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PAUTA
Informação e música em harmonia

Dias de mordaça: o impacto da censura e do terror do AI-5 para a música brasileira

Capa do álbum Cicatrizes do MPB-4, LP que contém a enfática ‘Pesadelo’, uma das músicas mais contundentes contra a censura. Foto: Divulgação / Philips

Nos 50 anos de decreto do Ato Institucional n° 5, reportagem especial do Showlivre faz um retrospecto sobre a produção musical lançada à sombra dos Dias de Chumbo

Postado em 13 de dezembro de 2018 por

Nesta quinta-feira (13), são completados 50 anos do decreto do temido Ato Institucional n° 5. Numa só tacada, o decreto sentenciou: o fechamento do Congresso Nacional; a cassação de direitos políticos e civis de opositores ao regime militar; a escalada da tortura e das execuções praticadas pelo Estado; o recrudescimento da censura; os “desaparecimentos”, o exílio e a clandestinidade de “subversivos”; a vista grossa, via mordaça da imprensa e dos mecanismos de investigação, da corrupção galopante e blindada com a falácia do chamado “Milagre Econômico”.

O enfrentamento aos excessos da ditadura, no entanto, culminou em um dos períodos mais ricos e inventivos para as artes do País. Percepção de resistência que foi desenhada coletivamente a duras penas ao longo dos quatro primeiros anos que sucederam o golpe civil-militar de 1964, e principalmente depois.

Quando oficialmente teve início o regime de exceção, em 1 de abril de 1964, visto em retrocesso, pelas lentes da cultura, o Brasil vivia momento dos mais inventivos para as expressões artísticas, constatação evidente em manifestações individuais, mas também em ações coletivas, como as do CPC (o Centro Popular de Cultura, da União Nacional dos Estudantes, a UNE).

Na tela grande, defendido por cineastas como Glauber Rocha, Nelson Pereira dos Santos, Joaquim Pedro de Andrade, Ruy Guerra e Leon Hirszman, o Cinema Novo herdava lições estéticas e éticas do neorrealismo italiano para registrar um olhar inédito sobre as mazelas do nosso povo.

Nos palcos, o mesmo fenômeno de “Descobrimento do Brasil” era visto em espetáculos de companhias como o Oficina, de Zé Celso Martinez Corrêa e Renato Borghi, e o Arena, de Augusto Boal, Gianfrancesco Guarnieri e Oduvaldo Vianna Filho.

Na ficção literária, em meio a autores consagrados, como Guimarães Rosa, Érico Verissimo e Clarice Lispector, despontavam talentos como Dalton Trevisan, Carlos Heitor Cony, Lygia Fagundes Telles, José J. Veiga e José Agrippino de Paula. Na poesia, a tríade Décio Pignatari e os irmãos Augusto e Haroldo de Campos reinventavam forma e conteúdo, com o movimento da Poesia Concreta, enquanto Roberto Piva e Claudio Willer reverberavam aqui os versos livres e o existencialismo hedonista dos beats norte-americanos.

Nas artes visuais, o mesmo rebuliço estético era disseminado por artistas ousados, como Hélio Oiticica, Amilcar de Castro, Lygia Clark e Lygia Pape, com as proposições radicais do neoconcretismo, que culminaram em experiências de maior afronta, como a mostra coletiva Nova Objetividade Brasileira, de 1967.

Sob a batuta dos maestros que integravam o movimento Música Nova – Rogério Duprat, Damiano Cozzella, Gilberto Mendes, Willy Corrêa de Oliveira e Julio Medaglia –, novas proposições de vanguarda da música erudita ressoavam até mesmo na produção popular, com a adoção gradual de orquestrações de forte apelo sensorial que culminaram em arranjos primorosos de canções como Tropicália (Caetano, 1967), feito por Medaglia, Saudosismo (Gal, 1968) e Construção (Chico, 1971), ambos de Duprat.

Durante o festival Phono 73, no Anhembi, em São Paulo, Gilberto Gil e Chico Buarque são proibidos de cantar a letra de Cálice, ordem expressa por censores infiltrados no evento

Em momento de rara popularidade, a música instrumental também conquistava ouvintes de todo o País. O primeiro álbum do Tamba Trio (homônimo, de 1962), por exemplo, teve quase 300 mil cópias vendidas. No biênio 1963/1964, dezenas de outros LPs instrumentais foram lançados por pequenas gravadoras, como a Elenco, de Aloysio de Oliveira, e a Forma, dos jovens produtores Roberto Quartin e Wadih Gebara. A maioria dos registros trazia músicos modernos defendendo um novo gênero, derivado da bossa nova, chamado samba-jazz ou bossa-jazz. Entre os combos, o Copa 5, do maestro J.T. Meirelles, o Tamba Trio, de Luiz Eça, o Sambalanço Trio, de Cesar Camargo Mariano, e o Bossa Três, de Luiz Carlos Vinhas.

Com a deposição do presidente João Goulart e o engavetamento de seu projeto progressista, o samba-jazz e a bossa nova – mais especificamente a chamada “segunda geração”, liderada por Edu Lobo e seu amigo Marcos Valle – sofreram ingerências imediatas do golpe.

Cientes do poder da canção como forma de propagar ideias a milhões de brasileiros, os novos compositores deram adeus à temática idílica “do amor, do sorriso e da flor” (sintetizada no título do segundo álbum de João Gilberto, de 1960), para falar das mazelas do povo nordestino, da miséria cotidiana de favelas e morros e da necessidade de resistir às arbitrariedades dos militares. Movimentação que chegou ao ápice no show-manifesto Opinião, apresentado por Nara Leão, Zé Keti e João do Valle, em dezembro de 1964, na sede carioca do Teatro de Arena, em Copacabana.

“Tudo acontecia de bonito no cinema, no teatro e na música, e eu, tipicamente bossa nova, só falava de coisas boas, do amor, da natureza, mas chegamos a 1964 e tudo mudou completamente. O momento exigia posicionamento. Nossa liberdade estava cerceada e tínhamos que combater aquilo tudo.”

O depoimento de Marcos Valle, registrado em entrevista que publiquei com o artista na  edição 51 da extinta revista Brasileiros, escancara que, na  seara da música popular, foi justamente no campo de avanços estéticos, como a experiência harmônica da bossa nova, que os futuros compositores tiveram de abrir mão para dar lugar a uma música politizada, de complexidade harmônica infinitamente menor, com poucos acordes, porém incisiva nas letras, a famigerada “canção de protesto”, de artistas como Sérgio Ricardo e, maior expoente do gênero, Geraldo Vandré.

Autor do hino Caminhando (Para não Dizer que não Falei das Flores), Vandré foi tido por décadas como notória vítima da tortura e supostamente submetido a práticas horrendas, como lavagem cerebral e emasculação (retirada dos testículos). Fatos que o compositor, recluso há décadas, sempre negou.

Chico, aliás, criou um personagem, o sambista Julinho da Adelaide, para driblar os censores. Com essa estratégia, conseguiu driblar a mordaça e emplacou o sucesso Jorge Maravilha, do refrão “você não gosta de mim, mas sua filha gosta”, suposto recado do artista para o então presidente, o general Ernesto Geisel.

Autor do icônico cartaz de Deus e o Diabo na Terra do Sol, do baiano Glauber, o conterrâneo Rogério Duarte, um dos mais importantes artistas gráficos de sua geração, foi uma das primeiras vítimas a delatar a crescente prática de tortura que culminaria nos dias de barbárie ainda maior do AI-5. Rogério e seu irmão, Ronaldo, foram presos em 4 de abril de 1968, quando pretendiam ir à missa de Sétimo Dia do secundarista Edson Luís, morto por militares no restaurante estudantil Calabouço, no Rio de Janeiro – fato que culminou na chamada Passeata dos Cem Mil, com a mobilização de artistas e cidadãos cariocas contra o regime militar. Os irmãos Duarte passaram seis dias nas mãos dos militares e denunciaram à imprensa, em 11 de julho daquele ano, os excessos cometidos pelos militares.

Os traumas decorrentes da tortura fizeram com que o artista gráfico, autor de capas memoráveis da MPB, como LeGal, de Gal Costa, e Expresso 2222, de Gilberto Gil, vivesse por longos dois anos na mais absoluta clandestinidade. Rogério também teve de ser submetido a internações psiquiátricas e mergulhou em uma crença de redenção pelo misticismo que atravessou a década de 1970.

Para o historiador Sérgio Cabral, em entrevista a este repórter publicada na edição de abril de 2014 na revista Brasileiros, o golpe civil-militar de 1964 foi um momento divisor na história cultural do País, guinada histórica que demandou da classe artística a adoção imediata de novos procedimentos para driblar a censura, em nome de um senso de sobrevivência que ia além da conotação de resistência artística, mas de preservação da própria vida.

“Depois dos militares, a preocupação dos artistas ganhou base política. Não posso garantir que tenha havido um desvio definitivo, que a partir de então a música e a cultura brasileira poderiam ter sido diferentes sem os militares, mas muitos artistas até brincaram com a burrice da censura. A censura tinha a tradição de cortar coisas sem importância e deixar passar outras que, aparentemente, jamais deixaria. Omissões que até hoje não entendo, mas que felizmente houve, como a frase ‘Você me corta um verso e eu faço outro/Que medo você tem de nós?’ (da canção Pesadelo, de Maurício Tapajós e Paulo Sérgio Pinheiro, gravada pelo MPB-4 no álbum Cicatrizes, de 1972).”

Ouça Pesadelo, a contundente composição de Pinheiro e Tapajós

Cabral, no entanto, pondera e acrescenta que Pesadelo foi uma exceção. Segundo ele, o expediente comum era provocar o regime com mensagens cifradas, exercício compulsório que acelerou o processo de maturação de muitos artistas, especialmente no que tange ao lirismo e à criatividade de nossos letristas. “Nasceu daí a arte de fazer música engajada de maneira tão disfarçada que a censura não percebia”, defende o historiador.

Em entrevista publicada em 2011, na edição 46 da Brasileiros, o maestro Arthur Verocai reproduziu a mesma impressão em depoimento a este repórter sobre o trabalho de Vitor Martins, poeta, também parceiro de Ivan Lins, que escreveu as letras de seu primeiro álbum, epônimo, de 1972.

“Como a censura estava no auge e a barra pesadíssima, Vitor escreveu letras bem metafóricas como Presente Grego, exatamente o que significava a ditadura para o povo brasileiro, um presente de grego. A letra dizia coisas como ‘… Por trás das barbas de molho/O olho por olho/Pedra por pedra/Conta por conta…’. Ninguém entendia nada do que Vitor queria dizer – nem mesmo a censura, que liberou tudo.”

Estúpidos ou não, os censores impuseram sua mordaça até mesmo a artistas de grande repercussão internacional, como Milton Nascimento que, em 1968, havia sido convidado a lançar o álbum Courage, nos Estados Unidos, e por duas décadas amortizou uma profunda depressão com o alcoolismo, conforme também relatou a este repórter, em entrevista publicada na Brasileiros em outubro de 2013: “Bastava aparecer o nome Milton Nascimento que a censura vinha e cortava tudo. Nos 20 anos em que não pude falar e fazer quase nada, a única coisa que me restou foi beber muito. Como é que eu ia viver?!”.

Sorte maior tiveram artistas que receberam apoio de corporações multinacionais como a holandesa Philips, tratada com certa vista grossa pelos militares, por evidentes razões econômicas, como lembrou o executivo da indústria fonográfica André Midani, na autobiografia Música, Ídolos e Poder: do Vinil ao Download (editora Nova Fronteira).

“O governo ameaçava cancelar o registro da companhia no Departamento de Censura se não cooperássemos com os ‘princípios patrióticos da revolução’. Desconsideramos, por razões simplistas: se havíamos convencido um artista a trabalhar conosco, estávamos ao lado dele e de suas posições políticas. Por outro lado, o fato de sermos filiais de importantes conglomerados estrangeiros certamente nos ajudou a seguir com essa postura.”

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Onipresente, a ação da censura não perdoava nem mesmo compositores estigmatizados de “brega”, como Odair José. Foto: Reprodução / 1973 – O Ano Que Reinventou a MPB

Se a barra pesava menos para os protegidos das grandes gravadoras, sorte menor tiveram artistas menos conhecidos, como o pianista Dom Salvador que, não por acaso, mora em Nova York desde 1973. “A fase era pesadíssima, não havia nenhum interesse político entre nós, mas eu nem desconfiava que estava brincando com fogo.”

Também em entrevista à Brasileiros, reportagem que publiquei no especial Negritude, em novembro de 2011, Salvador lembrou do ambiente hostil do FIC – Festival Internacional da Canção de 1970, quando se apresentou ao lado de seu grupo, Abolição, composto por nove negros.

Vencido por Tony Tornado com BR-3, de Antonio Adolfo e Tibério Gaspar, o festival despertou a ira e um novo alerta nos militares, pois além de Tony – que logo foi obrigado a partir para uma temporada clandestina, de três anos, nos Estados Unidos –, o maestro Erlon Chaves, também negro e então namorado da atriz Vera Fischer, subiu ao palco do FIC.

Ao defender Eu Também Quero Mocotó, composição inédita do amigo Jorge  Ben Jor, Erlon e outros integrantes de sua Banda Veneno foram presos, porque, durante o número, o maestro ousou dançar de forma lasciva com suas backing vocals, todas loiras que, não bastasse, ainda beijaram sua boca. Uma afronta imperdoável para alguns, como a mulher de um general acomodada nas primeiras filas da plateia, que quase enfartou e exigiu que o marido desse um fim na ousadia de Erlon. Desse episódio em diante a carreira do maestro declinou vertiginosamente até sua morte, aos 40 anos, em 1974.

O recrudescimento da censura com o “Decreto Leila Diniz”
Uma apuração do jornalista e escritor Zuenir Ventura para a produção de seu livro 1968: o ano que não terminou revelou: somente no período de vigência do decreto (1968-1978), o AI-5 cassou, suspendeu os direitos e puniu mais de mil cidadãos brasileiros. Para a cultura do País, o saldo também foi desprezível: cerca de 500 filmes, 450 peças de teatro, 200 livros e 200 letras de canções foram censuradas.

Operação executada com um efetivo de mais de uma centena de agentes espalhados em diversos Estados pela Divisão de Censura de Diversões Públicas, órgão instituído com o AI-5, que existiu até 1988, quando foi extinto pela nova Constituição.


Ouça Escravos de Jó, de Milton Nascimento. Interpretada por Bituca e Clementina de Jesus, a composição teve a letra, de forte crítica social, “mutilada” pelos censores, assim como o conteúdo seu álbum de origem, o LP Milagre dos Peixes (1973)  

A mordaça imposta pela ditadura ganhou reforço significativo em 26 de janeiro de 1970, quando foi sancionado, pelo então ministro da Justiça Alfredo Buzaid, o decreto 1.077, imediatamente apelidado pelo jornal O Globo de Decreto Leila Diniz – uma alusão ao fato de a nova lei, que submeteu editoras de livros, jornais e revistas à censura prévia, ter sido criada logo após a atriz conceder uma entrevista bombástica ao tabloide O Pasquim, repleta de palavrões, na qual Leila defendeu o livre arbítrio e o direito feminino ao sexo livre.

Segundo declaração pública de Buzaid, o decreto fez-se necessário para “preservar a integridade da família brasileira, que guarda tradição e moralidade, combatendo o processo insidioso do comunismo internacional que insinua o amor livre para desfibrar as resistências morais da sociedade”.

Na reprodução de trechos de dois livros-reportagem, os jornalistas e escritores Franklin Martins e Zuza Homem de Melo falam do impacto do AI-5 sobre a música popular Brasileira.

“O Congresso foi fechado por tempo indeterminado. Nas semanas seguintes, foram cassados os mandatos de 55 deputados e seis senadores. Três ministros do STF foram afastados e perderam seus direitos políticos. Deixou de existir habeas corpus no Brasil. Uma enorme soma de poderes foi concentrada nas mãos do presidente da República. Milhares de opositores foram presos: estudantes, intelectuais, trabalhadores, parlamentares, religiosos, juízes. Para evitar prisões e maus-tratos, muitos foram obrigados a passar para a clandestinidade. Outros buscaram o exílio. A partir daí, durante os dez anos seguintes, o Brasil viveria sob o terrorismo de Estado. Abertas as jaulas, os tigres saíram à caça, com passe livre para prender, perseguir, torturar, matar.”

Franklin Martins, no texto de introdução da seleção de Aquele Abraço, de Gilberto Gil, uma das centenas de composições compiladas no livro Quem foi Que Inventou o Brasil – a música popular conta a história da República. Texto extraído do volume 2 (que retrata a produção de música popular entre 1964 e 1985), publicado no capítulo Ditadura e Resistência

“Vandré (o cantor e compositor Geraldo Vandré) vivia seus últimos dias de glória. Seus versos foram considerados altamente subversivos, a música foi proibida de ser executada em rádios, mas era cantada em cerimônias de protesto como se fosse a ‘Marselhesa’ brasileira. Dois meses e meio depois, foi decretado o Ato Institucional n° 5 (AI-5), que, entre outras medidas, suspendia o habeas corpus nos casos de crimes políticos contra a segurança nacional. O governo militar assumia sua face mais dura e repressiva, Caetano e Gil foram presos e se exilaram em Londres, Vandré fugiu do País antes de ser preso, Edu Lobo foi estudar arranjo na Califórnia, Chico Buarque foi para a Itália, e a censura fez valer suas garras contra as letras de canções brasileiras. A Era dos Festivais entrou em curva descendente. (….) Paulinho da Viola venceu o último Festival da Record com uma angustiante e bizarra canção que refletia o drama dos compositores exilados e dos que ficaram no Brasil, Sinal Fechado, que ficou na história como um exotismo na sua obra de grande artista.”

Zuza Homem de Mello, em excerto de Os festivais: uma respiração na ditadura, artigo compilado no livro Música Com Z – artigos, reportagens e entrevistas (1957-2014).

MAIS
Leia a reportagem O Romantismo Aguerrido de Taiguara e a Dimensão épica de ‘Ymira, Tayra, Ipy’.  Taiguara foi o compositor mais censurado durante os 21 anos de ditadura e chegou a creditar várias de suas composições no nome da esposa para driblar a mordaça dos censores.

 

 

 

 

 

 

‘Verdade ou Consequência’: Carol & Vitoria juntam forças com Bivolt em novo single

‘Verdade ou Consequência’: Carol & Vitoria juntam forças com Bivolt para novo single. (Foto: Divulgação)

Faixa marca nova fase na carreira da dupla e reforça a discussão sobre empoderamento feminino e amor próprio

Postado em 22/02/2019 por

O fim de semana começou bastante animado para a dupla Carol & Vitoria! A dupla, que ficou famosa na internet, juntou forças com a rapper Bivolt e, nesta sexta-feira (22), divulgou seu novo single, ‘Verdade ou Consequência’. A faixa chega para reforçar o empoderamento feminino e o amor próprio.

O videoclipe da parceria já está disponível no canal oficial das meninas no YouTube. Assista:

 

A faixa foi composta por Carol, que desabafa sobre um momento que passou e diz que o single será um divisor de águas na carreira da dupla. “Foi a música mais fácil de compor da minha vida. Eu sempre sou muito intensa quando me apaixono e não vou mais suportar que brinquem com meus sentimentos. Este single é “, conta. A personalidade e o som da paulista Bivolt se unem à melodia e se encaixam perfeitamente com a nova proposta da dupla.

Sobre a escolha, a cantora contou que a história de vida da rapper contribuiu muito para a parceria. “A Bivolt também passou por um relacionamento abusivo e achamos muito legal ter uma voz feminina do rap junto com a gente pra contar essa história”, disse.

Disponível em todas as plataformas digitais, a música é forte e mostra que Carol & Vitoria vieram com força para mostrar quem são. “Pra mim esse single representa nossa nova fase, C&V estão prontas pra mostrar o lado ousado que todo mundo queria ver. Estamos muito ansiosas com o que o público vai achar”, concluiu a cantora.

Atualmente, as irmãs acumulam mais de 4.5 milhões de inscritos no canal da dupla no YouTube e mais de 300 milhões de visualizações. Além de “Jura Juradinho”, que já soma mais de 10 milhões de visualizações, elas já lançaram mais duas canções autorais – “Mais Que Um Verão” e “Numa Dessas Voltas”, que somam mais de 2,1 milhões de visualizações.

‘Geladinho’: Aretuza Lovi lança novo single para o carnaval. Confira!

‘Geladinho’: Aretuza Lovi lança novo single para o carnaval. (Foto: Divulgação)

Classificada pelos fãs como uma faixa ‘empolgante’, o single está disponível em todas as plataformas de streaming

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Depois de alguns singles bem-sucedidos do ‘Mercadinho’, recente álbum de Aretuza Lovi, a drag queen volta aos holofotes com sua aposta para o carnaval.  Com influências do axé, funk e eletrônico, ‘Geladinho’ segue com a principal característica da drag quem suas músicas: muita festa e alto astral.

Ouça:

 

A faixa é uma composição de Aretuza em parceria com Ruxell, Pablo Bispo, Sérgio Santos, nomes conhecidos do mercado musical, que também assinam a produção. Os três colecionam trabalhos com Iza, Pabllo Vittar, Gloria Groove, entre outros.

Geladinho, também chamado em outras regiões do Brasil de dindin, sacolé, chup chup, flau, entre outros nomes, é popular no carnaval, por isso a música chega para antecipar as festividades.

Sobre a música, Aretuza conta: “’Geladinho’ vem com essa proposta Funk 150, com mistura de axé, que sou apaixonada. Quis fazer essa junção, que é uma característica minha, de fundir e fazer uma mistura muito louca, muito swingada, com bastante percussão”.

Mas se engana quem acha que a música foi feita ao acaso. “Geladinho faz parte da minha história, pude trazer o que vivi na minha adolescência. Fazia geladinho para vender nas oficinas. Quis trazer o geladinho, que é muito popular em todos os estados do Brasil e unificar”, conta Aretuza. “E tem essa pegada de calor, swing, suor, refrescância, clima tropical… espero que caia na boca do povo nesse carnaval”, finaliza.

Aretuza Lovi é uma super-parceria do Showlivre.com. Em junho de 2017, a drag queen apresentou seus sucessos no Estúdio Showlivre. Assista:

Ao lado de Whindersson, Luisa Sonza divulga versão forró do hit ‘Boa Menina’

Ao lado de Whindersson, Luisa Sonza divulga versão forró do hit ‘Boa Menina’. (Foto: Reprodução/ YouTube)

Com uma pegada totalmente descontraída, o clipe oficial da versão alternativa foi gravado – inteiramente – na casa do casal

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A cantora e compositora Luísa Sonza acaba de lançar o clipe em versão forró de seu single “Boa Menina”, em seu canal oficial no YouTube. Tendo como locação a própria casa de Luísa, o clipe traz um clima de total descontração, animação e energia lá no alto. Para a gravação, Luísa contou com a participação de seu marido, Whindersson Nunes, sua prima Nadine Gerloff, seu amigo Gabriel Rocha e suas três cachorrinhas, Amora, Regina e Gisele. Assista:

A versão original de “Boa Menina” foi lançada em outubro do ano passado e conta com mais de 47.5 milhões de views no YouTube. O hit também é sucesso nas plataformas digitais. São mais de 13.3 milhões de streamings no Spotify. Confira o clipe oficial: 

 

 

Além do lançamento, Luísa está cheia de projetos para esse ano e se prepara para o lançamento de seu novo álbum, que virá cheio de novidades. A cantora, que vive um momento de ascensão na carreira, com apenas 20 anos de idade, vem emplacando diversos hits com o público. Os quatro clipes que ela lançou em 2018 (“Rebolar”, “Devagarinho”, “Boa Menina” e “Nunca Foi Sorte”) somam juntos mais de 145 milhões de visualizações na internet.

 

Depois do sucesso de vendas, Shawn Mendes anuncia show extra em São Paulo

São Paulo é a cidade que mais consome Shawn Mendes no mundo. (Foto: Divulgação)

Com mais de 530 mil ouvintes mensais, a cidade é o lugar onde o cantor possui mais fãs no mundo todo

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Depois do sucesso de vendas dos ingressos da apresentação de Shawn Mendes em São Paulo, a Move Concerts – produtora oficial do evento – resolveu atender os pedidos dos fãs e anunciou que a cidade vai, sim, ganhar um show extra. A nova apresentação acontecerá no dia 29 de novembro, um dia antes do show principal, também no Allianz Parque.

O anúncio aconteceu nas redes sociais da Move Concerts. Na publicação, a produtora contou que sempre está de olho nos pedidos dos fãs no Twitter e que os ingressos para o show extra devem começar no dia 10 de março.

O sucesso de vendas não é uma surpresa pra ninguém, já que – no Spotify – São Paulo é a cidade que mais consome Shawn Mendes no mundo. Em números, apenas no Spotify, o cantor canadense ostenta mais de 520 mil ouvintes mensais na capital paulista.

O levantamento é constantemente atualizado na própria página do cantor, no Spotify – maior plataforma de streaming do mundo. Por lá, São Paulo aparece na frente de lugares como Cidade do México (México), Quezon (Filipinas), Jacarta (Indonésia) e Londres (Inglaterra).

Shawn Mendes é uma fábrica de hits! O cantor é um dos novos queridinhos da música pop e coleciona sucessos ao longo de sua carreira, que conta com três álbuns de estúdio. ‘Treat You Better’, seu single mais famoso, conta com mais de 1,6 bilhões de reproduções no YouTube. Assista:

 

Além dos dois shows em São Paulo, a turnê de seu terceiro álbum, intitulado ‘Shawn Mendes’, também contará com uma apresentação na Jeunesse Arena (03/12), no Rio de Janeiro. Os ingressos para ambas apresentações estão à venda no site oficial da Livepass.

Depois de hiato, Simone e Simaria anunciam volta aos palcos para o próximo mês

Depois de hiato, Simone e Simaria anunciam volta aos palcos para o próximo mês.

A dupla havia cancelado toda a agenda de shows para que Simaria cuidasse de sua saúde física e mental

Postado em 21/02/2019 por

Depois de alguns meses longe dos palcos, Simone e Simaria estão de volta! A dupla, dona de sucessos como ‘Loka’ e ‘Meu Violão e o Nosso Cachorro’, anunciou que o retorno já está marcado e acontecerá antes do que todos pensavam: dia 3 de março, em Recife (PE).

O retorno acontece da melhor maneira, considerando a temporada de folia e alto astral que chega com o carnaval: as irmãs se apresentam no popular Camarote Cavalheira da Ladeira. No dia seguinte, a festa continua no Camarote Olinda, também na capital Pernambucana.

Para alegria dos fãs, Simone e Simaria preparam um repertório animadíssimo e não pode faltar, claro, o novo hit “Qualidade de vida”, música em parceria com Ludmilla que vem agitando as plataformas digitais e conquistando cada vez o publico. No canal oficial da dupla no Youtube, a canção ultrapassa os 30 milhões de visualizações e, no Spotify, figura entre as dez músicas mais executadas no Brasil. A canção é a primeira faixa do DVD “Aperte o play”, que tem previsão de lançamento para final de março. Assista:

‘Errata Perfeita’: Jota.pê anuncia EP e antecipa primeiro single. Confira!

‘Errata Perfeita’: Jota.pê anuncia EP e antecipa primeiro single. (Foto: Divulgação/ Bruno Silva)

Iniciando uma série de estreias programadas para 2019, cantor apresenta “Errata Perfeita”. Com letra de Camila Brasil, faixa foi produzida por Lucas Mayer

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Conhecido como um dos nomes mais quentes da música brasileira, com vertentes que vão de Jorge Ben a Caetano Veloso, passando pelo manguebeat de Chico Science, Jota.pê anuncia EP para o segundo semestre do ano e antecipa single “Errata Perfeita”.

Com letra de Camila Brasil e produção musical de Lucas Mayer, faixa tem atmosfera dançante e é embalada por sons de percussão, timbres de guitarra e toques de eletrônicos. De um lado, as influências surgem no intenso rock and roll. Do outro, serenidade e leveza na voz e violão. “Eu estou, realmente, muito feliz por essa nova fase. Estar ao lado de tanta gente que admiro, artistas que compreenderam perfeitamente minha identidade musical e minhas influências, abriram possibilidades que nem eu mesmo tinha imaginado. Tudo foi traduzido em uma sonoridade que me representa com verdade”, explica.

Disponível em todas as plataformas digitais, “Errata Perfeita” foi mixada e masterizada por Rodrigo Deltoro. Ouça:

 

Entre os músicos convidados, Marcelo Mariano (baixo), Kabé Pinheiro (bateria/percussão), Anna Tréa (guitarra e voz) e Silvinho Erne (teclado).

 

Banda Melim disponibiliza no Youtube parte do show gravado em São Paulo

Banda Melim disponibiliza no Youtube parte do show gravado em São Paulo. (Foto: Divulgação/ Sergio Blazer)

Ao todo, estão disponibilizados oito vídeos para os fãs da banda assistirem: “Peça Felicidade”, “Ouvi Dizer”, “Hipnotizou”, “Confusão”, “Sabe Lá”, “Mergulho no Mar”, “Era Pra Ser Outra Canção Feliz” e “Dois Corações”

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A banda Melim acaba de lançar em seu canal oficial do YouTube uma parte do show gravado em outubro do ano passado, no Cine Joia, em São Paulo, que contou com a produção e direção de Santiago Ferraz, da US3, e o cenário do premiado Zé Carratu. Assista aqui.

Ao todo, estão disponibilizados oito vídeos para os fãs da banda assistirem: “Peça Felicidade”, “Ouvi Dizer”, “Hipnotizou”, “Confusão”, “Sabe Lá”, “Mergulho no Mar”, “Era Pra Ser Outra Canção Feliz” e “Dois Corações”. A outra metade da gravação tem previsão de lançamento para o dia 14 de março.

Eu tô muito feliz com esse lançamento! Sempre curti escutar álbuns ao vivo, porque misturam a emoção da música com o público. E adorei o resultado do nosso”, conta Rodrigo. “A escolha do Cine Joia e toda parte artística visual e musical passa muita energia e alegria. Espero que o público curta muito, foi feito com muito carinho”, completa.

Aqui em casa tá todo mundo emocionado, não só pela qualidade do material (as músicas ficaram realmente ainda mais bonitas), mas pela resposta do público e por sabermos da importância desse primeiro audiovisual na nossa carreiraA gente tá feliz demais, eu nem sei dizer o quanto”, revela Diogo.

Já Gabi diz que é lindo ver mais um sonho nascer: “Gravamos o disco com todo amor do mundo. Então, colocar as canções no show e escutar o público cantando, os olhos sorrindo, tanto carinho da galera… É demais! Esse ao vivo é um registro muito especial das nossas composições, agora com a soma das vozes e a nossa imagem junto. Estamos muito felizes com o resultado. As músicas ficam mais emocionantes com o afeto do público”.

As gravações estão disponíveis no canal oficial da banda no YouTube. Assista ‘Peça Felicidade’:

 

Para conferir as outras faixas do projeto, clique AQUI.

‘Meu Abrigo’, um dos maiores sucessos do trio, foi lançado no YouTube em dezembro e 2017 e, atualmente, conta com mais de 170 milhões de visualizações. Confira:

 

 

Gato de Taylor Swift é o terceiro animal mais rico do mundo

Com campanhas publicitárias e ações online, o pet já acumulou – para a dona – cerca de US$ 97 milhões

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Depois do cachê milionário recusado por Drake para se apresentar no Rock In Rio, a curiosidade sobre os ganhos e movimentação de capital por artistas musicais cresceu e, nesta semana, outro fato ‘chocante’ tomou lugar na discussão dos internautas: Olivia Benson, a gatinha da cantora Taylor Swift, acabou de entrar para o Top 3 da lista dos animais mais ricos do mundo.

No total, o pet teria acumulado mais de US$ 97 milhões (mais de 365 milhões de reais) com ações nas redes sociais e campanhas para marcas famosas, como a Coca-Cola e Keds Sneakers.

olivia-benson-is-a-star-2 Gato de Taylor Swift é o terceiro animal mais rico do mundo

Além do Pet de Taylor Swift, a lista também é composta por animais de todo o mundo e que, de alguma maneira, renderam milhões de dólares. O primeiro colocado, por exemplo, é um cachorro (sortudo) que ganhou como herança – da condessa alemã Carlotta Leibenstein – cerca de US$ 375 milhões (quase 1,5 bilhões de reais).

O motivo pelo qual o site resolveu atualizar é lista foi a morte do estilista Karl Lagerfeld, que morreu nesta semana e deixou parte de sua fortuna para sua gatinha Choupette – que inclusive tem um dos perfis mais populares do Instagram. O animal ainda não aparece na nova atualização.

Confira o Top 10:

MW-HE224_riches_20190220110526_ZH Gato de Taylor Swift é o terceiro animal mais rico do mundo

Além de sua gata, Taylor Swift também é uma das figuras mais rentáveis do mundo. No ano passado, por exemplo, a cantora arrecadou cerca de US$ 80 milhões e ficou em segundo lugar da lista das mulheres mais bem pagas da música, perdendo apenas para também norte-americana Katy Perry.

No YouTube, Taylor é uma das maiores. O videoclipe de ‘Shake It Off’, lançado em agosto de 2014, é o segundo vídeo feminino mais visto do YouTube. Atualmente, a produção conta com mais de 2,7 bilhões de visualizações. Confira:

Pabllo Vittar e Iza lideram pesquisa de desejo do público para o Rock In Rio

Pabllo Vittar e Iza lideram pesquisa de vontade do público para o Rock In Rio.

Gloria Groove, Ivete Sangalo e Claudia Leitte também aparecem entre os cinco nomes mais desejados

Postado em 20/02/2019 por

Depois de testar a vontade do público para nomes internacionais, o Portal Popline está promovendo uma pesquisa para descobrir quais são os nomes nacionais mais desejados pelo público para compor o line-up oficial do Rock In Rio 2019. A drag queen Pabllo Vittar, com mais de 3700 votos, lidera o ranking e é seguida pela ‘pesadona’ Iza, que acumula mais de 2 mil votos.

Além das donas de ‘Problema Seu’ e ‘Ginga’, nomes como Gloria Groove, Ivete Sangalo e Claudia Leitte também aparecem no Top 5. Embora com um número reduzido de votos, o público também demonstra a vontade de ver nomes populares como Jão, Anavitória, Lexa, Ludmilla, Karol Conká, Alok e até a dupla Sandy & Junior em um dos palcos do festival.

A presença de Pabllo Vittar, o nome mais votado da lista, chegou até a entrar para os assuntos mais comentados do Brasil no Twitter. A drag – que conversou com EXCLUSIVIDADE com a equipe do Showlivre – lançou, no começo deste mês, o videoclipe de ‘Seu Crime’ e já acumula mais de 6 milhões de visualizações. Assista:

 

O Rock In Rio 2019 está marcado para acontecer entre os dias 27 de setembro e 6 de outubro. Até o momento, o line-up oficial do evento conta com nomes como Seal, Iron Maiden, Sepultura, Anitta, P!nk, Muse, The Black Eyed Peas e Red Hot Chili Peppers.

Ariana Grande se iguala aos Beatles em feito histórico na Billboard Hot 100

Ariana Grande se iguala aos Beatles em feito histórico na Billboard Hot 100. (Foto: Reprodução)

A cantora é a primeira artista, depois dos Beatles (em 1964) a ocupar – simultaneamente – as três primeiras posições do ranking mais importante do mundo

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Ariana Grande é um dos nomes mais populares da música mundial. Com mais de 55 milhões de ouvintes mensais no Spotify e uma série de recordes quebrados, a cantora acaba de conquistar algo para lá de importante: igualar-se, na Billboard Hot 100, aos Beatles. Na nova atualização, Ariana Grande ocupa – simultaneamente – as três primeiras posições do ranking.

O quadro da cantora na Billboard Hot 100 está assim: ‘7 Rings’ manteve-se na primeira posição da lista e ‘barrou’ a faixa ‘Break Up With Your Boyfriend, I’m Bored’, que estreou direto na segunda posição. ‘Thank U, Next’, faixa que deu nome ao álbum e já liderou a lista, saltou da 7ª posição direto para o 3° lugar. Nas redes sociais, a cantora contou que não acreditou que isso fosse verdade e comemorou a conquista. “Achei que tivessem editado isso”, escreveu.

Pra você ter uma ideia da dificuldade da conquista, demorou 55 anos para acontecer de novo. Esse fenômeno, se podemos classificar assim, havia acontecido somente uma vez na história da música mundial, quando – em 1964 – os Beatles conseguiram colocar ‘Can’t Buy Me Love’, ‘Twist and Shout’ e ‘Do You Want To Know a Secret?’ nas três primeiras posições da lista das mais populares.

Nesta semana, na internet, os fãs de Ariana Grande promoveram uma campanha à favor do boicote a ‘7 Rings’ para que ‘Break Up With Your Boyfriend, I’m Bored’ conseguisse a primeira posição e a cantora chegasse mais perto de quebrar o recorde de Katy Perry – até hoje a única mulher a ter cinco faixas do mesmo álbum na primeira posição da lista.

Lançada no mês passado, ‘7 Rings’ acumula quase 190 milhões de plays no YouTube. Confira: