anestésico Propofol.

 

Vitor Pirralho & Unidade se unem a Ney Matogrosso em clipe sobre cultura indígena no Brasil

(Foto: Leopoldo Castro/Panan Filmes)

Rapper alagoano se prepara para o lançamento de seu terceiro disco

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Em 2019, a questão indígena entrou em pauta mais uma vez no nosso país com o desejo do governo em passar a demarcação de terras indígenas para o Ministério da Agricultura. Os índios continuam sua luta para que o trabalho fique com a Fundação Nacional do Índio (Funai). Tratar do tema se transformou numa coisa urgente e o novo clipe do rapper alagoano, Vitor Pirralho chega em boa hora.

“Rumos e Rumores” é a canção escolhida para dar o start no lançamento de seu terceiro disco A invenção é a mãe das necessidades e conta com a participação especial do grande cantor Ney Matogrosso. A questão indígena não é novidade para Vitor Pirralho & Unidade. O disco anterior Pau-Brasil (2009) foi desenhado sob o olhar dos índios.

“Essa é uma discussão perene no Brasil e na América Latina como um todo. Eu tenho muito interesse pela causa, que nos remete direto à situação de país colonizado, é uma questão identitária mesmo. E como eu tenho como mastro poético de minhas composições o Oswald de Andrade, poeta modernista que tão bem trouxe às artes brasileiras o conceito de Antropofagia cultural, que resgata o primitivismo, a cultura indígena e como ela foi sufocada e catequizada, eu sempre discuti esse tema em minhas composições. Muitos antes de mim já levantaram artisticamente essa questão, talvez a minha contribuição seja aproximar o rap dessa discussão”, conta Pirralho.

O clipe coloca a narrativa em imagens e traz a fusão do passado com o futuro. Nele, Ney Matogrosso faz o papel de um pajé que recebe informações do futuro e vê que há muita luta para o povo indígena nos próximos anos. O mensageiro do futuro que coloca em uma garrafa um pen drive com todas essas informações também é visto como um subversivo e sofre as consequências de seu ato quando descoberto.

“É o apocalipse da era digital-virtual-tecnológica. Eu tinha uma imagem-conceito em minha cabeça para este disco, um pen drive dentro de uma garrafa (em alusão a pergaminhos que eram lançados com alguma mensagem pelos navegantes) com uma mensagem do presente/futuro – de forma tecnológica, tendo o pen drive como representação disso – para alguém ainda no passado, que até então não presenciara a colonização. Um cruzamento de dois tempos: a era pré-colonial e a era contemporânea – uma espécie de “de volta para o futuro”. Para tanto, retomei conceitos distópicos previstos pela literatura, como no livro 1984, de George Orwell, e também fatos históricos como As Grandes Navegações e toda colonização. Linkando assim à colonização tecnológica que a humanidade vive hoje”, explica Pirralho

“Rumos e Rumores” também é entrecortado de imagens e palavras de ordem que foram usadas pela população nos últimos anos exaltando a importância desses movimentos. A única palavra que talvez não seja conhecida do público em geral é “tortura 101”, uma alusão ao quarto 101, usado na já citada obra de George Orwell, onde o Ministério do Amor torturava os cidadãos indesejados ao estado totalitário representado do livro.

O clipe tem direção e direção de fotografia de Henrique Oliveira (Panan Filmes), roteiro assinado por Henrique, Vitor Pirralho e Raphael Barbosa e conta com os dançarinos Leide Serafim Olodum, Tamylka Viana, Tiago Sutério, Leonardo Doullennerr, José Marcos (Topete).

Assista:

Céline Dion tira ‘I’m Your Angel’ das plataformas por conta de R. Kelly

A cantora Céline Dion se posicionou a favor das mulheres e retirou a parceria com R. Kelly de todas as plataformas digitais. (Foto: Divulgação)

O dono do hit ‘I Believe I Can Fly’ está sendo acusado de abusar sexualmente de diversas mulheres nos EUA

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A polêmica envolvendo as acusações de assédio sexual contra R. Kelly não para de crescer! Depois de Lady Gaga, que excluiu ‘Do What U Want’ da internet, chegou a vez de Céline Dion dar fim a uma parceria com o cantor. Nesta terça-feira (15), o bem-sucedido single ‘I’m Your Angel’ foi retirado de todas as plataformas de streaming e iTunes a pedido da cantora por contar com vocais de Kelly.

A decisão da cantora faz parte do movimento #MuteRKelly, que está ganhando forças nos Estados Unidos a fim de boicotar e tirar a voz do músico para diminuir seus ganhos comerciais com a música. O maior motivador da campanha, o documentário ‘Surviving R.Kelly’ mostra depoimentos das vítimas do cantor.

‘I’m Your Angel’ é um dos maiores sucessos de Céline Dion. Gravada em 1998, a faixa é parte do álbum These Are Special Times e, na época, alcançou o primeiro lugar das paradas mundias, ocupando por seis semanas o lugar mais alto da Billboard Hot 100 e vendendo mais de 1,5 milhões de cópias nos Estados Unidos. Para ouvir ‘I’m Your Angel’ de maneira legal, o fã da diva canadense precisará já ter o CD físico em casa.

‘Ashes’, um de seus últimos lançamentos, é parte da trilha sonora oficial de Deadpool e conta com mais de 50 milhões de visualizações em seu canal oficial no YouTube. Confira:

OPINIÃO EM PAUTA – Como Gloria Groove, Lia Clark, Wanessa e Iza estão revolucionando o mercado de clipes no Brasil

Gloria Groove ‘bota o terror’ na prisão durante o videoclipe de ‘Coisa Boa’. (Foto: Divulgação/Assessoria)

Com direção de Felipe Sassi, cantoras lançam clipes que se completam e contam uma única história envolvendo todas

Postado em 14/01/2019 por

Com a popularização do fenômeno Pabllo Vittar, o Brasil passou a conhecer um pouco mais o trabalho das conhecidas drag queens e a entender o que elas têm para oferecer. O hit ‘Todo Dia’, parceria de Vittar com Rico Dalasam, fez tanto sucesso no carnaval de 2017 e, de uma forma ou de outra, abriu caminhos para que nomes como Lia Clark, Gloria Groove e Aretuza Lovi atingissem o mainstream.

Na última quinta-feira (10), com o lançamento do videoclipe de ‘Coisa Boa’, Gloria Groove elevou a produção de drags para um nível inédito no País e despertou o Sherlock Holmes adormecido nos fãs de suas músicas por um motivo bastante inovador: clipes se misturando para contar uma grande história! Não entendeu? Calma! Eu explico tudo direitinho.

 

Em ‘Coisa Boa’, Gloria Groove aparece dentro de uma cadeia, presa por motivos ainda desconhecidos, na qual promove uma rebelião entre as detentas para fugir. Coincidentemente, Lia Clark e Wanessa estão na mesma cadeira. Sim! Mas, a pergunta é: como elas foram parar lá?

A resposta pode ser conferida (e assistida) no videoclipe de ‘Bumbum no Ar’. (Você quer um crossover desses, @?) No single de ‘É da Pista’, novo álbum de Lia Clark, as meninas se juntam para matar Jota Palhares, um político que tenta contra a vida de pessoas LGBTQ+ e que está no comando. O crime, pelo qual elas foram pagas para executar, não dá certo e as cantoras acabam presas. Ou seja: o clipe de ‘Coisa Boa’ é a continuação da narrativa de ‘Bumbum no Ar’. INCRÍVEL!

 

Sendo assim, a história fica assim: Lia Clark e Wanessa são presas (clipe de ‘Bumbum no Ar’) e vão para a mesma cadeia em que Gloria Groove está promovendo uma rebelião para fugir (clipe de ‘Coisa Boa’).

E você acha que parou por aí? Tá mais que enganado. As artistas conseguiram ir além e, quem pegou a referência, entendeu que a rebelião realmente deu certo e todas escaparam da cadeira! Como? Na primeira cena de Lia Clark e Wanessa, a dona de ‘Mulher Gato’ aparece tramando seu próximo plano na parede. Entre as anotações, a cantora ressaltou ‘Cobra’, ‘Frigorífico’ e ‘Show’, elementos presentes e marcantes no videoclipe de ‘Loko’, um de seus singles, lançado no ano passado.

Neste videoclipe, Wanessa domina um frigorífico no qual matam e cozinha homens, que ficam hipnotizados enquanto a cantora sensualiza com uma cobra no palco. Ou seja: a rebelião deu certo e Wanessa, já fora da cadeia, conseguiu colocar seu plano em prática.

 

Sendo assim, a história até agora está assim: Lia Clark e Wanessa são presas por tentar matar o presidente (‘Bumbum no ar’), vão para a mesma cadeia na qual Gloria Groove promove uma rebelião (‘Coisa Boa’) e conseguem fugir. Wanessa se separa de Lia Clark e coloca em prática seu plano arquitetado dentro da cadeia, antes da rebelião (‘Loko’).

Já é uma história e tanto, não? Muitos diretores poderiam acabar por aí, mas Felipe Sassi não é como qualquer outro. Voltando para a cena de Lia Clark, em ‘Coisa Boa’, a drag queen aparece concentrada lendo a revista ‘POC’, que trás na capa o título ‘Terremoto’. Curiosamente, este é o nome da parceria entre ela e Gloria Groove. Com isso, acredita-se que a faixa seja o próximo single e, assim, o próximo capítulo de toda essa história.

Quem prestou atenção nos detalhes, reparou que no fundo de um dos cenários tem um retrato da Iza colado na parede. A imagem colocou em evidência, a parceria da dona de ‘Pesadão’ com Gloria Groove. O single ‘Rebola’ é a aposta dos fãs para fechar esse grande trama! Legal, não? Ficou curioso pra saber o futuro das detentas? EU TAMBÉM!

Além das próprias artistas, a história interligada das músicas só foi possível por conta do trabalho do produtor Ruxell, que cuidou de todas as músicas, e a direção de Felipe Sassi. O diretor está literalmente revolucionando o mercado de videoclipes no Brasil! (AMÉM POP BRASILEIRO). Para celebrar a contribuição de Sassi, listei os meus cinco videoclipes favoritos assinados por ele. Dá uma olhada:

– Movimento (Aretuza Lovi e Iza) 

 

– Joga Bunda (Pabllo Vittar, Aretuza Lovi e Gloria Groove) 

 

– Dona de Mim (Iza) 

 

– Arrasta (Gloria Groove e Leo Santana) 

 

– Ginga (Iza e Rincon Sapiência) 

“É importante deixar claro que sou uma drag queen e não uma mulher”, diz Pabllo Vittar

Pabllo Vittar foi eleita umas das mulheres mais sexy do Brasil, em 2018. (Foto: Divulgação)

Dona de hits como ‘Problema Seu’ e ‘K.O’, a drag queen foi considerada uma das mulheres mais sexy do Brasil em 2018

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Pabllo Vittar é alvo de muitas polêmicas envolvendo sua identidade de gênero. No ano passado, a cantora foi eleita uma das mulheres mais sexy do Brasil e, agora, resolveu compartilhar como se sente a respeito do título: “Já falei algumas vezes, mas não me sinto bem quando sou eleita ‘mulher’ mais sexy”, disse à revista ISTOÉ em recente entrevista. “É importante deixar claro que sou uma drag queen e não uma mulher”, concluiu.

Para Pabllo, ela não deve ocupar o lugar de uma mulher pelo simples motivo de não ser uma. A dona de ‘K.O’, ‘Corpo Sensual’ e ‘Problema Seu’ é uma drag queen, ou seja, um homem gay que se veste de mulher para criar um personagem. Nomes como Aretuza Lovi, Lia Clark e Gloria Groove também se encaixam na mesma definição.

‘Disk Me’, o mais recente single de Pabllo Vittar, foi lançado em outubro do ano passado e, atualmente, conta com quase 35 milhões de reproduções. Assista ao videoclipe:

 

Lia Clark, uma das mais populares drag queens da música, passou pelo Estúdio Showlivre em fevereiro de 2017 e apresentou as faixas do aclamado EP Clark Boom. Assista:

 

MariElle lança o álbum “Vem K Vem K V”

(Foto: Divulgação/APatorello)

Novo trabalho da cantora e compositora tem participação de Zeca Baleiro, Peu Del Rey, Marcelo Quintanilha e do rapper americano Chad Harper

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Experiências pessoais, relacionamentos, a importância do papel da mulher na sociedade e a paixão pela música foram os motivos que levaram MariElle a compor as oito faixas do seu novo álbum: Vem K Vem K V. O trabalho foi produzido pelo maestro Petreca, com co-produção da própria artista. Durante o processo, MariElle não ficou presa a gêneros ou rótulos e seguiu seus instintos e influências. As faixas têm uma pegada Rock, Reggae, Pop, mas sempre visitando os ritmos brasileiros.

“A ideia era compor músicas que nos tirassem da caixa, do nosso mundinho…como artista não tenho uma caixinha: eu canto rock, eu canto reggae, sabe? Eu canto e componho o que sinto, vejo e experimento”, explica MariElle.

Essa mistura de estilo ganhou um toque a mais com as participações especiais. Em “Talvez Nua”, por exemplo, MariElle divide a canção com o grande Zeca Baleiro, o single coloca a mulher como protagonista de suas histórias e escolhas. Já em “Coragem e Fé”, a artista conta a presença de Peu Del Rey; a faixa “Maria” tem o músico Marcelo Quintanilha. O rapper Chad Harper participa da faixa que fecha o álbum: “Sitting Next to You”.

As músicas estão disponíveis nas principais plataformas digitais, mas conta com um cartão de visita que permite o acesso ao álbum através do sistema QR Code.

Pensando em unir o físico com o virtual de um modo inovador, a artista elaborou os cartões que são distribuídos gratuitamente nos shows.  “Desse modo, o ouvinte pode acessar pelo smartphone todas as informações como: o site, contatos e baixar as músicas do álbum também”, explica MariElle.

Basta escanear o QR Code e dar o Play para conhecer o novo álbum: “Vem K Vem K V”

image002 MariElle lança o álbum “Vem K Vem K V”

O dia em que David Jones virou David Bowie

David Bowie em retrato de Gerald Fearnley, mesmo autor da foto da capa do primeiro álbum do artista, de 1967. Foto: Divulgação / Deram Records

Transição de codinome artístico envolve receio de perda de direitos autorias, um herói do Velho Oeste e uma famosa faca

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Na última terça-feira (8), em redes sociais como Facebook, Instagram e Twitter, milhões de fãs ao redor do mundo prestaram homenagens a David Bowie, por ocasião da passagem de seu 72° aniversário de nascimento.

Morto exatamente dois dias após completar 69 anos, em 10 de janeiro de 2016, o músico britânico, um dos artistas mais criativos e influentes para o rock e a música pop do século 20, nasceu no distrito de Brixton, em Londres, e foi batizado David Robert Jones.

No início de sua carreira, profissionalmente desenvolvida desde a adolescência, quando aos 15 anos ele integrou a banda The Kon-Rads, o futuro astro do rock primeiro adotou o nome artístico David Jones.

No entanto, pelo receio de que fosse confundido com o também roqueiro e perdesse direitos autorais para Davy Jones, artista que depois integraria o The Monkees, em 14 de janeiro de 1966, há exatos 53 anos, David Jones passou a definitivamente usar o pseudônimo David Bowie.

Mais que uma simples alcunha, a transição de nome também dá início à visível construção de uma personagem em constante mutação, multifacetada inclusive em outras alcunhas, como o célebre personagem Ziggy Stardust. Não por acaso, o clichê “Camaleão do Rock” é difundido até hoje para se referir a David Bowie.

A motivação do jovem David Jones para a escolha do novo nome artístico demonstra o quanto Bowie era ligado na cultura norte-americana, uma vez que o sobrenome adotado por ele faz referência a um legendário personagem dos Estados Unidos do século 19, James Bowie, um destemido comandante do Exército morto na Batalha do Álamo, uma sangrenta disputa por domínio territorial entre mexicanos e norte-americanos ocorrida no Texas em 1836. O contato de Bowie com o universo do aventureiro não se deu, no entanto, por meio de livros de história, mas graças ao filme The Alamo, lançado, em 1960, pelo diretor John Lyons.

James “Jim” Bowie, herói nacional para muitos norte-americanos, também ficou famoso pela coragem de desafiar opositores municiados de armas de fogo com o uso peculiar de uma faca com lâmina comprida de desenho atipicamente forjado. A faca, posteriormente utilizada como instrumento de caça e para abrir trincheira em ambientes selvagens, é mundialmente conhecida como “Bowie Knife” (veja fotos).

Quando questionado sobre o porque do nome David Bowie, David Robert Jones hora contava a história de The Alamo, hora afirmava gostar da sonoridade do nome da “grande faca americana de matar ursos”. Mas não se deixe enganar: para alívio de muitos fãs, Bowie foi por décadas vegetariano e também defensor do direitos dos animais.

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Se você curte rock, não pode deixar de conferir a retrospectiva com as melhores apresentações do gênero no Estúdio Showlivre em 2018