PAUTA
Informação e música em harmonia

“Eu espero que em 2019 eu cante com a Beyoncé”, diz Mc Soffia na SIM SP

MC Soffia foi uma das integrantes da roda de conversa sobre a construção da imagem do artista nas redes sociais. (Foto: Divulgação)

A rapper de 14 anos de idade foi uma das convidadas da roda de conversa sobre o cuidado com a imagem nas redes sociais

Postado em 08/12/2018 por

Com apenas 14 anos de idade, MC Soffia é uma das representantes mais populares do rap feminino nacional. Nesta edição da Semana Internacional de Música (SIM), a cantora foi uma das integrantes da roda de conversa a respeito dos cuidados (e construção) com a imagem do artista nas redes sociais e, além de mostrar ser extremamente consciente apesar da idade, compartilhou com o público alguns de seus desejos profissionais para o próximo ano. “Eu espero que em 2019 eu cante com a Beyoncé“, disse.

Embora o assunto da mesa era os cuidados para construir uma boa imagem na internet, a jovem contou que ela é apenas uma criança como todas as outras e que sua presença nas redes sociais não é tão planejada, mas sim algo mais natural. “Eu sempre sou Soffia, mas tento mostrar maturidade”, refletiu. A rapper ainda contou que prova dessa naturalidade são algumas situações características de criança e que ela as vezes precisa passar nos palcos. “Já cantei com o  nariz sangrando porque bati o skate”, brincou.

SIM-SP_PietáRivas "Eu espero que em 2019 eu cante com a Beyoncé", diz Mc Soffia na SIM SP

(Foto: Pietá Rivas/Showlivre)

Em contrapartida, Soffia demonstrou ser madura em relação ao futuro de sua carreira. “No futuro, eu quero estar em vários lugares. Não quero ficar presa em uma coisa só. Eu quero atuar, cantar, dançar….”, contou. A preocupação da rapper com eventos que ainda estão para acontecer não anula sua participação e movimentação em coisas do presente! Soffia dedica suas letras e popularidade para falar sobre o empoderamento da menina negra e criar coletivos para discussão das questões acerca do tema com meninas de sua mesma faixa etária. “Adulto não entra”, disse.

Em setembro de 2015, quando ainda tinha apenas 11 anos de idade, MC Soffia foi uma das atrações do Estúdio Showlivre. A apresentação está disponível, na íntegra, em nosso canal no YouTube. Confira:

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Jay Vaquer e A Banda Mais Bonita Da Cidade se apresentam na Jai Club

Shows, que acontecem nos dias 8 e 9 de dezembro, comemoram os três anos de casa e ingressos já estão à venda

Postado em 07/12/2018 por

A Jai Club recebe no próximo final de semana, dois grandes nomes da música brasileira.  No sábado (8), o cantor e compositor carioca Jay Vaquer chega à São Paulo para o show de seu novo álbum, “Ecos do Acaso e Casos de Caos”, recém indicado como melhor álbum de Rock de Língua Portuguesa ao 19° Grammy Latino. Já no domingo (9), os curitibanos d´A Banda Mais Bonita da Cidade, donos do hit “Oração”, desembarcam na cidade para apresentar a turnê de seu mais novo álbum “De cima do mundo eu vi o tempo”.

Com 18 anos de carreira e 10 álbuns lançados, Jay Vaquer promete apresentar ao publico da capital, músicas de seu mais novo trabalho e de todos os outros CDs lançados até aqui em sua turnê “Tourbilhão Voraz”. “É sempre bom tocar em São Paulo. Cada show é único, tanto na entrega, quanto na energia. Será uma apresentação grandiosa e trarei o melhor dos meus 18 anos de carreira. Estou chegando, São Paulo”, promete Jay Vaquer.

Seguindo no mesmo clima, A Banda Mais Bonita da Cidade, apresentará canções de todos os trabalhos lançados até hoje. “Toda vez que tocamos em São Paulo é como se estivéssemos em casa. Preparamos um show que contemplará todas as fases d’ A Banda até o nosso mais novo trabalho (De cima do mundo eu vi o tempo),” comenta Uyara Torrente, vocalista.


Serviço: Jay Vaquer em São Paulo | Jai Club

Data: 08 de Dezembro
Abertura da casa: 18h
Horário do show: 19h40

Endereço: Rua Vergueiro, 2676 – Vila Mariana – Prox. Metro Ana Rosa
Preços: R$30,00 – 1° Lote | R$40,00 – 2° Lote |R$50,00 – 3° Lote
Venda Online:
https://pixelticket.com.br/eventos/2740/jay-vaquer-em-sp

Censura: Livre

Serviço: A Banda Mais Bonita em São Paulo | Jai Club

Data: 09 de Dezembro
Abertura da casa: 17h
Horário do show: 19h30
Banda Convidada: Eu, trovador
Endereço: Jai Club – Rua Vergueiro 2676 – Vila Mariana – Prox. Metro Ana Rosa
Preços: 1º Lote R$30,00 | 2º Lote R$40,00 |

Vendas online: https://goo.gl/f36FjX
Censura: Livre
Mais Informações (tel/e-mail): 98013-0425 | contato.jaiclub@gmail.com

OPINIÃO EM PAUTA – Sobre organizar um festival

Detalhe do palco do festival Conexão Latina. Foto: João Henrique Moldenhauer / Agência Conexão Latina

O aprendizado que vem quando se decide montar um evento gratuito de três dias com atrações internacionais no cenário nacional atual

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Em 2018, dei à luz um projeto antigo e querido: fazer um festival dedicado à integração latino-americana. Na verdade, o Festival Conexão Latina foi organizado por mim e por Mayra Rizzo (musicista e diretora da agência Conexão Latina), e sem falsa modéstia, acredito que o trabalho mais pesado tenha cabido a ela e não a mim. Seja como for, os dois labutamos muito, durante 18 meses, para que o evento acontecesse o mais perto possível de como o imaginávamos: gratuito, de fácil acesso, e com outras frentes que não apenas a música.

O festival aconteceu em novembro, e em nossa avaliação, nossas modestas expectativas foram superadas. Ou seja, foi um sucesso, mas não é por autobravata que escrevo este texto – até porque nem tudo saiu como gostaríamos que tivesse saído. Organizar um festival, depois de passar anos frequentando vários deles e trabalhando em outros tantos, traz diferentes aprendizados – sobre música, claro, mas também sobre união, política, administração, carreira e vários outros, e é sobre algumas dessas “lições” que esse texto trata.

A primeira questão que vale pensar é sobre o termo “festival independente”. É difícil enxergar independência em um evento que está atrelado a grandes marcas ou que precisa do apoio de editais para acontecer. Nada contra nenhuma dessas formas de financiamento – pelo contrário, buscamos ambas. Mas acho que podemos chamar os eventos que predominam no cenário de “festivais de médio porte”, porque independência não é o caso, e até valeria discutir se ela é algo que tem um valor real. Afinal, do que vale ser “independente” e entregar algo ruim?

Isso posto, é com alguma liberdade poética que chamo o Conexão Latina de “festival de médio porte” – mas apenas porque nosso porte era assumidamente pequeno, e se provou um pouco maior na prática. Conseguimos o apoio do programa de fomento à cultura Ibermúsicas, ganhando um edital de circulação que nos permitiu pagar as passagens e o deslocamento do músico argentino Edu Schmidt e de sua banda.

Aliás, sabe porque o Conexão Latina foi um dos únicos dois festivais brasileiros contemplados na seleção do Ibermúsicas? Porque lemos o edital e fizemos nosso projeto de acordo. Pode parecer surpreendente, mas muitos artistas e produtores são desqualificados de editais de fomento à cultura por não respeitarem prazos (geralmente, bastante extensos) de entrega de documentação, por não se atentarem a normas técnicas de redação ou não responderem a todas as questões propostas pelo programa – isso quando os projetos não são mal redigidos mesmo. Não basta a tal “ideia na cabeça”: é preciso muita paciência, tempo e olhar para detalhe, além de planejamento e disposição para lidar com burocracia.

Além do Ibermúsicas, conseguimos o apoio dos locais onde o festival foi realizado – Mundo Pensante, Lab MP e Projeto Alberto Seabra 1128, todos na capital paulista. Eles entraram com quase toda a estrutura de som e iluminação – o que é um grande aporte, acredite. Além disso, o Mundo Pensante/Lab MP arcou com o bar e a alimentação nos dois primeiros dias, além de colaborar com uma pequena verba, e a Projeto Alberto Seabra 1128 forneceu os insumos para a etapa gastronômica que encerraria o evento.

Ainda assim, um bom montante era necessário para cobrir custos de deslocamento dos demais músicos, despesas de promoção (que vão da confecção de cartazes à gestão das redes sociais), hospedagem de site, alimentação e outros tantos. Se alguém disser que fez festival com “custo zero”, esteja certo: essa pessoa está mentindo desavergonhadamente.

“E cachês e salários dos músicos e da equipe?”, você pode perguntar. Bem, chegou uma hora que ficou claro para nós, organizadores, que não lucraríamos com o evento, e seriam necessários sorte e habilidade para que não tomássemos prejuízo. Aí entra um baita dilema.

Tocar música é um trabalho e tem que ser pago. Pronto. Mas como conseguir isso com um evento grátis e de orçamento restritíssimo? Conversamos abertamente com os músicos, e eles se dispuseram a tocar sem cachê, por acreditarem na proposta do festival. Para nós, como produtores, foi tocante – mas também um tanto desconfortável, por acreditar que eles mereciam mais que nossa gratidão.

Propusemos, nos três dias, a ideia de evento colaborativo, no qual cada espectador daria uma contribuição caso se sentisse à vontade para tanto. Chegou-se a um certo montante, mas que não configurou nenhum acréscimo significativo na receita do festival. O pouco excedente foi repassado aos músicos. Todo o resto da equipe – designers, assistentes de produção, fotógrafos e os dois organizadores – não tiveram remuneração.

Vale a pena fazer um festival nessas condições? Pelos resultados obtidos, eu não tenho dúvida de que valeu. Principalmente porque tanto a pré-produção quanto o evento propriamente dito comprovaram, na prática, que existe essa conexão latina, que tem muita gente mais interessada em união do que em polarização, e que está disposta a usar a música ou a educação como plataforma para aproximar as culturas latino-americanas (e por conseguinte, as pessoas). Também porque a enorme maioria do público era de completos desconhecidos – gente que compareceu por acreditar na premissa e na qualidade do evento, e não na brodagem com os organizadores.

Claro que também passamos pelas picuinhas do meio – gente que fala entusiasmadamente que vai “dar todo o apoio” e “fazer parcerias” mas desaparece na hora H, artista com rancor porque não foi convidado a tocar e coisas assim. Mas são pontos pequenos demais para merecerem mais que este parágrafo.

Vivenciar a experiência de armar um festival internacional com poucos recursos e com uma pauta um tanto ambiciosa foi uma espécie de intensivão sobre os meandros da produção cultural de médio porte hoje, a relação entre arte e consumo, e o que existe de verdade atrás de muitos dos discursos do meio. Obviamente, a segunda edição do festival será feita levando em conta os aprendizados dessa primeira – e como diz Fernando Rosa, organizador do El Mapa de Todos, “festival só encontra sua cara definitiva a partir da quinta edição”.

 

“Enquanto eu puder, dou predileção às profissionais mulheres e negras”, diz Luedji Luna

Luedji Luna fala sobre a participação da mulher negra na música durante a SIM SP. (Foto: Showlivre.com)

Cantora é um dos destaques de roda de conversa promovida pela SIM SP sobre o conservadorismo na música

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Esta quinta-feira (6), segundo dia de eventos da Semana Internacional de Música (SIM), movimentou a comunidade de artistas e investidores do Brasil na capital paulista. Entre palestras e workshops tratando de diferentes assuntos, o Centro Cultural São Paulo recebeu uma roda de conversa composta por fortes nomes da música, como Luedji Luna, Tulipa Ruiz e Mel para falar sobre o movimento no qual a música tem o poder de desafiar o conservadorismo e os velhos modelos de negócio.

Conversadorismo_música_SHOWLIVRE "Enquanto eu puder, dou predileção às profissionais mulheres e negras", diz Luedji Luna

A cantora Luedji Luna, dona de faixas fortes como ‘Cabô’ e ‘Banho de Folhas’, aproveitou o espaço para compartilhar com o público questões características de sua trajetória na música. Por ser mulher, negra, periférica, a cantora contou algumas das dificuldades (ideológicas e físicas) de ser uma cantora independente e precisar administrar todas as coisas e pensar em diversos aspectos de como planejar, majoritariamente sozinha, a sua carreira.

Num pensando de como as coisas andam para ela, Luedji contou que a internet é o grande responsável por seu crescimento profissional. “Talvez eu não tivesse essa autonomia e reconhecimento se não fosse pela internet”, refletiu.

A cantora, que infelizmente enfrenta o racismo camuflado do país, lamenta que ainda é muito mais complicado para a população negra (maioria no País), especialmente mulheres, para conquistas posições de destaque em todos os setores da sociedade, inclusive na música. “Enquanto eu puder, eu dou predileção ás profissionais mulheres e negras”, disse.

A MPB de Luedji Luna foi apresentada no Estúdio Showlivre. Confira a apresentação completa:

 

A conversa passeou sobre as questões e refletindo sobre como o mercado independente pode quebrar a hegemonia presente na cena. “Tem que ter espaço pra todo mundo”, disse Ava Rocha. “A gente ta lutando contra a gordofobia, a liberdade do corpo, liberdade de gênero,… principalmente nesse momento”, concluiu.

Mel, ex-integrante da Banda Uó, antes de encerrar a conversa, pediu para que a comunidade da música tomasse cuidado com a hipocrisia e que, embora a reflexão da igualdade de gênero e racial seja algo recorrente, o mercado ainda é fechado, machista, transfóbico. “A gente precisa tomar cuidado e realmente abrir espaço. As vezes a galera (fãs) está amando e o pessoal da música (mercado) barrando as coisas por conta de seus gostos pessoais. Somos olhadas com um olhar ruim em eventos mais conservadores. Hipocrisia existe”, desabafou, encerrando a conversa.

Enquanto ainda dava sua voz à Banda Uó, Mel também passou pelo Estúdio Showlivre. Relembre:

OPINIÃO EM PAUTA – Aurora esbanja interpretação e simpatia em show fechado para fãs em São Paulo

Aurora apresentou um pocket show animado para um número seleto de fãs. (Foto: Lara Nunes/Showlivre)

Cantora apresentou um show exclusivo para promover seu mais recente lançamento, ‘Infections Of A Differnt Kind’

Postado em 06/12/2018 por

Mais uma vez, os fãs brasileiros recebem o título de melhores do mundo! Na última quarta-feira (5), a cantora Aurora, em parceria com a Universal Music Brasil, promoveu um evento exclusivo para fãs, em São Paulo, no qual a norueguesa apresentou faixas de seu segundo álbum de estúdio, intitulado ‘Infections Of A Differnt Kind’, lançado em setembro deste ano.

Para um público bastante reduzido, mas animado como um estádio lotado, a cantora apresentou uma mistura de boa música, vocais capazes de arrancar arrepios e incríveis interpretações e expressões faciais. Visivelmente apaixonada pelo público, a cantora não poupou elogios ao fãs e demonstrou ser bastante grata por todos aqueles que, de alguma forma, promovem sua música ao redor do mundo. “Vocês são muito perfeitos”, disse em português.

No repertório, Aurora deu preferência às músicas do novo disco, como ‘Queendom’ e ‘Forgotten Love’, mas não deixou de lado faixas já conhecidas do público, parte de seu primeiro disco ‘All My Demons Greeting Me As A Friend’, como ‘Murder Song’ e a animada ‘Running With The Wolves’, que ganhou uma (incrível) versão acústica.

Extremamente conectada com os fãs, a representante do indie pop não deixou de interagir com cada um dos fãs presente na Casa 92. VÁRIAS declarações de amor, troca de olhares e até pedido de casamento (de brincadeirinha) rolou durante a apresentação. “Aurora, casa comigo?”, gritou um fã que, instantaneamente, recebeu uma resposta positiva à proposta.

Além disso, a cantora apoiou uma manifestação do movimento “Ele Não” entre os fãs.

A cantora finalizou a apresentação, com músicas a mais do que o combinado, pedindo para que os fãs acreditem no amor e que o espalhem em todas as situações. Sempre incentivando a produção artística, Aurora deixou o palco carregada de presentes especiais, como desenhos, rosas, cartas e até uma bandeira LGBTQ, feitos pelos fãs. “Isso não é o fim. Aguardem e vocês vão entender”, se despediu, prometendo voltar muito em breve.

Aurora_presentes_creditosshowlivre Aurora esbanja interpretação e simpatia em show fechado para fãs em São Paulo

Aurora recebe os presentes feitos pelos fãs no final do pocket show, em São Paulo. (Foto: Lara Nunes/Showlivre)

 

O relacionamento de Aurora com os fãs brasileiros

Poucos são as personalidades da música tão conectadas com os fãs quanto a Aurora. Enquanto a cantora apresentava suas faixas, não pude deixar de reparar nos olhos úmidos daqueles que cantavam junto cada uma das notas com animação.

Gente de todos os cantos do Brasil saíram de suas cidades as pressas, já que o evento em si foi anunciado apenas uma semana antes, para acompanhar Aurora. Lara Nunes, professora de música de 23 anos de idade, é uma delas. A jovem conta que a relação da norueguesa com os fãs brasileiros é muito forte e que, por conta de sua personalidade amorosa, é uma das artistas que mais conquistou seu coração.

Mikaeu Messias, de 21 anos, explicou que o jeito e estética diferente de Aurora é um dos principais motivos para que ele seja um fã tão fiel da cantora. “Ela é uma artista que não está preocupada em fazer fama e ganhar dinheiro. Ela está preocupada com o sentimento humano e os rumos do planeta. Ela é perfeita”, conta. “Ela é humana”, completou.

Alex e Jaqueline, fãs de longa data, contaram que Aurora faz parte de suas vidas e passar a enxergar coisas por um outro ponto de vista. “Ela faz a gente pensar fora da caixa”, contam. A jovem, que também é artista (e entregou um desenho para Aurora) ainda enfatizou que a cantora é a fonte de inspiração para muitos aspectos de sua vida. “Ela me faz ser quem eu realmente sou. Ela me inspira”, completou.

‘Queendom’, uma das faixas mais bem-recebidas do evento pelo público, faz é um dos mais recentes singles de Aurora e, além de uma mensagem extremamente importante de empoderamento feminino, conta com mais de 5,3 milhões de visualizações. Confira:

 

Aurora é uma cantora completa! Com apenas 22 anos de idade, a norueguesa é um balde cheio de talento, carisma e muita interpretação e, certamente, tem muito para conquistar e dar ainda mais popularidade ao indie pop mundial.